Imuno-histoquímica PD-L1 em câncer de pulmão
Pesquisadores franceses selecionaram várias análises de imuno-histoquímica disponíveis para avaliar a expressão de PD-L1 e compararam sua eficácia com os testes desenvolvidos em laboratório (LDT, do inglês laboratory-developed tests. Os resultados do estudo foram apresentados dia 7 de dezembro na 17ª Conferência Mundial de Câncer de Pulmão, por Julien Adam, do Gustave Roussy Cancer Center.
O uso regular de ibuprofeno pode reduzir o risco de câncer de pulmão entre indivíduos com história de tabagismo que integram os subgrupos de alto risco. É o que mostra estudo prospectivo apresentado na 17ª Conferência Mundial de Câncer de Pulmão (WCLC), em Viena.
Resultados do estudo ATLANTIC, de Fase II, mostraram eficácia e segurança do anti PD-L1 durvalumab no câncer de pulmão não pequenas células, em pacientes pesadamente pré-tratados. Os dados foram apresentados dia 7 de dezembro na 17ª Conferência Mundial de Câncer de Pulmão (WCLC) em Viena, Áustria.
Os resultados do estudo de Fase III AURA3 mostram o benefício de osimertinib em pacientes com câncer de pulmão não pequenas células que progrediram ao tratamento inicial e apresentam mutação T790M no fator de crescimento epidérmico (EGFR). Os resultados foram apresentados na 17 ª Conferência Mundial de Câncer de Pulmão (WCLC), em Viena, e publicados no New England Journal of Medicine.
O exemplo brasileiro da política anti-tabaco foi citado na coletiva de imprensa realizada dia 5 de dezembro na 17ª Conferência Mundial sobre Câncer de Pulmão da IASLC, ao lado de estratégias da Malásia, Irlanda, Austrália e Uruguai.
Os resultados de um pequeno estudo prospectivo apresentado no 2015 Genitourinary Cancers Symposium sugerem que o status da variante slice do receptor de androgênio (ou AR-V7) não afeta significativamente a resposta à quimioterapia com taxanos em homens com câncer de próstata metastático resistente à castração (CPRCm).
Em 2011, a US Preventive Services Task Force emitiu uma recomendação de que o PSA não deveria ser utilizado para o rastreamento do câncer de próstata em homens, independentemente da idade. Uma análise dos dados de cerca de 87.500 homens tratados para câncer de próstata desde 2005 apresentou um aumento notável em casos de maior risco da doença entre 2011 e 2013.
Uma análise dos dados de 945 pacientes com câncer de próstata sob vigilância ativa mostra diferenças nos resultados em pacientes de risco baixo ou intermediário no momento do diagnóstico.
Um estudo caso-controle com cerca de 180 mil homens sugere que a incidência de câncer de próstata é maior entre os homens com histórico de câncer de testículo (12,3%) do que entre aqueles sem histórico da doença (2,7%). O trabalho é apontado como um dos destaques do 2015 Genitourinary Cancers Symposium.
Estudo apresentado no 2015 Genitourinary Cancers Symposium, em Orlando, Flórida, liderado por W. James Morris, da BC Cancer Agency, em Vancouver, Canadá, comparou a eficácia de radioterapia externa com escalonamento de dose (EBRT) e braquiterapia de baixa taxa de dose com iodo-125 (LDR) para a doença de médio e alto risco segundo o National Comprehensive Cancer Network (NCCN). O radio-oncologista João Victor Salvajoli (foto), do Hcor-Onco, comentou os resultados com exclusividade para o Onconews.