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AtualizadoDom, 17 Jan 2021 8pm

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Daichii Sankyo

CEPON mostra experiência institucional no mundial de pulmão

Carolina Dutra CEPON NET OKEstudo retrospectivo observacional apresentado no congresso mundial de pulmão (WCLC 2017) mostrou os resultados de uma instituição pública brasileira sobre mutações EGFR na população de pacientes com CPNPC. O trabalho tem como primeira autora a oncologista Carolina Dutra (foto), do CEPON (Centro de Pesquisas Oncológicas).

A prevalência de mutações de EGFR em pacientes com câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC) não escamoso varia de 15% a 40%. No Brasil, apesar da conhecida heterogeneidade étnica, existem poucos dados sobre mutações EGFR na população de pacientes com CPNPC.

Foram considerados os prontuários de 345 pacientes com CPNPC não escamoso, selecionados entre janeiro de 2011 e dezembro de 2016. Os pesquisadores identificaram que 74% (255) da amostra foram testados para mutações acionáveis do EGFR, o que mostra um padrão incremental frente aos 22% dos pacientes testados em 2011. As mutações EGFR foram encontradas em 18,03% (46/255) usando o método PCR COBAS em tecido tumoral e foram mais prevalentes em mulheres (30,09% vs. 9,60%; p <0,001); e em não fumantes (49,12 vs. 9,58%; p <0,001), mas nenhuma diferença significativa foi encontrada em relação à idade abaixo de 50 anos (27,66 vs. 17,28%; p = 0,159). A idade média dos pacientes mutados foi de 59 anos, com predomínio de mulheres (74% vs. 26%). A alteração genética mais frequentemente detectada foi a deleção do exon 19 (50%), seguida da mutação L858R (36%). Entre os 46 pacientes com mutação EGFR acionável, 32 receberam getitinibe ou erlotinibe na primeira ou segunda linha.

A conclusão dos autores aponta avanços na taxa de triagem de EGFR em pacientes com câncer de pulmão não pequenas células avançado. “Isso melhorou ao longo dos anos, refletindo a disponibilidade do teste, a educação médica e o acesso mais fácil aos TKIs no CEPON”, explicam os autores. “A prevalência de mutações de EGFR em nossa população (18,03%) é ligeiramente inferior a de outros estudos com pacientes brasileiros (cerca de 20%), talvez refletindo a imigração européia no Sul do Brasil. O perfil epidemiológico é semelhante a estudos anteriores que mostram taxas de mutação de EGFR mais altas em pacientes do sexo feminino e na população não tabagista”..

Referência: P1.06-007 - EGFR Status Evaluation and Epidemiological Profile in Patients with NSCLC in a Brazilian Public Health Instituition (Now Available) 
09:30 - 09:30 | Presenting Author(s): Carolina Dutra | Author(s): C.D.S.M. Emerich, M. Debiasi, F.Z. Caorsi, S.E. Beal, T.C.M. Flores


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