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AtualizadoSeg, 25 Maio 2020 2am

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Onconews - neurologia

  • Entendendo o gene RET e suas alterações

    drops genomica retEm mais um tópico da coluna ‘Drops de Genômica’, o oncologista André Murad, diretor científico do Grupo Brasileiro de Oncologia de Precisão (GBOP) e diretor clínico da Personal - Oncologia de Precisão e Personalizada, aborda o gene RET e suas alterações.

  • Diagnóstico e tratamento em gliomas, qual o cenário atual?

    Bottom Line

    Os gliomas correspondem a aproximadamente 80% dos tumores cerebrais malignos primários em sistema nervoso central em adultos, sendo o glioblastoma o mais prevalente. Diante da heterogeneidade desses tumores, a Organização Mundial de Saúde publicou em 2016 uma nova classificação, que associa dados moleculares ao diagnóstico histológico. Com diferentes prognósticos, o tratamento multimodal permanece como padrão e o arsenal terapêutico foi ampliado, incorporando hoje novos agentes alquilantes, como temozolomida, além do emprego de diferentes inibidores de tirosina- quinase (TKIs) e de tecnologias como o NovoTTF.

     

    Camylla Yamada



    Camilla Yamada é oncologista clínica da BP Mirante - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, chair do LACOG Neuro-Oncology e membro da SNOLA

  • Hipertensão intracraniana como urgência oncológica, como reconhecer, como tratar?

    Bottom Line

    A hipertensão intracraniana (HIC) é considerada urgência oncológica. O tratamento envolve a identificação e correção de situações, de modo a restabelecer o fluxo sanguíneo para oxigenação adequada do tecido cerebral e afastar o paciente do risco à vida. Pacientes com sintomatologia branda devem fazer uso de corticoides, sendo o mais utilizado a dexametasona, 4-8 mg/dia, para reduzir o edema vasogênico. A hiperventilação também pode ser utilizada para diminuir o edema cerebral, sendo recomendável manter o decúbito do leito elevado no polo cefálico, num ângulo de 30º. Outra abordagem possível na HIC por hidrocefalia é o uso de terapias hiperosmolares séricas, desde que esteja íntegra a barreira hematoencefálica. Casos selecionados podem requerer medidas invasivas de controle, como a drenagem ventricular.

    Index3 2Luiz Alberto Mattos é Professor do Departamento de Medicina Clínica e chefe do serviço de oncologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco

  • Análise molecular e resultados clínicos no glioma anaplásico

    neuro NET OKO estudo CATNON, de Fase III, randomizou 751 pacientes adultos com diagnóstico recente de glioma anaplásico não-codeletado para receber radioterapia de 59,4 Gy (RT) isolada; a mesma dose de RT com temozolomida concomitante (concTMZ); RT com 12 ciclos de temozolomida adjuvante (adjTMZ) ou o mesmo padrão de RT associado a ambos concTMZ e adjTMZ (doi: 10.1016 / S0140-6736 (17) 31442-3). Agora, análise apresentada na 55ª ASCO apresentou o status de metilação do MGMT (MGMTmeth) e o status da mutação de isocitrato desidrogenase 1 e 2 (IDH) em gliomas, correlacionando o perfil molecular com os resultados clínicos obtidos.

  • ASCO 2019: Estudo brasileiro analisa Zika vírus no glioblastoma

    ANDRE FAY LACOG GU NET OKO oncologista André P. Fay (foto), do Hospital São Lucas da PUCRS, é autor de estudo aceito para publicação eletrônica no ASCO 2019, que investigou a infecção por Zika vírus em linhagens celulares de glioblastoma humano.

  • Microambiente tumoral no glioblastoma

    camilla yamada lacog BXCom o objetivo de decifrar o papel do microambiente tumoral no prognóstico do glioblastoma, estudo do Instituto Médico de Genética e Imunologia de Dijon, França, se dedicou a identificar linhas celulares de glioblastoma para propor uma nova classificação. Os resultados foram publicados na edição de março da British Medical of Cancer.Camilla Yamada (foto), chair do LACOG-Neuro-Oncology Group, analisa o estudo e aponta as principais limitações.

