Onconews - Mama - Results from #80

Oncologia Mamária

  • Pesquisa mostra adesão à terapia endócrina no tratamento do câncer de mama no Brasil

    A adesão à terapia endócrina é indispensável para atingir os objetivos clínicos e melhorar o prognóstico de pacientes com câncer de mama não metastático positivo para receptor de estrogênio. Estudo de mundo real que buscou avaliar a adesão à terapia endócrina (TE) em todo o Brasil mostra que a taxa de adesão ao tratamento foi de 58,7%, revelando que mais de um terço das pacientes não eram aderentes à TE no período avaliado. A pesquisa tem como primeira autora a oncologista Daniele Assad

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  • ASCO atualiza diretrizes para biópsia do linfonodo sentinela no câncer de mama inicial

    Henrique Lima Couto (foto), da Sociedade Brasileira de Mastologia, é coautor de artigo de Park et al. que atualiza as diretrizes da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) sobre o uso da biópsia de linfonodo sentinela em pacientes com câncer de mama em estágio inicial tratadas com cirurgia inicial.

  • Novo estudo explora a relação entre nível de escolaridade e risco de câncer de mama por subtipo na coorte EPIC

    Novo estudo conduzido por pesquisadores da Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (IARC), em colaboração com instituições parceiras, fornece análise detalhada da relação entre nível de escolaridade e risco de câncer de mama, com foco em diferentes subtipos de câncer de mama. Com dados de mais de 311.000 mulheres na coorte da Investigação Prospectiva Europeia sobre Câncer e Nutrição (EPIC), o trabalho é o mais abrangente sobre o tema até o momento. Os resultados foram publicados no

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  • Comprometimento cognitivo em pacientes com câncer de mama e insônia

    Existem múltiplas trajetórias longitudinais distintas de comprometimento cognitivo relacionado ao câncer, que podem ser influenciadas por determinantes sociais da saúde, como educação e raça/etnia. Os resultados são de estudo publicado na Cancer, periódico da American Cancer Society, que buscou avaliar subclasses de trajetória natural de comprometimento cognitivo em pacientes com câncer de mama com insônia.

  • Estudo avalia prognóstico após resposta patológica completa ao tratamento neoadjuvante no câncer de mama em estágio inicial

    Estudo de base populacional sueco sugere que pacientes com câncer de mama em estágio inicial que alcançaram resposta patológica completa após quimioterapia neoadjuvante constituem um grupo heterogêneo em termos de prognóstico a longo prazo. Os resultados foram publicados no Journal of the National Comprehensive Cancer Network(JNCCN).

  • PREFERABLE-EFFECT: impacto do exercício na saúde sexual e nos sintomas do tratamento em mulheres com câncer de mama metastático

    Um programa de atividade física supervisionada de 9 meses foi eficaz na melhora do funcionamento sexual e dos sintomas vaginais entre mulheres com câncer de mama metastático. É o que demonstram os resultados do estudo randomizado PREFERABLE-EFFECT, publicado no International Journal of Cancer.

  • Crioablação versus cirurgia de mama no tratamento local do câncer de mama inicial

    Vanessa Sanvido (foto), mastologista do Hospital do Coração (HCor), é a principal investigadora de estudo que espera demonstrar a não-inferioridade da crioablação comparada à cirurgia de mama para o tratamento local do câncer de mama em estágio inicial. O estudo espera incluir 750 pacientes.

  • Padrões de tratamento do câncer de mama RH+ no Brasil

    Estudo retrospectivo espera gerar evidências do mundo real sobre os padrões de tratamento para câncer de mama metastático ou irressecável positivo para receptor hormonal no Brasil, com dados dos desfechos clínicos de 200 pacientes, de 10 instituições participantes.

  • Estudo aponta características associadas ao câncer de mama de intervalo

    Quais fatores estão associados à incidência do câncer de mama de intervalo (IntCa) entre mulheres que fazem o rastreamento? Resultados de Zhang etal. relatados no Jama Oncology apontam características que ajudam a identificar pacientes com alto risco de apresentar IntCa e seu potencial para melhorar a eficácia dos programas de triagem.

  • Resposta patológica em pacientes com câncer de mama inicial HER2-low versus HER2-zero em tratamento neoadjuvante

    O pesquisador Francisco Cezar Aquino de Moraes (foto), da Universidade Federal do Pará, é primeiro autor de revisão sistemática e meta-análise que avaliou a diferença na resposta patológica completa, sobrevida livre de doença e sobrevida global entre os fenótipos HER2-low e HER2-zero do câncer de mama. “Os resultados sugerem que HER2-zero deve ser considerado um fator prognóstico no câncer de mama em estágio inicial e levado em consideração no planejamento do tratamento

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  • INSEMA: estudo avalia omissão da cirurgia axilar no câncer de mama

    A omissão do estadiamento axilar cirúrgico não foi inferior à biópsia do linfonodo sentinela em pacientes com câncer de mama invasivo T1 ou T2 clinicamente negativo para linfonodos (90% com câncer T1 clínico e 79% com câncer T1 patológico). É o que demonstram os resultados primários do estudo INSEMA publicados por Reimer et al na New England Journal of Medicine (NEJM).

