21112018Qua
AtualizadoQua, 21 Nov 2018 12am

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Manejo do câncer de próstata agressivo

Prostata 2018 NET OKEstudo publicado no JAMA Oncology investigou se o tratamento do câncer de próstata Gleason de 9-10 com prostatectomia radical, radioterapia externa adjuvante (EBRT) e terapia de privação androgênica (denominado MaxRP) ou radioterapia, braquiterapia e terapia de privação androgênica (denominado MaxRT) estão associados à diferenças no risco de mortalidade específica por câncer de próstata (PCSM) e ao risco de mortalidade por todas as causas (ACM).


Combinação de terapias-alvo mostra resultados em tumores do trato digestivo

Trato Biliar NET OKUm estudo de fase II apresentado como late breaking abstract no 30th EORTC-NCI-AACR Symposium on Molecular Targets and Cancer Therapeutics em Dublin, Irlanda, mostrou a eficácia da combinação de inibidores de BRAF e MEK no tratamento do câncer do trato biliar e adenocarcinoma do intestino delgado avançado e/ou metastático que não responderam a tratamentos anteriores.

MYSTIC: durvalumabe não atinge resultados no CPNPC estádio IV

Pulm o 2017 NET OKNo câncer de pulmão não-pequenas células (CPNPC) metastático (estádio IV), o anti-PD-L1 durvalumabe em monoterapia ou em combinação com o anti-CTLA4 tremelimumabe não melhorou a sobrevida global em comparação com a quimioterapia padrão (SoC). Os dados do estudo de fase III MYSTIC foram divulgados pela AstraZeneca e pela MedImmune, braço de pesquisa e desenvolvimento biológico da farmacêutica.

Toxicidades cardiovasculares associadas a inibidores do checkpoint imunológico

cardiotoxicidade NET OKPesquisadores do Centro Médico da Universidade Vanderbilt (VUMC), em Nashville, Tennessee, buscaram identificar e caracterizar os eventos adversos cardiovasculares significativamente associados ao tratamento com inibidores de checkpoint imunológico. Os resultados do estudo publicado no Lancet Oncology mostraram que as complicações cardíacas e vasculares incluem miocardite, pericardite, vasculite e arritmias, e que elas ocorrem no início do tratamento.

FDA concede revisão prioritária para o atezolizumabe no câncer de mama triplo negativo PD-L1+

MAMA bxO U.S. Food and Drug Administration (FDA) concedeu revisão prioritária ao anti-PD-L1 atezolizumabe (Tecentriq®, Roche) em combinação com a quimioterapia nab-paclitaxel (Abraxane®) no tratamento de primeira linha do câncer de mama triplo negativo metastático ou com expressão positiva de PD-L1. A decisão foi baseada nos resultados do estudo IMpassion130, apresentados em outubro durante o Congresso ESMO 2018, em Munique, Alemanha.

Vitamina D e ômega-3 não previnem câncer e doenças cardiovasculares

Prevencao NET OKSuplementos de vitamina D e ômega-3 não têm papel na prevenção de câncer ou doenças cardíacas. Os resultados dos estudos VITamin D e OmegA-3 TriaL - conhecidos como VITAL - foram apresentados na American Heart Association Scientific Sessions 2018, em Chicago, e publicados no New England Journal of Medicine. O estudo envolveu mais de 25 mil norte-americanos com mais de 50 anos e sem histórico de câncer ou doenças cardiovasculares.

FDA aprova pembrolizumabe no carcinoma hepatocelular previamente tratado

Hepatocelular NET OKO U.S. Food and Drug Administration (FDA) aprovou o anti-PD-1 pembrolizumabe (Keytruda®, MSD) para o tratamento de pacientes com carcinoma hepatocelular previamente tratados com sorafenibe. A aprovação foi baseada nos dados do KEYNOTE-224, um estudo aberto, multicêntrico, de braço único, que avaliou o tratamento com pembrolizumabe em 104 pacientes com CHC que tiveram progressão da doença durante ou após o sorafenibe, ou eram intolerantes ao sorafenibe.

