A pandemia de COVID-19 foi associada a diminuição no número de visitas clínicas presenciais, e embora as consultas por telemedicina tenham aumentado, desigualdades observadas no tratamento clínico presencial persistem. “Em uma avaliação das desigualdades no atendimento por telemedicina em 21 cânceres comuns, houve níveis claramente mais baixos do uso de ferramentas online por pacientes negros e não segurados, que moravam em áreas suburbanas ou rurais e residiam em regiões com baixo nível socioeconômico”, ressaltam os autores de estudo selecionado para apresentação no Congresso Anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO 2022), que acontece entre os dias 03 e 07 de junho.