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AtualizadoQua, 08 Maio 2024 8pm

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Daichii Sankyo

 

GENITURINÁRIO

  • Dislipidemia e recorrência do câncer de próstata

    Pr__stata_Nova_NET_OK.jpgNíveis mais elevados de colesterol total e triglicérides foram associados com risco aumentado de recorrência do câncer de próstata em homens que foram submetidos a prostatectomia. 

  • Simpósio satélite destaca abiraterona no câncer de próstata

    Maluf_Franco.jpgO cenário do câncer de próstata metastático resistente a castração mantém uma disputa acirrada. A Janssen Cilag, fabricante do Zytiga, mostrou no franco-brasileiro os benefícios do acetato de abiraterona, um inibidor da biossíntese androgênica que comprovou ganho na sobrevida global. O oncologista clínico Fernando Cotait Maluf (foto) participou da apresentação e lembrou que as primeiras evidências vieram do estudo que randomizou 1.195 pacientes previamente tratados com docetaxel para receber 5 mg de prednisona duas vezes por dia com 1000 mg de acetato de abiraterona (797 pacientes) ou placebo (398 pacientes).

  • Abiraterona confirma resultados positivos em câncer de próstata metastático resistente a castração

    Nota1_ESTRO_prostata_3_OK.jpgA análise final do estudo de fase III COU-AA-302 foi um dos destaques apresentados na conferência anual da ESMO 2014 e demonstrou que o uso de acetato de abiraterona combinado à prednisona pode retardar significativamente a progressão do câncer de próstata metastático resistente à castração (CPRCm) em pacientes sem quimioterapia anterior.

  • Radioterapia, privação androgênica e qualidade de vida no câncer de próstata

    ASTRO_Hormone_Nota_Val_NET_OK.jpgPacientes com câncer de próstata de alto risco que recebem radioterapia (RT) e terapia de privação de androgênio (ADT) por 18 meses recuperaram o nível normal de testosterona em um curto período de tempo em comparação com aqueles que receberam 36 meses de bloqueio hormonal, resultando em melhor qualidade de vida, sem prejuízo nos resultados a longo prazo. É o que mostra a pesquisa apresentada na 56ª reunião anual da ASTRO.

  • Radioterapia hipofracionada e qualidade de vida no câncer de próstata

    Nota4_ESTRO_Radiotherapy_2_OK.jpgDe acordo com uma pesquisa apresentada na 56ª ASTRO, pacientes com câncer de próstata que receberam radioterapia (RT) hipofracionada (HPFX) relataram que sua qualidade de vida, bem como a função da bexiga e do intestino, estão em níveis semelhantes antes e após a RT. 

  • Guideline para câncer de próstata metastático resistente à castração

    ASCO_prostata_1.jpgA Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) e o Cancer Care Ontario convocaram um painel de especialistas para desenvolver recomendações baseadas em evidências sobre o tratamento do câncer de próstata metastático resistente à castração, a partir de uma revisão sistemática da literatura. 

  • NICE autoriza enzalutamida no câncer de próstata metastático resistente à castração

    ASCO_prostata_1.jpgO Instituto Nacional de Saúde e Assistência de Excelência do Reino Unido (do inglês, NICE) recomendou a enzalutamida para o tratamento do câncer de próstata metastático resistente à castração que tenha progredido durante ou após a quimioterapia à base de docetaxel. No entanto, o uso da enzalutamida não vai ser coberto pelo sistema de saúde do Reino Unidos para pacientes previamente tratados com abiraterona.

  • Vasectomia e câncer de próstata

    Nota1_ESTRO_prostata_3_OK.jpgUm estudo realizado pela Harvard School of Public Health (HSPH) e publicado online no Journal of Clinical Oncology (JCO) sugere que a vasectomia pode estar associada com o aumento do risco de câncer de próstata. No estudo, os pesquisadores descobriram que a associação permaneceu mesmo entre os homens que receberam o exame de PSA normal, o que indica que o aumento do risco de câncer não pode ser explicado pelo viés do diagnóstico. 

  • Terapia de prótons no câncer de próstata não tem evidências

    Pr__tons_NET_OK.jpgA Sociedade Americana de Radioterapia (ASTRO) divulgou no mês de junho sua recomendação para as políticas de cobertura sobre o uso da terapia de prótons em câncer de próstata, baseada na força das evidências sobre a eficácia do tratamento.

  • Estratégias de privação hormonal em câncer de próstata

    ASCO_prostata_1.jpgDe acordo com um grande estudo de base populacional que observou homens com recaída do PSA após cirurgia de próstata ou radioterapia, é possível atrasar a terapia de privação androgênica, também conhecida como terapia hormonal, até o início dos sintomas ou aparecimento de câncer, sem comprometer substancialmente a sobrevida de longo prazo.