  • Neuro-oncologia: modelo quer avançar na pesquisa em glioblastoma

    camilla yamada lacog BXUma nova plataforma promete melhorar a eficiência dos estudos clínicos em neuro-oncologia e avançar em abordagens na oncologia de precisão. É o que sinalizam os resultados do INSIGhT (Individualized Screening Trial of Innovative Glioblastoma Therapy), publicados no JCO Precision Oncology. A oncologista Camilla A.F. Yamada (foto), chairdo LACOG Neuro-Oncology Group, comenta os achados.

  • Estudo brasileiro mostra resultados de canabidiol no glioma de alto grau

    Paula Dall Stella NET OKDados provocadores da combinação de quimiorradiação, PCV (procarbazina, lomustina, vincristina) e Canabidiol (CBD) no tratamento do glioma de alto grau estão em estudo de caso publicado em janeiro de 2019 por pesquisadores brasileiros.  Os resultados apresentados em artigo de Paula Dall Stella (foto) et al1, do departamento de neuro-oncologia do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, revelam respostas clínicas e por imagem que não costumam ser vistas com esquemas terapêuticos convencionais.

  • Novas perspectivas no tratamento de glioblastoma

    Glioma NET OKEstudo de Fase 2 mostra os resultados iniciais de eficácia e segurança do agente experimental iniparib em pacientes recém diagnosticados com glioblastoma. Os dados estão em artigo de Blakeley, JO et al, na Clinical Cancer Research.

  • AURA3: eficácia do osimertinibe no sistema nervoso central em pacientes com CPNPC avançado T790M+

    RAMON 2018 NET OKO osimertinibe demonstrou eficácia superior em comparação platina-pemetrexede no sistema nervoso central em pacientes com câncer de pulmão não pequenas células avançado positivo para T790M. Os dados da análise do estudo randomizado de fase III AURA3 foram publicados no Journal of Clinical Oncology (JCO). O oncologista Ramon Andrade De Mello (foto), médico do Hospital Estadual de Bauru, do Nair Antunes Instituto de Câncer e da Universidade do Algarve, em Portugal, comenta o trabalho.

  • Poliovírus recombinante no glioma recorrente

    Glioma NET OKA infusão intratumoral de polio-rinovírus (PVSRIPO) em pacientes com glioma maligno recorrente de grau IV da OMS confirmou a ausência de potencial neurovirulento. A taxa de sobrevida entre os pacientes que receberam imunoterapia com PVSRIPO foi maior em 24 e 36 meses comparada aos controles históricos. Os resultados foram publicados no New England Journal of Medicine1. Caroline Chaul Barbosa, neuro-oncologista do Hospital Sírio Libanês e do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) e membro da Sociedade Latino-Americana de Neuro-Oncologia (SNOLA), comenta o trabalho.

  • Impacto das assinaturas imunológicas na sobrevida de pacientes com glioblastomas

    Martin Bonamino NET OKPublicado na revista Oncoimmunology, estudo de pesquisadores brasileiros avalia o impacto das assinaturas imunológicas na sobrevida de pacientes com glioblastomas. Em artigo exclusivo, os autores do trabalho Martín Bonamino (foto), pesquisador do Instituto Nacional de Cancer (INCA) e da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), e Guido Lenz, professor na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), comentam os principais resultados.

  • Dispositivo médico melhora a sobrevida de pacientes com glioblastoma

    Maldaun_NET_OK.jpgPacientes com glioblastoma em tratamento com temozolomida que utilizaram o TTFields, dispositivo médico que fornece campos elétricos de frequências alternadas, apresentaram mediana de sobrevida global significativamente melhor em comparação com aqueles tratados apenas com temozolomida. O cirurgião Marcos Maldaun (foto), presidente da Sociedade Latinoamericana de Neuro-Oncologia (SNOLA), comenta os resultados finais do estudo randomizado de fase III apresentados no congresso anual da AACR.

