01122020Ter
AtualizadoSeg, 30 Nov 2020 1am

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Daichii Sankyo

ELOQUENT-1: elotuzumab não atinge endpoint primário no mieloma múltiplo sem tratamento prévio

ASH Sangue NET OKO estudo de fase III ELOQUENT-1 não atingiu o endpoint primário de sobrevida livre de progressão em pacientes com mieloma múltiplo recém diagnosticado, sem tratamento prévio e não elegíveis ao transplante. O estudo avaliou a combinação de elotuzumab (Empliciti®, Bristol Myers Squibb) mais lenalidomida (Revlimid®) e dexametasona (ERd) versus lenalidomida e dexametasona isolada (Rd).

Na análise final, a adição de elotuzumab não mostrou uma melhoria estatisticamente significativa na sobrevida livre de progressão (SLP), endpoint primário do estudo. Endpoints secundários incluíram taxa de resposta objetiva e sobrevida global. O perfil de segurança de ERd foi consistente com o perfil conhecido da combinação. A avaliação completa dos dados do ELOQUENT-1 deve ser apresentada em um congresso médico nos próximos meses.

"O mieloma múltiplo é uma doença agressiva caracterizada por recaída e com probabilidade de ser refratária a várias terapias", observou Meletios A. Dimopoulos, professor e presidente do Departamento de Terapêutica Clínica da Faculdade de Medicina da Universidade Kapodistrian, em Atenas. "Apesar da combinação de elotuzumabe, lenalidomida e dexametasona não ter demonstrado benefício em pacientes com mieloma múltiplo recentemente diagnosticado, ela continua sendo uma opção de tratamento importante no cenário recidivado/refratário", acrescentou.

O elotuzumab foi inicialmente aprovado pela FDA em 2015 em combinação com lenalidomida e dexametasona para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo que receberam uma a três terapias anteriores. Em 2018, o medicamento foi aprovado pela agência norte-americana em uma nova combinação, com pomalidomida e dexametasona, para o tratamento de pacientes com mieloma múltiplo que receberam pelo menos duas terapias anteriores, incluindo lenalidomida e um inibidor do proteassoma. As indicações ELd e EPd foram subsequentemente aprovadas pela Comissão Europeia em 2016 e 2019, respectivamente. 


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