27072021Ter
AtualizadoSeg, 26 Jul 2021 4pm

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Daichii Sankyo

Oncologia Mamária

  • Gravidez após câncer de mama

    azambuja ok bxO oncologista Evandro de Azambuja (foto) é coautor de revisão sistemática e meta-análise publicada no Journal of Clinical Oncology que fornece evidências atualizadas sobre os potenciais efeitos da gravidez após o câncer de mama em termos de resultados reprodutivos e segurança materna.

  • Estimulação ovariana e câncer de mama, existe risco?

    MAMA NET OKQual a associação entre o uso de medicamentos para estimulação ovariana e o risco de câncer de mama? Artigo de revisão sistemática e meta-análise mostra que não houve aumento significativo no risco de câncer de mama entre as mulheres tratadas com qualquer medicamento de estimulação ovariana, assim como não houve aumento significativo no risco de câncer de mama com o uso de citrato de clomifeno ou gonadotrofinas, isoladamente ou em combinação. A análise foi reportada por Beebeejaun et al. no periódico Fertility and Sterility.

  • HER2 low, análise agrupada amplia compreensão dos subtipos em câncer de mama

    MAMA bxArtigo de Carsten Denkert e colegas publicado 9 de julho no Lancet Oncology apresenta resultados de uma pooled analysis que agrupou dados de 2.310 pacientes para caracterizar aspectos clínicos e moleculares do câncer de mama HER2-low e HER2-zero, incluindo prognóstico e resposta à quimioterapia neoadjuvante.

  • Panorama genético do câncer de mama masculino

    elizabeth fernando 2021Estudo multicêntrico liderado por pesquisadores do A.C.Camargo Cancer Center realiza uma revisão do conhecimento atual da base genética da linhagem germinativa do câncer de mama masculino e seu impacto no manejo dos pacientes e de suas famílias. Publicado no periódico Cancers, o artigo tem como autora sênior a oncologista Elizabeth Santana dos Santos; Fernando Campos é o primeiro autor do trabalho.

  • NALA: resultados em pacientes com câncer de mama HER2-positivo e metástases do sistema nervoso central

    cristiano padua 2020 ok bxEm um subgrupo de pacientes com câncer de mama HER2-positivo e metástases do sistema nervoso central (SNC) previamente tratados com terapias anti-HER2, a combinação de neratinibe mais capecitabina foi associada a sobrevida livre de progressão prolongada e resultados do SNC em comparação com lapatinibe mais capecitabina. Os resultados de análise do estudo de fase III NALA foram publicados na The Oncologist, em artigo que tem o oncologista Cristiano de Souza Pádua (foto), do Hospital de Câncer de Barretos, como coautor.

  • Teste genômico em pacientes com câncer de mama inicial, uma experiência no SUS

    andre mattar jpgO mastologista André Mattar (foto) é primeiro autor de estudo brasileiro publicado 28 de junho no JCO Global Oncology, com dados que mostram o impacto do teste de 21 genes nas decisões de tratamento de pacientes com câncer de mama inicial tratadas em duas instituições públicas de saúde.

  • 5 vs 2 anos de bisfofonato adjuvante no câncer de mama inicial

    O tratamento adjuvante estendido com zoledronato por 5 anos oferece um benefício de sobrevida para pacientes com câncer de mama em estágio inicial em comparação com 2 anos de tratamento? Publicado no JAMA Oncology, o ensaio clínico randomizado de fase 3 SUCESS avaliou a duração do tratamento adjuvante em 2.987 pacientes com câncer de mama em estágio inicial, independentemente do status menopausal. Os resultados são tema do PODCAST ONCONEWS, com análise do mastologista Silvio Bromberg (foto), médico do Hospital Israelita Albert Einstein e da BP- A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

  • 10° Simpósio Internacional de Mastologia - SIM RIO 2021

    sim rio 2021 bxA Sociedade Brasileira de Mastologia - Regional Rio de Janeiro - promove entre os dias 24 e 26 de junho o 10º Simpósio Internacional de Mastologia (SIM RIO 2021), em formato online. O evento reúne 16 renomados especialistas internacionais, além dos principais nomes da mastologia brasileira, para discutir estratégias para a detecção precoce do câncer de mama, novas formas de tratamento e a importância da equipe multidisciplinar.