Cannabis e canabinoides na oncologia

cannbrasil2018 NET OKEspecialistas do mundo inteiro participam do 1º CannX Brasil – Congresso Internacional de Medicina Canabinoide, que de 12 a 14 de novembro reúne no Centro de Convenções Rebouças, São Paulo, pesquisadores e instituições interessados em diferentes aplicações da maconha medicinal. “Na oncologia, observamos que as prescrições no Brasil infelizmente estão estagnadas e que falta conhecimento”, resume Leandro Stelitano, presidente da CANNAB, Associação para Pesquisa e Desenvolvimento da Cannabis Medicinal no Brasil.

Painel multigenes e confirmação diagnóstica no câncer de tireoide

tireoide NET OKAproximadamente 20% das aspirações por agulha fina (PAAF) de nódulos tireoideanos têm citologia indeterminada, frequentemente Bethesda categoria III ou IV. Agora, resultados de estudo publicado no Jama Oncology mostram que um painel multigenes (ThyroSeq® Genomic Classifier) aumenta a precisão diagnóstica de nódulos tireoideanos indeterminados, evitando cirurgias desnecessárias para confirmação.

Histerectomia minimamente invasiva vs aberta no câncer do colo do útero

Reitan ribeiro NET OKEstudo com a participação de centros brasileiros demonstrou que a histerectomia laparoscópica foi associada a menores taxas de sobrevida livre de doença e sobrevida global do que a cirurgia aberta em mulheres com câncer de colo do útero estágio inicial. Os dados foram publicados no New England Journal of Medicine. “O LACC Trial, que havia sido desenhado para provar não inferioridade, foi prematuramente encerrado, por orientação do comitê de segurança, assim que ficou evidente a superioridade de um dos braços”, diz Reitan Ribeiro (foto), cirurgião oncológico dos Hospitais Erasto Gaertner, Vita Batel e Marcelino Champagnat e um dos médicos brasileiros que participou do estudo.

Anvisa aprova olaparibe em apresentação de comprimidos

ANGELICA NET OK FRANCOA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do inibidor de PARP olaparibe (Lynparza™) em apresentação de comprimidos. “A nova forma de apresentação em comprimidos é mais confortável para as pacientes, visto que, para a equivalência de eficácia, eram necessárias 16 cápsulas ao dia”, afirma a oncologista Angélica Nogueira-Rodrigues (foto), presidente do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA/GBTG).

Avelumabe obtém precificação da CMED para carcinoma de células de Merkel

Melanoma v3 NET OKDepois do registro autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho, o imuno-oncológico avelumabe (Bavencio®) acaba de obter a precificação da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). O anti PD-L1 avelumabe é a primeira imunoterapia aprovada no tratamento do carcinoma de células de Merkel (CCM) metastático, um tipo raro e agressivo de câncer de pele que até então era abordado com terapia citotóxica, com resultados limitados.

Guia prático baseado em evidência de radioterapia hipofracionada para câncer de próstata localizado

Robson Ferrigno NET OK 2Acaba de ser publicado no periódico Journal of Clinical Oncology1 o guia prático de radioterapia hipofracionada para câncer de próstata localizado, elaborado por três Sociedades Americanas de especialidade: ASTRO (American Society for Therapeutic Radiation Oncoloy), ASCO (American Society of Clinical Oncology) e AUA (American Association of Urology). Os autores se basearam em questões chave e reportaram a força de recomendação, o nível de evidência e o consenso para o emprego de radioterapia hipofracionada de acordo com o tipo de fracionamento e grupos de risco dos pacientes. O radio-oncologista Robson Ferrigno (foto) comenta as conclusões desse consenso.

Anvisa aprova apalutamida no câncer de próstata não metastático resistente à castração

Prostata 2018 NET OKA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o medicamento apalutamida (Erleada®, Janssen-Cilag) para o tratamento de pacientes com câncer de próstata não metastático resistente à castração. Publicada no Diário Oficial da União (DOU) dia 15 de outubro, a aprovação se baseou nos dados do estudo fase III SPARTAN.

FDA aprova talazoparib no tratamento do câncer de mama BRCA mutado

Mama RaioX IlustraA agência norte-americana Food and Drug Administration (FDA) aprovou o tratamento com talazoparibe (TALZENNA, Pfizer Inc.), um inibidor de PARP para pacientes com câncer de mama metastático ou localmente avançado, com mutação de BRCA (gBRCAm), HER2 negativo. A decisão do FDA foi baseada nos resultados do EMBRACA (NCT01945775), um estudo aberto que randomizou 431 pacientes (2: 1) com câncer de mama localmente avançado ou metastático, HER2 negativo, BRCA mutado, para receber talazoparibe (1 mg) ou quimioterapia de escolha do médico (capecitabina, eribulina, gencitabina ou vinorelbina).

