Quimioterapia neoadjuvante e cirurgia radical versus quimiorradiação no câncer de colo uterino
Estudo brasileiro selecionado para apresentação em pôster na ESMO 2018 pretende avaliar a quimioterapia neoadjuvante e cirurgia radical versus quimiorradiação no câncer de colo do útero estádios IB2, IIA2 e IIB. Selecionado na categoria “Estudo em andamento” (do inglês, trial in progress – TiP), o desenho do trabalho foi apresentado por Francisco José Candido dos Reis (foto), médico do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo.
Na sessão de pôster do ESMO 2018, uma revisão sistemática e atualizada da literatura e uma meta-análise de ensaios clínicos randomizados (RCT) realizada por pesquisadores da BP- A Beneficência Portuguesa de São Paulo, buscou caracterizar o risco de fadiga associada ao uso do inibidor de PARP olaparibe. O estudo teve como primeira autora a pesquisadora Viviane Schutz, e foi apresentado no evento pelo oncologista Rodrigo Mariano (foto).
A imunoterapia com o anti PD-1 pembrolizumabe melhora a sobrevida em pacientes com câncer de cabeça e pescoço recorrente ou metastático. É o que apontam os resultados do KEYNOTE-048, apresentado no congresso ESMO 2018 por Barbara Burtness (foto), pesquisadora da Yale School of Medicine e primeira autora do estudo.
Inibidores do checkpoint imune têm mostrado respostas duradouras no câncer colorretal metastático. Agora, estudo apresentado na ESMO 2018 sugere que os imuno-oncológicos também têm papel no tratamento neoadjuvante no câncer de cólon em estágio inicial em tumores com deficiência nos genes de reparo (mismatch repair deficiency - dMMR), com taxas de resposta clinicamente significativas.
A radioterapia traz benefícios para pacientes com câncer de próstata com baixa carga de doença metastática, mas não naqueles com maior carga de doença disseminada. É o que apontam os resultados de uma análise pré-planejada do estudo STAMPEDE apresentada em sessão oral no Congresso ESMO 2018 e publicada simultaneamente na
A combinação de avelumab e axitinib melhora significativamente a sobrevida livre de progressão (SLP) em pacientes com carcinoma de células renais avançado (CCR) sem tratamento prévio. Os dados são do estudo JAVELIN Renal 101, apresentado no Congresso ESMO 2018 pelo oncologista Robert Motzer (foto), do Memorial Sloan Kettering Cancer Center, em Nova York.