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AtualizadoSex, 12 Abr 2024 4pm

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Fatores de risco para lesão renal aguda em pacientes com leucemia e linfoma tratados com metotrexato em alta dose

wellington 22 bxO hematologista Wellington Fernandes da Silva (foto), médico do Hospital das Clínicas da FMUSP, é autor sênior de trabalho selecionado para apresentação no ASH 2022 que descreve fatores de risco e resultados de toxicidade após administração ambulatorial de metotrexato em alta dose sem monitoramento de drogas em pacientes com linfoma e leucemia tratados na instituição entre janeiro de 2010 e junho de 2020. Camila Alves da Silva é a primeira autora do estudo.


CLL2-GIVe: análise final mostra resultados de regime triplo no LLC com deleção 17p/mutação TP53 sem tratamento prévio

sangue venetoclaxO estudo CLL2-GIVe avaliou a eficácia do tratamento combinado de tempo limitado, resposta adaptada e duração fixa de obinutuzumabe, ibrutinibe e venetoclax (regime “GIVe”) em pacientes com leucemia linfocítica crônica sem tratamento prévio com deleção 17p e/ou mutação TP53. No ASH 2022 foi apresentada a análise final do estudo, sugerindo que o regime CLL2-GIVe é um potente e promissor tratamento de primeira linha de duração fixa para pacientes com LLC de alto risco com perfil de segurança manejável.

Blinatumomabe mostra ganho de sobrevida global na LLA e é novo padrão de tratamento

mark litzowEstudo selecionado como primeiro Late Breaking Abstract do ASH 2022 mostrou resultados de blinatumomabe (blin) no tratamento de pacientes com leucemia linfoblástica aguda (LLA) recém-diagnosticada, em apresentação de Mark R. Litzow (foto), da Mayo Clinic. A adição de blin à quimioterapia de consolidação resultou em benefício clínico e estatisticamente significativo de sobrevida global (HR: 0,42, 95% CI: 0,24 - 0,75; bilateral p=0,003), representando novo padrão de tratamento para pacientes com LLA BCR::ABL1 negativo.

MATRix apresenta resultados no linfoma primário do sistema nervoso central

gerard lllerhausEstudo internacional randomizado de fase III (MATRIx) que compara HDC-ASCT com terapia de consolidação não mieloablativa em pacientes com linfoma primário do sistema nervoso central (PCNSL) recém-diagnosticados apresentou no ASH`22 a primeira análise envolvendo o endpoint primário de sobrevida livre de progressão (SLP). Selecionado entre os Late Breaking Abstracts da edição deste ano, o estudo demonstra que a consolidação com HDC-ASCT apresenta resultados significativamente melhores de SLP do que a quimioimunoterapia não mieloablativa, com excelente relação risco-benefício (LBA3). Gerald Illerhaus (foto), do Klinikum Stuttgart, Alemanha, é o principal autor do trabalho.

ALPINE: Zanubrutinib é superior a ibrutinibe na leucemia linfocítica crônica recidivada/refratária

jennifer brownZanubrutinib, um novo agente experimental, mostrou superioridade comparado a ibrutinibe no tratamento de pacientes com leucemia linfocítica crônica com doença recidivada/refratária e em pacientes com linfoma linfocítico de células pequenas (R/R CLL/SLL). É o que mostram os resultados de estudo randomizado de fase 3 (ALPINE) destacado no ASH 2022, que provou a superioridade de zanubrutinib comparado a ibrutinibe tanto na taxa de resposta global, quanto na sobrevida livre de progressão (LBA6). Os resultados foram apresentados por Jennifer R. Brown, diretora do Centro de Leucemia Linfocítica Crônica do Dana-Farber Cancer Institute, e publicados simultaneamente na New England Journal of Medicine (NEJM). 

Regime triplet (AVO) mostra resultados em pacientes com LLC de alto risco sem tratamento prévio

christine ryanO regime triplet com acalabrutinibe, venetoclax e obinutuzumabe (AVO) é altamente ativo e bem tolerado em uma população com leucemia linfocítica crônica (LLC) enriquecida para doença de alto risco, com 83% dos pacientes TP53-aberrantes alcançando doença residual mínima indetectável na medula óssea (BM-uMRD) após 15 meses de tratamento. Os resultados são de estudo apresentado por Christine E. Ryan (foto) do Dana-Farber Cancer Institute, no ASH 2022.

Estudo do T-Cell Brazil Project é selecionado no ASH 2022

luis alberto lageLuís Alberto de Pádua Covas Lage (foto), da Divisão de Hematologia e Terapia Celular do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, é primeiro autor de estudo realizado pelo T-Cell Brazil Project selecionado para apresentação no ASH`22.  A análise retrospectiva envolve dados de 20 diferentes instituições brasileiras, com o objetivo de descrever o panorama nacional do Linfoma extranodal tipo nasal de células T/Natural Killer (ENKTL-NT).

Isatuximabe mostra resultados no mieloma múltiplo de alto risco

sangue ash22Estudo de Fase II (CONCEPT) destacado no programa do ASH 2022 apresentou resultados da primeira análise interina pré-planejada avaliando o regime quádruplo no mieloma múltiplo de alto risco recém-diagnosticado, compreendendo a adição do anticorpo isatuximabe (Isa) à combinação de carfilzomibe (K), lenalidomida (R) e dexametasona (d).

IKEMA: Isatuximabe no mieloma múltiplo

thomas martinThomas Martin (foto), da Universidade da California, apresenta no ASH 2022 análise de subgrupo de estudo de Fase 3 (IKEMA) que avaliou isatuximabe associado a carfilzomibe e dexametasona (isa-Kd) na recidiva precoce ou tardia de pacientes com mieloma múltiplo recidivado e/ou refratário. Os resultados mostram que a adição de Isa a Kd melhorou a sobrevida livre de progressão e a profundidade de resposta, tanto na recidiva precoce quanto na recidiva tardia, com perfil de segurança gerenciável.

Estudo finlandês apresenta teste preditivo de resposta ao tratamento na LMA

lma2 ash22Estudo finlandês que utilizou testes ex vivo de sensibilidade para prever a resposta à terapia com Venetoclax (Ven) em combinação com azacitidina (Aza) em pacientes com leucemia mieloide aguda (LMA) com doença recorrente ou refratária apresentou no ASH 2022 resultados encorajadores, mostrando alta correlação com as respostas ao tratamento.

Etnia e participação na pesquisa clínica em DLBCL

diversidadeO desenho do estudo clínico e os modernos critérios de inclusão/exclusão acabam por impactar o perfil racial e étnico de pacientes inscritos em ensaios de primeira linha no Linfoma Difuso de Grandes Células B (DLBCL, da sigla em inglês). É o que aponta análise de pesquisadores da Universidade de Iowa/Mayo Clinic apresentada no ASH 2022, demonstrando a necessidade de critérios mais inclusivos no ambiente de pesquisa clínica.


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