06122023Qua
AtualizadoTer, 05 Dez 2023 9pm

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Daichii Sankyo

 

Oncohematologia

  • FDA alerta para malignidades secundárias após tratamento com CAR T cells

    fda alertaA agência norte-americana Food and Drug Administration (FDA) recebeu relatos de malignidades de células T, incluindo linfoma CAR positivo para receptor de antígeno quimérico, em pacientes que receberam imunoterapias com células CAR T autólogas dirigidas a BCMA ou CD19. Os relatórios foram recebidos de ensaios clínicos e/ou fontes de dados de eventos adversos pós-comercialização.

  • Doença Residual Mínima orienta estratégias de consolidação no LCM

    Idoso NET OKO resultado de pacientes idosos com linfoma de células do manto (LCM) melhorou com a introdução da imunoquimioterapia, seguida pela manutenção com rituximabe. Estudo de Hoster et al. publicado no JCO mostra como o status de doença residual mínima (DRM) pode guiar a estratégia de manutenção com rituximabe e permitir intervenções personalizadas de consolidação.

  • Carga global da LMA em adultos

    sangue ash22Estudo de Jani et al. publicado no JCO Global Oncology analisou as tendências de leucemia mieloide aguda (LMA), considerando a carga global e da União Europeia entre 1990 e 2019. Os resultados fornecem uma análise abrangente da epidemiologia da LMA, destacando o aumento global na incidência e na mortalidade, mas também na melhoria das tendências de sobrevida, apesar da estagnação recente.

  • Malignidades secundárias em sobreviventes de linfoma de células do manto

    sangue ash22Sobreviventes de linfoma de células do manto apresentam risco aumentado de malignidades secundárias, particularmente se tratados com R-bendamustina, e os fatores de risco incluem idade avançada, sexo masculino e histórico familiar de linfoma. O hematologista Nelson Hamerschlak (foto), do Hospital Israelita Albert Einstein, analisa os resultados do estudo publicado no European Journal of Cancer, que descreve a carga de malignidades secundárias nessa população.

  • Impacto da infecção pelo HIV na sobrevida de pacientes brasileiros com linfoma difuso de grandes células B

    marcelo soares inca 3 bxEstudo de pesquisadores do Instituto Nacional do Câncer (INCA) publicado no periódico AIDS buscou avaliar o impacto da infecção pelo HIV no prognóstico de pacientes tratados para linfoma difuso de grandes células B (LDGCB) na instituição. Marcelo Soares (foto), chefe do Programa de Genética e Virologia Tumoral do INCA, é o autor sênior do trabalho.

  • ESMO atualiza diretrizes para diagnóstico e tratamento da LLA-B

    GuidelinesA introdução da imunoterapia com anticorpos monoclonais (mAbs) marcou avanços terapêuticos para adultos e crianças com leucemia linfoblástica aguda de linhagem B (LLA-B), com mudanças significativas no paradigma do tratamento. Diretrizes de Prática Clínica da ESMO, recém-publicadas no Annals of Oncology, fornecem recomendações importantes para o diagnóstico e tratamento da LLA, em atualização que abrange novos desenvolvimentos no uso de terapias-alvo e incorpora algoritmos para o manejo da doença, em diferentes cenários.

  • Prevalência e impacto do diabetes na sobrevida do mieloma múltiplo em diferentes grupos raciais

    diabetes mellitusResultados de estudo publicado na Blood Advances sugerem que o diabetes mellitus pode contribuir para a maior incidência de mieloma múltiplo em pacientes negros, e seu manejo pode impactar a sobrevida da doença.

  • Estudo de mundo real compara modalidades de tratamento no LCM

    luis alberto lageEstudo publicado na Cancersdescreveu resultados terapêuticos e características clínico-laboratoriais da maior coorte latino-americana de pacientes com linfoma de células do manto (LCM) tratados em ambiente real. O trabalho tem como primeiro autor o pesquisador Luís Alberto Covas Lage (foto), do Departamento de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

  • Isa-KRd no mieloma múltiplo de alto risco recém-diagnosticado

    marcelo capraO tratamento com isatuximabe, carfilzomibe, lenalidomida e dexametasona (Isa-KRd) conferiu altas taxas de negatividade sustentável de doença residual mínima em pacientes com mieloma múltiplo de alto risco recém-diagnosticado, independentemente do status do transplante. A análise interina do estudo de Fase 2 GMMG-CONCEPT foi publicada no Jounal of Clinical Oncology (JCO). "São resultados muito importantes para essa população de pacientes de difícil tratamento", afirma o hematologista Marcelo Capra (foto).

  • Cirurgia bariátrica e prevenção do câncer hematológico associado à obesidade

    obesidade 21 bxA cirurgia da obesidade está associada a um risco 40% menor de câncer hematológico. É o que aponta estudo da Universidade de Gotemburgo, em achado que deve fomentar futuras pesquisas na área.

  • INCA se prepara para iniciar pesquisa clínica com células CAR-T

    martin bonamino1Pesquisadores do Instituto Nacional do Câncer (INCA) desenvolveram um protocolo que pode baratear os custos de produção para expandir os estudos com células CAR-T e permitir sua implantação no Sistema Único de Saúde (SUS). Depois dos bons resultados pré-clínicos já publicados1,Martin Bonamino (foto) e colegasse preparam para entregar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamento (DDCM), com a previsão de receber sinal verde para os estudos clínicos com CAR-T cells no INCA já no próximo ano. “É um esforço que pode assegurar acesso a uma tecnologia que está na fronteira do tratamento do câncer”, diz Martín.