  • Risco de câncer de mama e rastreamento em pessoas transgêneros

    Indivíduos transgêneros enfrentam barreiras significativas para o rastreamento equitativo do câncer de mama e para o tratamento de alta qualidade, o que os torna de alto risco para resultados oncológicos subótimos. Para diminuir as disparidades em saúde que afetam as minorias sexuais e de gênero, revisão da Society of Surgical Oncology publicada no Annals of Surgical Oncology discute as barreiras para o tratamento equitativo, os fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de mama e os dados existentes para apoiar o rastreamento em homens e mulheres transexuais. O artigo é tema de mais um PODCAST ONCONEWS, com análise do mastologista Silvio Bromberg (foto). Ouça.

  • Novas fronteiras no tratamento do câncer de mama HER2+

    Quais as novidades no tratamento do câncer de mama HER2 positivo, principalmente na doença metastática, e que impacto isso tem na hora de definir a melhor sequência terapêutica? Resultados apresentados no ASCO 2021 reforçam evidências e ajudam a amparar as decisões de tratamento.

    Diferentes estratégias têm se concentrado em inibir a via de sinalização HER2 de forma mais eficaz, em um arsenal que inclui anticorpos anti-HER2, inibidores de tirosina-quinase e uma nova geração de conjugados anticorpo-droga. Combinações com inibidores de checkpoint imune, inibidores de CDK4 / 6 e inibidores de PI3K / AKT / mTOR também estão sendo avaliadas, com a promessa de expandir as opções terapêuticas.

  • Salpingectomia, ooforectomia e qualidade de vida em portadores de variantes patogênicas BRCA1/2

    Ensaio clínico não-randomizado buscou avaliar a qualidade de vida relacionada à menopausa após salpingectomia redutora de risco com ooforectomia tardia em comparação com salpingo-ooforectomia padrão em portadoras da variante patogênica BRCA1/2. Os resultados publicados no JAMA Oncology são tema de análise de Silvio Bromberg (foto), mastologista do Hospital Israelita Albert Einstein e da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Ouça, em mais um PODCAST ONCONEWS.

  • ECOG-ACRIN: Platina vs capecitabina no câncer de mama triplo negativo subtipo basal

    ingrid mayer bxA médica e pesquisadora brasileira Ingrid Mayer (foto), do Vanderbilt-Ingram Cancer Center, é primeira autora de estudo do grupo cooperativo ECOG/ACRIN apresentado no ASCO 2021 e com publicação simultânea no Journal of Clinical Oncology (JCO). Destacado em sessão oral, o estudo mostra que agentes de platina não melhoram a sobrevida livre de doença em pacientes com câncer de mama triplo-negativo (TNBC) do subtipo basal pós-quimioterapia neoadjuvante, e estão associados a maior toxicidade quando comparados com capecitabina.

  • Trastuzumabe deruxtecan mostra atividade e taxa de resposta em metástases de SNC do câncer de mama Her2+

    daniella ramone 2021Com base nos resultados do ensaio de Fase II DESTINY-Breast01, o conjugado anticorpo-droga trastuzumabe deruxtecan (T-DXd) foi aprovado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de mama HER2+ irressecável ou metastático (mBC) que receberam ≥2 regimes anteriores baseados em anti-HER2 (EUA e Europa) ou fizeram quimioterapia e são refratários ou inelegíveis aos tratamentos padrão (Japão). Na ASCO 2021, análise de subgrupo mostrou resultados de T-DXd em pacientes com história de metástases cerebrais (BMs). “A possibilidade de emprego do trastuzumabe deruxtecan com taxa de resposta sustentável para metástases em SNC torna a droga bastante promissora”, avalia a oncologista Daniella Ramone (foto), médica do Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte.