  • Quimiorradioterapia em glioblastoma

    Glioblastoma_ESMO_Imuno_NET_OK.jpgA adição de temozolomida (Temodal®) à quimioterapia em uso concomitante e adjuvante à radioterapia hipofracionada melhorou significativamente a sobrevida de pacientes idosos com glioblastoma, reduzindo o risco de morte em 33%. Os dados são do estudo randomizado de fase III apresentado na ASCO no domingo, 5 de junho.

  • CATNON: quimioterapia adjuvante em glioma anaplásico

    BALANCO_NEURO_bx_OK.jpgDe acordo com os primeiros resultados do ensaio de fase III CATNON (Concurrent and Adjuvant Temozolomide Chemotherapy in Non-­1p/19q Deleted Anaplastic Glioma),apresentado domingo, 5 de junho, na ASCO, pacientes com glioma anaplásico sem deleção 1p/19q se beneficiam da quimioterapia adjuvante com temozolomida. As taxas de sobrevida em 5 anos mostram vantagens da adição da quimioterapia adjuvante frente ao tratamento padrão com radioterapia, com 56% versus 44% em favor do grupo tratado com temozolomida.

  • SNOLA 2016: A importância do TCGA nos gliomas

    SNOLA_2016_NET_OK_NEWS.jpgO neuro-oncologista Olavo Feher, presidente da Comissão Científica do “SNOLA 2016 – Update in Neuro-Oncology”, comenta os destaques do evento, que aconteceu entre os dias 24 e 26 de março, no Rio de Janeiro, reunindo 26 palestrantes internacionais, líderes de opinão nas diversas áreas que compõem a neuro-oncologia (neurocirurgia, neuro-oncologia clínica, radio-oncologia, oncologia pediátrica, neuro-patologia e neuro-imagem), além de expoentes nacionais da especialidade.

  • Combinação de quimio e radio aumenta sobrevida em gliomas

    BALANCO_NEURO_bx_OK_NET_OK_2.jpgResultados de longo prazo do estudo que associa radioterapia e quimioterapia com procarbazina, lomustina (CCNU) e vincristina no tratamento de gliomas grau 2 mostram impacto importante na sobrevida. Os dados foram publicados no NEJM e os pacientes que receberam radioterapia mais quimioterapia tiveram sobrevida global mediana maior do que aqueles que receberam radioterapia isoladamente (13,3 vs. 7,8 anos; taxa de risco para morte, 0,59; P = 0,003).

  • Radioterapia adjuvante em glioblastoma

    Robson_Ferrigno_NET_OK.jpgCrescem as evidências de que o hipofracionamento oferece benefício de sobrevida em relação ao fracionamento padrão (60 Gy em 30 frações ao longo de 6 semanas)  em pacientes de glioblastoma com idade avançada e pior performance status. O radio-oncologista Robson Ferrigno (foto), Coordenador dos Serviços de Radioterapia do Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes (COAEM), comenta com exclusividade para o Onconews editorial publicado no Neuro-Oncology. Afinal, qual o regime ideal nesse perfil de pacientes?

  • Proteína associada à metástases em glioblastoma

    Glioblastoma_ESMO_Imuno_NET_OK.jpgPesquisadores do Translational Genomics Research Institute (TGen) identificaram uma proteína chamada SGEF associada à resistência à temozolamida e ao desenvolvimento de metástases no glioblastoma multiforme (GBM). A descoberta abre caminho para um novo alvo terapêutico no tratamento da doença.

  • Pesquisadores investigam utilização de células CAR-T em glioblastoma

    Glioma_NET_OK.jpgDiversos estudos têm investigado a imunoterapia de células CAR-T para cânceres hematológicos. Agora, pesquisadores da City of Hope buscam estender essa abordagem terapêutica também para o tratamento de tumores sólidos, em um ensaio clínico que utiliza as próprias células T modificadas dos pacientes para combater tumores cerebrais avançados.

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