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AtualizadoQui, 21 Jun 2018 7pm

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Coberturas Especiais

Controvérsias em câncer de mama

Rodrigo DebiasiOs oncologistas Marcio DeBiasi, do Breast International Group (BIG), em Bruxelas, e Rodrigo Guindalini, médico da clínica CLION, em Salvador, conversam sobre os estudos em câncer de mama que foram destaque na ASCO 2018. 


Mudança de paradigma

Rachel RuiEm vídeo, os oncologistas Rachel Riechelmann e Rui Weschenfelder, do Grupo Brasileiro de Tumores Gastrointestinais (GTG), abordam os estudos mais importantes do encontro de Chicago em tumores gastrointestinais não-colorretal. “O estudo de mfolforinox adjuvante no câncer de pâncreas muda a história do tratamento da doença e tem uma aplicação prática imediata”, avalia o especialista. Confira.

Imunoterapia no câncer de mama

O oncologista Romualdo Barroso Sousa, fellow do Dana-Farber Cancer Center, comenta os resultados de estudo que discute determinantes da alta carga mutacional do tumor (TMB) e assinaturas mutacionais no câncer de mama (Abstract 1010). O especialista brasileiro apresentou o trabalho na ASCO 2018, como parte do Clinical Science Symposium sobre imunoterapia no câncer de mama (Breast Cancer Immunotherapy: Can We Crack the Code?). Confira.

Destaques em câncer colorretal


Os estudos em tumores colorretais que concentraram as atenções na ASCO 2018 são tema de vídeo com as oncologistas Rachel Riechelmann e Anelisa Coutinho, do Grupo Brasileiro de Tumores Gastrointestinais (GTG). “O PRODIGE-7 avaliou o benefício da quimioterapia hipertérmica (HIPEC) com oxaliplatina em pacientes submetidos à ressecção de doença peritoneal de câncer colorretal. O resultado foi completamente negativo para sobrevida global, obviamente com maior toxicidade para o grupo que recebeu HIPEC. Esse é um estudo que muda a prática”, afirma Anelisa. Assista.

Perspectivas da genômica

Em vídeo, o oncologista André Marcio Murad, coordenador do GBOP- Grupo Brasileiro de Oncologia de Precisão, ilustra alguns dos estudos que investigaram a oncologia de precisão e suas aplicações. Entre os destaques estão trabalhos em biopsia líquida, um deles avaliando a amplificação do gene que codifica a proteína HER2 de vários tumores já refratários ao tratamento, além do estudo que fornece evidências preliminares de que um exame de sangue pode ser capaz de detectar câncer de pulmão em estágio inicial. “Os resultados são bastante promissores e evidenciam potencial para ajudar a melhorar as taxas de detecção precoce”, afirma Murad, que também é professor adjunto e Coordenador da Disciplina de Oncologia da UFMG.e diretor clínico da Personal - Oncologia de Precisão e Personalizada. Assista.

Câncer de pulmão na ASCO 2018

Morbeck Araujo ASCO2018Igor Morbeck, oncologista do Hospital Sírio-Libanês e professor da PUC, em Brasília; e Luiz Henrique Araújo, oncologista do INCA e do Americas Oncologia, no Rio de Janeiro, discutem os destaques em câncer de pulmão apresentados no Congresso da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO). Em perspectiva, o papel da imunoterapia na primeira linha de tratamento do câncer de pulmão, bem como a quimioterapia nesse cenário. No KEYNOTE-042, os especialistas questionam o resultado adicional no cutoff de 1 a 49% de expressão do PD-L1. “O que puxou o resultado positivo do estudo foi a subcoorte acima de 50% de expressão do PD-L1. A análise exploratória mostra que ali está o grande benefício”, avaliaram.

Radioterapia em câncer de mama e pâncreas

Robson Ferrigno NET OK 2O radio-oncologista Robson Ferrigno (foto), médico responsável pelos Serviços de Radioterapia dos Hospitais BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo - e BP Mirante, analisa estudos apresentados na ASCO 2018 que avaliaram o papel da radioterapia no câncer de mama estádios I a III e no câncer de pâncreas operável ou no limite de possibilidade de ressecção.

Panorama do câncer de próstata

Os oncologistas Andrey Soares e Fernando Sabino, respectivamente chair e vice-chair do LACOG GU, comentam os destaques em câncer de próstata da ASCO 2018. Em discussão, trabalhos que avaliaram o papel da quimioterapia adjuvante na doença localizada de alto risco; combinação de abiraterona com o inibidor de Parp olaparibe no câncer de próstata metastático resistente à castração não tratados previamente com agente hormonal; além do uso da abiraterona + ADT em pacientes com recidiva bioquímica. Assista.

RealGIDO: eficácia e segurança em estudo de mundo real

Diogo Bugano NET OKEstudo observacional de mundo real com participação de 13 países comprovou a eficácia do afatinibe para o tratamento de câncer de pulmão metastático com mutações de EGFR, e mostrou que reduções de dose garantem menos efeitos colaterais, sem comprometer a eficácia. Os dados são do RealGIDO, aceito em publicação eletrônica na ASCO 2018. “Estes dados consolidam o afatinibe, atualmente incluído no ROL da ANS, como uma das principais opções no tratamento de primeira linha do câncer de pulmão EGFR-mutado, e suportam a prática dos oncologistas que iniciam o tratamento na dose de 30mg/dia para pacientes frágeis”, avalia o oncologista Diogo Bugano, médico do Hospital Israelita Albert Einstein.

Atualização em melanoma


Em vídeo, os oncologistas Antonio Carlos Buzaid, Diretor Médico Geral do Centro Oncológico da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo e membro do Comitê Gestor do Centro de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein, e Rafael Schmerling, oncologista clínico da BP, analisam os principais trabalhos apresentados na sessão oral de melanoma. Entre os temas destacados está a imunoterapia versus terapia-alvo no tratamento adjuvante, o estadiamento do melanoma pela 8ª edição do American Joint Committee on Cancer (AJCC), além dos estudos COLUMBUS, KEYNOTE-006 e DECOG na doença metastática. Confira.


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