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Coberturas Especiais

Entre as mulheres com câncer de mama triplo-negativo, o benefício da adição de bevacizumabe à quimioterapia neoadjuvante padrão foi maior para aqueles cânceres classificados como basal-like em comparação com outros subtipos moleculares. Apesar disso, o benefício da adição de carboplatina foi equivalente entre os subtipos. Essa foi a conclusão do estudo apresentado em San Antonio por William M. Sikov, do Alpert Medical School da Brown University, em Providence, Rhode Island.

Segundo dados do estudo de fase III ICE apresentados no San Antonio Breast Cancer Symposium, pacientes idosos com câncer de mama de risco moderado a alto e doença em estágio inicial, e para quem a quimioterapia padrão é muito tóxica, a quimioterapia com capecitabina provoca menos efeitos colaterais que a quimioterapia padrão, mas não melhora os resultados quando testada como monoterapia. 

SABCS_image_NET_OK.jpgPesquisadores de todo o mundo estão reunidos em San Antonio para discutir os principais avanços no tratamento do câncer de mama.  Em sua 37ª edição, o  San Antonio Breast Cancer Symposium  tem mais de 7.500 participantes, de 90 países.

Mastectomia_NET_OK.jpgDe acordo com dados apresentados na 37ª edição do San Antonio Breast Cancer Symposium, mulheres com câncer de mama HER2-positivo que tinham altos níveis de células imunes em seus tumores tiveram uma diminuição do risco de recorrência do câncer após o tratamento com quimioterapia isoladamente, em comparação com aquelas que tinham baixos níveis de células imunes infiltrantes no tumor.

ash_logo.pngAconteceu no Moscone Center em São Francisco, Califórnia, a 56ª edição do encontro anual da ASH, a conferência da Sociedade Americana de Hematologia. Este ano, de 6 a 9 de dezembro a ASH apresentou mais de 3 mil abstracts, entre a exibição de pôsteres e apresentações orais , com as últimas novidades da oncohematologia mundial. Veja o que foi destaque na ASH 2014.

imbruvica.jpgO estudo de fase III RESONATE e o ensaio de fase II RESONATE-17, desenhado para avaliar a eficácia e segurança do ibrutinibe no tratamento da Leucemia Linfocítica Crônica (LLC) recorrente ou refratária, apresentaram na 56ª ASH dados que mostram os benefícios desse agente terapêutico na população geral de pacientes e principalmente no subgrupo com deleção do cromossomo 17 (del 17p), variante agressiva da doença. O oncohematologista Marcelo Eduardo Zanella Capra comenta com exclusividade para o Onconews os resultados do RESONATE-17.

dasatinib_molecula_bx.jpgO estudo randomizado DASISION confirmou nesta 56ª ASH a superioridade do dasatinibe em comparação com imatinibe em pacientes com Leucemia Mieloide Crônica  em fase crônica (LMC-CP), sem tratamento prévio.

ASH_Sangue_NET_OK.jpgA 56ª ASH mostrou avanços para pacientes vulneráveis e com doença de difícil controle. É o caso de novas combinações de tratamentos e terapias direcionadas para linfoma e mieloma múltiplo, que estão entre os destaques desta edição anual. Apesar dos avanços nos tratamentos de linfoma, melhorar o prognóstico para pacientes com recidiva de doença e resistente ao tratamento ainda é um desafio. 

Philip_NET_OK_1.jpgOs resultados da análise final do estudo CLL10 foram destaque na sessão plenária de sábado, na ASH 2014. O estudo foi liderado pelo grupo alemão (GCLLSG) e avaliou a quimioimunoterapia com fludarabina, ciclofosfamida e rituximabe versus bendamustina e rituximabe em pacientes com Leucemia Linfocítica Crônica (LLC), sem tratamento prévio. O oncohematologista Phillip Scheinberg comentou o estudo com exclusividade para o Onconews.