  • CADONOT: revisão compara abordagem axilar na cirurgia do câncer de mama

    A biópsia do linfonodo sentinela é segura e deve ser considerada como alternativa à dissecção do linfonodo axilar, oferecendo a mesma eficácia em pacientes com câncer de mama T1-T3 e 1-2 linfonodos positivos, conclui revisão de André Mattar (foto) e colegas, publicada na The Breast.  O estudo mostra que a biópsia do linfonodo sentinela reduz o risco de linfedema em 65% em relação à dissecção do linfonodo axilar, mas as taxas de sobrevida e recorrência são comparáveis em 5, 8 e

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  • Análise de mundo real não mostra impacto do subtratamento em pacientes idosas selecionadas com câncer de mama inicial

    Estudo de mundo real analisou dados do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) e demonstrou que as taxas de subtratamento foram altas em pacientes idosas com câncer de mama inicial, mas os resultados não foram impactados negativamente. “Não oferecer quimioterapia (neo)adjuvante pode ser uma escolha sensata para pacientes idosos selecionados com câncer de mama inicial, levando em consideração suas comorbidades e estado funcional”, afirmam os autores em artigo publicado no

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  • Suplementação de vitamina D melhora resposta patológica completa em pacientes com câncer de mama submetidas à QT NEO

    Mulheres com câncer de mama tratadas com quimioterapia neoadjuvante que receberam suplementação com 2.000 UI de vitamina D tiveram maior probabilidade de atingir resposta patológica completa em relação àquelas que não receberam a suplementação (43% vs 24%). É o que aponta estudo randomizado relatado na Nutrition and Cancer por Michelle Sako Omodei (foto) e colegas da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (UNESP) em Botucatu.

  • POLAR: eficácia do resfriamento e compressão das mãos na prevenção da neuropatia induzida por taxano

    O resfriamento e a compressão das mãos podem prevenir a neuropatia periférica induzida por quimioterapia (NPIQ) em pacientes com câncer de mama inicial tratadas com quimioterapia à base de taxano. É o que sugerem os resultados de ensaio clínico randomizado publicado no JAMA Oncology. “Tanto o resfriamento quanto a compressão das mãos são altamente eficazes na prevenção de NPIQ sensorial durante a quimioterapia à base de taxano”, destacam os autores.

  • Teste genético da linha germinativa no câncer de mama: disparidades e utilização no Brasil

    Alessandra Borba de Souza (foto) é primeira autora de estudo que destaca lacunas críticas para a realização de testes genéticos de linha germinativa para câncer de mama (CM) no Brasil. Com dados de mundo real do estudo AMAZONA III - a maior coorte brasileira multicêntrica e prospectiva de CM - o trabalho mostra que esses testes são subutilizados, com sérias implicações para o gerenciamento do tratamento e acesso ao aconselhamento genético nos sistemas de saúde públicos e privados.

  • Oferta de médicos no Brasil afeta resultados do câncer de mama

    A crescente tendência de câncer de mama em mulheres e homens ressalta a necessidade de mais monitoramento, alerta estudo de Jean Henri Maselli-Schoueri (foto) e colegas, publicado na BMC Cancer. O trabalho mostra que a menor mortalidade por câncer de mama feminino foi positivamente correlacionada com maior disponibilidade de médicos e cuidados especializados no sistema público de saúde, destacando o papel crítico da capacidade da força de trabalho da saúde e a alocação estratégica

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  • Declínio da saúde física após quimioterapia ou terapia endócrina em sobreviventes de câncer de mama

    Estudo de coorte com 15.392 mulheres demonstrou que sobreviventes de câncer de mama que receberam quimioterapia, terapia endócrina ou ambas tiveram declínio significativo na saúde física em comparação com controles da mesma idade durante os primeiros 2 anos após o diagnóstico. “Após 2 anos, o declínio da saúde física foi observado apenas em sobreviventes que receberam quimioterapia”, destacaram os autores. Os resultados foram publicados no JAMA Network Open.

  • Estudo de mundo real analisa sobrevida e impacto econômico do câncer de mama triplo-negativo na saúde pública brasileira

    André Mattar (foto) é o primeiro autor de estudo que traz insights importantes sobre o tratamento do câncer de mama triplo negativo no sistema público de saúde do Brasil. Os resultados relatados no JCO Global Oncology  mostram que a sobrevida global foi maior em pacientes negros e que tanto a resposta patológica completa quanto a terapia adjuvante melhoraram a sobrevida no período analisado (2010 a 2019). Estágios avançados foram significativamente associados com o

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  • Pesquisa descreve comportamento clínico do câncer de mama em jovens portadoras de BRCA

    Estudo multicêntrico global que incluiu 4752 mulheres jovens com câncer de mama com mutações BRCA descreve características de pacientes, tumores e tratamentos, revelando padrão distinto de eventos de sobrevida livre de doença  entre portadoras de BRCA1 e BRCA2. Os resultados estão no JCO e demonstram que a identificação de variantes patogênicas/provavelmente patogênicas de BRCA em mulheres saudáveis ​​foi associada ao diagnóstico de câncer de mama em estágio inicial, menor carga de

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