  • Hormonioterapia mais radioterapia no câncer de próstata localizado

    Homens com câncer de próstata com risco intermediário tratados com radioterapia combinada com hormonioterapia de curta duração têm ganhos de sobrevida, de acordo com os resultados de uma nova pesquisa divulgada na ESTRO este ano. 

  • Braquiterapia no câncer de próstata

    Nota1_ESTRO_prostata_3_OK.jpgO uso da braquiterapia permanente, um processo em que fontes radioativas são colocadas no interior da próstata, junto ao tumor, preserva a função erétil em cerca de 50% dos pacientes com câncer de próstata. É o que mostram os resultados da pesquisa do austríaco Renée Oismüller apresentada no 33º encontro promovido pela sociedade europeia de radioterapia (ESTRO), realizado em Viena, Áustria, no início de abril.

  • Prostatectomia ou vigilância no câncer de próstata localizado

    NotasAntigas_Sergio_Nota5_Jennifer.jpgUm artigo publicado na edição de 6 de março do New England Journal of Medicine trouxe o resultado de um seguimento de longo prazo, realizado por pesquisadores do Hospital da Universidade de Uppsala, na Suécia, que mostrou uma redução substancial na mortalidade de pacientes com câncer de próstata localizado submetidos à prostatectomia radical versus aqueles acompanhados com vigilância ativa.

  • Novo teste pode prever recorrência do câncer de próstata

    Nota1_ESTRO_prostata_3_OK.jpgUma nova "assinatura" genética pode auxiliar a identificar pacientes com câncer de próstata que estão em alto risco de recorrência após cirurgia ou radioterapia. O método foi desenvolvido por pesquisadores do Canadá e apresentado no início de abril na 33ª Conferência da Sociedade Europeia de Radioterapia e Oncologia (ESTRO33), em Viena, Áustria.

  • Sunitinibe em idosos com câncer renal

    Nota7_ELCC_Idoso_3_OK.jpgUm grupo multicêntrico conduziu uma análise retrospectiva do resultado de sunitinibe em função da idade, em pacientes com carcinoma de células renais metastático. O estudo reuniu nomes de peso da área, como o oncologista Robert Motzer, do Memorial Sloan-Kettering Cancer Cencer, e o oncologista brasileiro Carlos Barrios, do Instituto de Câncer Mãe de Deus, de Porto Alegre.

  • Novas abordagens para o câncer de próstata resistente à castração

    timeline_CPRC.jpgTratamento do câncer de próstata resistente à castração alimenta a disputa entre as big pharma e empresas de biotecnologia, com novos avanços terapêuticos.

  • Câncer de pênis, uretra e testiculos

    testiculo.jpgApesar de representar uma proporção relativamente pequena dos resumos apresentados no Simpósio GU deste ano, tumores de pênis, uretra e testículos foram tema de dois estudos notáveis.

  • Estatinas no câncer de próstata hormônio-sensível

    Fernando_Cotait_Maluf_NET_OK.jpgO uso da estatina tem sido associado a uma diminuição do risco de recorrência após a terapia local e a um menor risco de mortalidade por câncer de próstata. Lauren Christine Harshman, do Dana-Farber Cancer Institute, apresentou estudo no 2015 Genitourinary Cancers Symposiumavaliando a associação entre o uso de estatinas e a progressão do câncer de próstata entre os homens recém-iniciados na terapia de deprivação androgênica (ADT, da sigla em inglês). O oncologista Fernando Maluf (foto) comenta o estudo para o Onconews.

  • Biomarcador osteogênico em câncer de próstata agressivo

    ASCO_prostata_1.jpgDe acordo com pesquisadores da Universidade de Michigan, o fator de transcrição RUNX2 parece estar anormalmente expresso no câncer de próstata e pode estar associado com a doença metastática. É o que mostra estudo publicado na edição de 13 de abril do periódico Oncogene,em artigo que sugere que este biomarcador pode ser um avanço importante no diagnóstico e tratamento do câncer de próstata.

  • Novo gene no câncer de próstata agressivo

    BALANCO_PROSTATA_bx_ASCOGU.jpgPesquisadores da Upstate Medical University e da Universidade de Harvard usaram meta-análise por bioinformática para comparar várias bases de dados e descobriram que as alterações no gene WAVE1 foram associadas com um período mais curto de remissão em pacientes com câncer de próstata. Os resultados também mostraram que 22,9% dos casos de câncer de próstata revisados apresentava a deleção do WAVE1 (Família de Proteínas WASP Homólogas a Verprolina).

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