Impacto da Classificação da OMS de 2022 na Leucemia Mieloide Crônica
Estudo brasileiro avaliou o impacto da classificação atualizada da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2022 para leucemia mieloide crônica, que omitiu a definição de fase acelerada, no prognóstico de pacientes tratados com imatinibe na primeira linha. “A omissão não alterou significativamente o prognóstico de nossa coorte em relação à sobrevida global e sobrevida livre de progressão. No entanto, é necessário mais debate, pois doses mais altas de inibidores de tirosina quinase são reembolsadas apenas para a definição "antiga" de fase acelerada”, observam os autores. O trabalho foi selecionado para a sessão de pôster no ASH 2024, em apresentação de Katia Pagnano (foto), do Hemocentro da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).