  • Anti PD-L1 neoadjuvante no câncer de mama triplo negativo

    MAMA bxSibylle Loibl, do German Breast Group, apresentou no ASCO 2021 dados de estudo randomizado (GeparNuevo) que avaliou o anti PD-L1 durvalumabe em pacientes com câncer de mama triplo negativo no cenário neoadjuvante (Abstract 506).

  • Primeiro trastuzumabe biossimilar brasileiro atualiza dados de segurança

    Bio Verde NET OK 2Dados atualizados do programa de vigilância do primeiro trastuzumabe biossimilar brasileiro são reportados em estudo que integra o programa científico do ASCO 2021 e tem como primeiro autor o oncologista Alisson Monteiro da Silva.

  • Talazoparib mostra resultados no câncer de mama germline no cenário neoadjuvante

    jennifer littonApresentação de Jennifer Keating Litton (foto), do MD Anderson Cancer Center, marcou um dos destaques da sessão oral da ASCO na oncologia mamária, com resultados da avaliação de eficácia e segurança do tratamento neoadjuvante com talazoparib (TALA) em pacientes com câncer de mama inicial com mutação germline BRCA1 / 2 e HER2 negativo.

  • BEGONIA: estudo mostra dados de eficácia e segurança no câncer de mama triplo negativo

    mama 2021 bxSelecionado no programa do ASCO 2021, estudo multicêntrico e de múltiplos braços (BEGONIA) avalia a segurança e eficácia do anti PD-L1 Durvalumabe (Imfinzy ®, D) como primeira linha de tratamento do câncer de mama triplo negativo, associado à quimioterapia com Paclitaxel (P) ou em combinação com novos agentes. A análise apresenta resultados preliminares do Braço 1, D + P, e do Braço 6, que avalia Durvalumabe com Trastuzumabe-deruxtecan (D + T-DXd), um conjugado anticorpo-droga que combina um anti-HER2, um ligante clivável à base de tetrapeptídeo e uma carga útil do inibidor de topoisomerase I.

  • BEGONIA: combinação de durvalumabe com datopotamab-deruxtecan é novo braço de análise

    MAMA NET OKO estudo BEGONIA, um ensaio de Fase 1b/2 que avalia a segurança e eficácia do anti PD-L1 durvalumabe (Imfinzy®, D) em múltiplos braços e plataformas de análise, apresenta na sessão de Poster do ASCO 2021 dados do 7º braço, a combinação do anti PD-L1 com datopotamab-deruxtecan no câncer de mama triplo negativo (TNBC, da sigla em inglês).

  • OlympiA: inibidor de PARP adjuvante no câncer de mama precoce BRCA-mutado

    azambuja ok bxDestacado como Late Breaking Abstract 1 no ASCO 2021, o estudo OlympiA mostrou que a adição de 1 ano do inibidor de PARP olaparibe após a conclusão da quimioterapia (neo)-adjuvante padrão, cirurgia e radioterapia (se necessário) melhorou significativamente a sobrevida livre de doença invasiva (IDFS) e a sobrevida livre de doença à distância (DDFS) em pacientes com câncer de mama HER2-negativo em estágio inicial com mutações germinativas BRCA1 e BRCA2 e alto risco de recorrência. “Os resultados de sobrevida (IDFS e DDFS) são practice changing nessa população de pacientes com alto risco de recidiva”, avalia Evandro de Azambuja (foto), oncologista do Instituto Jules Bordet, na Bélgica, e coautor do estudo, que teve publicação simultânea na New England Journal of Medicine.

  • Subtipos de câncer de mama baseados em PAM50 e imunohistoquímica e mortalidade pela doença

    Estudo de base populacional publicado na Breast Cancer avaliou a capacidade prognóstica de subtipos baseados em imunohistoquímica (IHC) versus PAM50 para mortalidade por câncer de mama. Quem analisa os resultados é o mastologista Silvio Bromberg (foto), médico do Hospital Israelita Albert Einstein e da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Confira, em mais um PODCAST ONCONEWS.

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