Combinação de imunoterápicos é aprovada na primeira linha no câncer renal metastático

Renal 2 NET OKA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a combinação de nivolumabe (Opdivo®, BMS) e ipilimumabe (Yervoy®, BMS) como primeira linha de tratamento para pacientes com câncer renal avançado ou metastático de risco intermediário ou alto, não tratados previamente. A combinação foi avaliada no estudo clínico de fase III CkeckMate 214, e demonstrou um aumento significativo de sobrevida global (SG) em comparação com o tratamento padrão com sunitinibe.

Anvisa aprova cabozantinibe no câncer renal avançado ou metastático

FABIO SCHUTZ LACOG GU NET OKA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso do inibidor de MET, AXL e VEGFR levomalato de cabozantinibe (Cabometyx®) para tratamento de adultos com carcinoma de células renais (ou câncer de rim) avançado ou metastático em primeira e segunda linha. Publicada no Diário Oficial da União (DOU) dia 15 de outubro, a decisão foi baseada nos estudos clínicos CABOSUN (primeira linha) e METEOR (segunda linha). Fábio Schutz (foto), oncologista da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, comenta a aprovação.

EORTC propõe consenso para avaliar oligometástases no câncer de próstata

rubens chojniakConsenso da Organização Europeia para Pesquisa e Tratamento de Câncer (EORTC) sugere algoritmos clínicos para integrar métodos de imagem ao ambiente de assistência nas várias etapas do câncer de próstata, com o objetivo de identificar a doença oligometastática. “O artigo discute com profundidade o papel dos diversos métodos de imagem tradicionais e modernos para a avaliação dos possíveis cenários de doença oligometastática, incluindo pacientes não tratados e pacientes com recidiva após diferentes regimes de tratamento", observa o médico radiologista Rubens Chojniak (foto), diretor do Departamento de Imagem do A.C.Camargo Cancer Center.

Imunoterapia no câncer renal metastático, dados do mundo real

RAPHAEL BRANDÃO NET OKEstudo publicado na Cancer, periódico da American Cancer Society, buscou estabelecer padrões de referência de eficácia de inibidores de checkpoint em pacientes com carcinoma de células renais metastático (CCRm), atualizando os resultados dos pacientes em cada classe prognóstica do IMDC (International Metastatic Renal Cell Carcinoma Database Consortium). O trabalho é o maior estudo já realizado de dados do mundo real sobre imunoterapia em câncer de rim, e contou com a participação do oncologista Raphael Brandão (foto), chefe do Américas Oncologia.

IBCSG 23-01 mostra dados de 10 anos

cesar cabello bx NET OKO estudo de Fase III IBCSG 23-011 apresenta no Lancet Oncology de outubro os resultados de 10 anos de acompanhamento. O estudo compara a sobrevida livre de doença em pacientes com câncer de mama com um ou mais linfonodos sentinela micrometastáticos (≤2 mm) designados aleatoriamente para dissecção axilar ou não dissecção axilar. Os resultados atuais corroboram evidências já conhecidas e mostram que não houve diferença na sobrevida livre de doença entre os grupos, com não-inferioridade da dissecção axilar em relação à nenhuma dissecção axilar. Os resultados são tema da análise do cirurgião César Cabello dos Santos (foto), coordenador da Área de Mastologia do CAISM/Unicamp, em Campinas.

Sunitinibe e pazopanibe no câncer renal

Pedro Isaacsson NET OKEstudo do ICESP publicado no Journal of Global Oncology apresentou resultados de uma análise retrospectiva que avaliou 222 pacientes com carcinoma de células renais de células claras metastático (ccRCC) tratados com um TKI de primeira linha (sunitinibe ou pazopanibe) entre fevereiro de 2009 e março de 2017. O estudo tem como primeiro autor o oncologista Pedro Henrique Isaacsson Velho (foto) e os resultados podem ter implicações no sistema público de saúde.


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