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AtualizadoQui, 29 Jul 2021 4pm

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Daichii Sankyo

Primeira fábrica Varian da América Latina

Acelerador_Linear_NET_OK.jpgA Varian Medical Systems realizou dia 3 de março a cerimônia de lançamento da pedra fundamental de sua primeira fábrica da América Latina, em Jundiaí, São Paulo. A unidade vai produzir aceleradores lineares que serão comprados pelo Ministério da Saúde para utilização em hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS), além de atividades de pesquisa e treinamento.

A previsão é que a fábrica esteja pronta no final de 2017.  A Investe São Paulo, agência de promoção de investimentos ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, está assessorando a Varian em diversos aspectos, como orientação sobre incentivos tributários e análise ambiental dos possíveis lugares considerados para a instalação da fábrica. O terreno escolhido tem 17,5 mil m² quadrados, sendo que 4,7 mil m² serão de área construída.

A decisão de vir para o Brasil foi tomada após a empresa ter ganhado uma licitação do Ministério da Saúde em 2013, parte do Plano de Expansão de Radioterapia no Sus, lançado em 2012. No acordo, o Governo Federal se responsabiliza a investir R$ 500 milhões na compra de 80 aceleradores lineares da empresa que serão entregues até 2018, quando a fábrica começa a funcionar.

A norte-americana, por sua vez, além de produzir os equipamentos, fará a manutenção de máquinas e a transferência de tecnologia para institutos de pesquisa brasileiros. A empresa deverá ainda capacitar fornecedores para a linha de produção, já que o produto final deve ter ao menos 40% de partes, peças, acessórios e softwares feitos no Brasil.

Está prevista ainda a instalação de um centro de treinamento para profissionais da saúde em toda a América Latina que lidam com os aparelhos. Até o momento, essa capacitação era feita em Las Vegas, nos Estados Unidos.

"Com essa unidade no Brasil, a Varian está fazendo um investimento de longo prazo para que haja maior difusão do conhecimento e da melhoria do acesso de tecnologias já utilizadas nos maiores centros mundiais de tratamento do câncer", explica Humberto Izidoro, diretor geral da Varian no Brasil.


 

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