  • KRd mostra SLP na leucemia primária de células plasmáticas

    wellington morais azevedoO objetivo do estudo EMN12/HOVON-129 foi melhorar os resultados de pacientes com leucemia plasmática primária, incorporando carfilzomibe e lenalidomida à terapia de indução, consolidação e manutenção. O oncohematologista Welligton Morais de Azevedo (foto) comenta o estudo, que atingiu seus principais endpoints, demonstrando benefício de sobrevida livre de progressão e alta taxa de respostas profundas.

  • Solução valoriza custo/benefício de testes moleculares e citogenéticos

    Nelson HamerschlakEstudo de pesquisadores do Brigham and Women's Hospital e do Dana-Farber Cancer Institute (DFCI) mostra que é possível valorizar o custo-benefício dos testes moleculares e citogenéticos em hematopatologia, através de algoritmos apoiados por um aplicativo de suporte à decisão. A solução resultou em economia anual de quase 1,5 milhão de dólares em testes e racionalizou em 97% os pedidos excessivos.

  • Mezigdomida é nova promessa no mieloma múltiplo

    sangue ash22Artigo de Richardson etal. publicado no New England Journal of Medicine (NEJM) descreve resultados do agente experimental mezigdomida no tratamento do mieloma múltiplo, em análise que é tema de editorial na mesma edição. A combinação de mezigdomida mais dexametasona mostrou eficácia promissora em pacientes com mieloma múltiplo fortemente pré-tratados.

  • Estudo alerta para discordâncias diagnósticas em neoplasias mielodisplásicas

    chiattone 21Diagnósticos e prognósticos precisos de síndromes mielodisplásicas (SMD) dependem de uma forte colaboração entre médicos e patologistas qualificados. O alerta é de Gorak et al., em artigo na Blood Advances,com indicadores que demonstram que o diagnóstico incorreto de SMD pode levar a decisões de tratamento abaixo do ideal e a erros nas estimativas populacionais de incidência e mortalidade. "Este é um estudo muito relevante, que nos mostra que mesmo em países mais desenvolvidos, o diagnóstico correto das doenças onco-hematólogicas ainda é um problema muito sério a ser enfrentado", observa o onco-hematologista Carlos Chiattone (foto), Professor Titular de Hematologia e Oncologia da FCM da Santa Casa de São Paulo e Coordenador da Onco-Hematologia do Hospital Samaritano-Higienópolis.

  • LLA com rearranjo do KMT2A

    oncohemato samaritano 2agostoO Hospital Samaritano, do Grupo Americas, realiza dia 02 de agosto, às 19h, uma discussão multidisciplinar sobre o tema ‘LLA com rearranjo do KMT2A’. A apresentação do caso clínico será realizada pela hematologista Suzana Ribeiro; com discussão dos médicos Eduardo ChapChap e Adriana Seber.

  • CAR T:  cilta-cel mostra novos resultados no mieloma múltiplo 

    sangue ash22Uma única infusão de ciltacabtagene autoleucel (cilta-cel) resultou em menor risco de progressão da doença ou morte em pacientes com mieloma múltiplo refratários à lenalidomida, previamente expostos a até três terapias anteriores. Os resultados dessa nova terapia celular foram publicados por San-Miguel et al. no New England Journal of Medicine (NEJM).

  • Primeira paciente tratada com CAR T cell desenvolvida pelo Albert Einstein alcança remissão completa

    nelson hamerschlak hzA cearense Ana Cleire Marques Diógenes, de 61 anos, é a primeira paciente a completar a terapia de células T com receptor de antígeno quimérico (CAR T) como parte do protocolo de pesquisa do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, em estudo que tem como investigador principal o oncohematologista Nelson Hamerschlak (foto). “Ela alcançou remissão completa”, comemora Hamerschlak, que até meados de 2024 pretende incluir nesta primeira fase do estudo um total de10 pacientes. “Por ser um estudo de Fase I, a ênfase é na análise de segurança”, explica.

  • Anticorpos biespecificos no tratamento do mieloma múltiplo recidivado refratário

    oncohemato samaritano 26julhoCom apresentação da hematologista Vânia Hungria, o Hospital Samaritano, do Grupo Americas, realiza dia 26 de julho, às 19h, uma discussão multidisciplinar sobre o tema ‘Anticorpos biespecificos no tratamento do mieloma múltiplo recidivado refratário’.

  • FDA aprova quizartinib para leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada

    fda approvedA Food and Drug Administration (FDA) aprovou quizartinib (Vanflyta, Daiichi Sankyo, Inc.) com indução padrão de citarabina e antraciclina e consolidação de citarabina, e como monoterapia de manutenção após quimioterapia de consolidação, para o tratamento de pacientes adultos com diagnóstico recente de leucemia mieloide aguda (LMA) com duplicação interna em tandem no gene FLT3 positiva, conforme detectado por um teste aprovado pela FDA (LeukoStrat CDx FLT3 Mutation Assay). A aprovação é baseada nos resultados do estudo QuANTUM-First.

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