Metástases cerebrais dos tumores sólidos
Marcelo Cruz, oncologista clínico do Hospital São José, participou do IV Congresso Internacional de Neuro-Oncologia, oportunidade em que destacou o manejo das metástases cerebrais dos tumores sólidos.
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Marcelo Cruz, oncologista clínico do Hospital São José, participou do IV Congresso Internacional de Neuro-Oncologia, oportunidade em que destacou o manejo das metástases cerebrais dos tumores sólidos.
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Michael Vogelbaum, neuro-oncologista da Cleveland Clinic, em Ohio, Estados Unidos, participou do IV Congresso Internacional de Neuro-Oncologia e falou à TV Onconews sobre os avanços no tratamento dos gliomas de alto grau.
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O neuro-oncologista Marcos André Costa, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, comenta o uso promissor da imunoterapia nos tumores cerebrais.
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O oncologista Fernando Maluf, do Centro Oncológico Antonio Ermírio de Moraes (COAEM), falou a TV Onconews sobre os estudos com bevacizumabe na neuro-oncologia, em diferentes cenários.
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Marcos Maldaun, presidente da Sociedade Latino-Americana de Neuro-Oncologia (SNOLA) e um dos coordenadores do IV Congresso Internacional de Neuro-Oncologia, fez um overview do evento para a TV Onconews.
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Janio Nogueira, neuro-cirurgião do INCA, participou do IV Congresso Internacional de Neuro-Oncologia e falou à TV Onconews sobre a ressecção de metástase cerebral em bloco versus piecemeal.
Em Linfoma Não Hodgkin, o anti CD-20 obinutuzumabe (Gazyva®), mostrou bons resultados na apresentação do estudo GADOLIN (LBA 8502). Laurie Helen Sehn e colegas mostraram em Chicago os dados preliminares do estudo de fase III que investigou obinutuzumab mais bendamustina comparado a bendamustina isoladamente, em pacientes com linfoma não-Hodgkin refratários a terapia com rituximab.
A atividade antitumoral de neratinibe em câncer de mama HER2 positivo será apresentada na ASCO 2015. Até agora, o agente tem se apresentado como um potente inibidor de HER-2 e também inibe a quinase do receptor de fator de crescimento epidérmico (EGFR).
A aprovação do everolimus, em 2012, em combinação com o exemestano para o tratamento de pacientes com receptor hormonal positivo (RH +) na pós-menopausa forneceu a prova de princípio de que a combinação de um agente hormonal com uma terapia-alvo pode prolongar a sobrevida dos pacientes e manter a terapia hormonal por um longo período de tempo. Desde então, diferentes esquemas de combinação com terapia endócrina têm sido desenvolvidos para o câncer de mama RH +.
O tratamento das doenças linfoproliferativas também tem experimentado avanços importantes. No esteio de um leque de inovações, a Leucemia Linfocítica Crônica vive uma verdadeira revolução, que coloca mais uma vez em evidência na ASCO os estudos com o ibrutinib (Imbruvica®), da Janssen (LBA 7005).
A seleção molecular tem tido papel crescente no tratamento do câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC), em um cenário onde biomarcadores como EGFR ou mutações ALK permitem estabelecer um novo padrão de tratamento em tumores com histologia de células escamosas. Pacientes com CPNPC não-escamoso avançado também têm alcançado ganho de sobrevida com antiangiogênicos como bevacizumabe e agentes como o pemetrexede.