25102020Dom
AtualizadoSáb, 24 Out 2020 10pm

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Oncoginecologia

  • GOG0209: alternativas no câncer de endométrio

    gineco bxO Gynecologic Oncology Group avaliou carboplatina mais paclitaxel (TC) como alternativa não-inferior ao regime de paclitaxel-doxorrubicina-cisplatina (TAP) no tratamento de câncer endometrial. Os resultados foram publicados por Miller et al. no Journal of Clinical Oncology.

  • XX Congresso Brasileiro de Doença Trofoblástica Gestacional

    Gravidez NET OKA Sociedade Brasileira de Doença Trofoblástica Gestacional realiza entre os dias 22 e 24 de outubro, em formato online, o XX Congresso Brasileiro/VI Congresso Sul-Americano de Doença Trofoblástica Gestacional.

  • Atividade física e sobrevida no câncer endometrial

    Atividade Fisica NET OKA atividade física, especialmente após o diagnóstico, está associada à melhora da sobrevida no câncer endometrial. É o que reportam Friedenreich et al. em artigo publicado online 7 de outubro no Journal of Clinical Oncology.“Conduzimos um estudo de coorte prospectivo em Alberta, Canadá, envolvendo 425 mulheres diagnosticadas com câncer de endométrio invasivo confirmado histologicamente entre 2002 e 2006 e observadas até 2019”, descrevem os autores.

  • PORTEC-3: classificação molecular e valor prognóstico

    OvarioO estudo PORTEC-3 avaliou o benefício da combinação de quimioterapia e radioterapia adjuvante (CTRT) versus radioterapia isoladamente (RT) em mulheres com câncer endometrial de alto risco (CE). Análise que considerou a classificação molecular e o valor prognóstico de diferentes subgrupos, a partir de amostras de 423 pacientes, reportou os resultados em artigo de Leon-Castillo et al. no Journal of Clinical Oncology.

  • Vacinação contra HPV e risco de câncer do colo do útero invasivo

    luisa lina villa 2020 bxA eficácia e efetividade da vacina quadrivalente contra o papilomavírus humano (HPV) na prevenção de lesões cervicais de alto grau já foram amplamente demonstradas, mas faltavam evidências sólidas sobre a relação entre a vacinação e o risco subsequente de câncer cervical invasivo. Agora, um grande estudo sueco publicado em 1º de outubro de 2020 no New England Journal of Medicine confirmou que a vacinação reduziu substancialmente o risco da doença em nível populacional. “Esse estudo aponta para uma redução impressionante de 88% no risco de desenvolver câncer de colo do útero invasivo nas jovens vacinadas quando comparadas com as não vacinadas”, afirma a bióloga Luisa Lina Villa (foto), referência em pesquisa do HPV.

  • Nutrição e câncer de ovário, o papel da ingestão de ácidos graxos trans industriais

    OvarioEstudo epidemiológico que avaliou a associação entre câncer de ovário e ácidos graxos mostra que a ingestão de ácido trans elaídico industrial foi positivamente associada ao câncer de ovário, assim como o maior consumo de ácido linoléico e ácido n-3 α-linolênico. Os resultados estão em artigo de Yammine et al. na edição de setembro da Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention.

  • ICON 8: quimioterapia semanal em dose densa não melhora sobrevida no câncer epitelial de ovário

    gineco bxA análise final do estudo ICON8 apresentada no ESMO 2020 confirma que a quimioterapia semanal em dose densa não melhora significativamente a sobrevida global e a sobrevida livre de progressão como tratamento de primeira linha no câncer epitelial de ovário.

  • SOLO1: Resultados de longo prazo confirmam benefício de olaparibe no câncer de ovário

    OvarioPacientes com câncer de ovário avançado recém-diagnosticadas estão em alto risco de recidiva. Dados de 5 anos de seguimento do ensaio SOLO1 reportados no ESMO 2020 mostram que a terapia de manutenção com olaparibe teve impacto significativo na sobrevida livre de progressão (56 meses versus 14 meses), com redução de 63% no risco de recorrência ou morte entre pacientes que alcançaram resposta completa no tratamento de primeira linha, com perfil de segurança que permaneceu favorável.

  • Letalidade da neoplasia trofoblástica gestacional em mulheres brasileiras

    braga fernanda bxEstudo de coorte retrospectivo buscou avaliar a letalidade da neoplasia trofoblástica gestacional em mulheres brasileiras, comparando os casos de morte pela doença com as sobreviventes e identificando fatores associados à letalidade. “O estudo é o primeiro a analisar independentemente os fatores de risco para morte entre neoplasia trofoblástica gestacional de baixo e alto risco, em comparação com sobreviventes”, explicam os ginecologistas Fernanda Freitas e Antonio Braga (foto), autores do artigo publicado no periódico Gynecologic Oncology.

  • Guideline: inibidores da PARP no tratamento do câncer de ovário

    PILAR OFICIAL NET OKPublicado no Journal of Clinical Oncology (JCO), guideline da ASCO fornece recomendações para o uso de inibidores de PARP no tratamento do câncer epitelial de ovário, tuba uterina ou primário de peritôneo. As recomendações são dirigidas a pacientes sem tratamento prévio com essa classe de medicamentos. “O trabalho organiza as evidências e propõe diretrizes para seu uso e manejo de eventos adversos, com indicações claras para monitoramento e redução de dose a fim de preservar a eficiência e segurança do tratamento e a qualidade de vida das pacientes”, avalia a oncologista Maria Del Pilar Estevez Diz (foto), Coordenadora da Oncologia Clínica do ICESP.

  • Cirurgião brasileiro é homenageado pela IJGC

    GLAUCO NET OKO cirurgião oncológico Glauco Baiocchi (foto), diretor do Departamento de Ginecologia Oncológica do A.C.Camargo Cancer Center, foi escolhido como um dos TOP 10 Journal Reviewers 2020 da International Journal of Gynecological Cancer (IJGC), publicação conjunta da International Gynecologic Cancer Society (IGCS) e da European Society of Gynaecological Cancer (ESGO).

  • Síndrome de Lynch em pacientes com câncer de endométrio no Brasil

    victor reginaldo ribeirao jpg bxEstudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP/USP), publicado no periódico Gynecologic Oncology, é o primeiro trabalho a relatar a frequência da síndrome de Lynch (SL) em uma coorte de pacientes com câncer de endométrio no país, utilizando uma abordagem universal de triagem. O trabalho faz parte do projeto de doutorado de Reginaldo Cruz Alves Rosa (na foto, à esquerda) e foi coordenado por Victor Evangelista de Faria Ferraz, ambos do Departamento de Genética da FMRP/USP.

  • ACS atualiza diretrizes de rastreio do câncer do colo do útero

    arn migowski bxA American Cancer Society (ACS) atualizou suas diretrizes para rastreamento do câncer de colo de útero para indivíduos de risco médio. Publicada no CA: A Cancer Journal for Clinicians, a atualização recomenda o início do rastreamento do câncer de colo de útero aos 25 anos, ao invés de 21 anos, conforme indicado no guideline anterior, de 2012. Arn Migowski (foto), médico epidemiologista e Chefe da Divisão de Detecção Precoce de Câncer e apoio à Organização de Rede do Instituto Nacional do Câncer (INCA), comenta as recomendações.

  • HIPEC, resistência à platina e sensibilidade aos inibidores da PARP no câncer de ovário

    thales graziela jul2020Vale a pena adicionar quimioterapia intraperitoneal hipertérmica (HIPEC) ao manejo do câncer epitelial de ovário (EOC) avançado na era dos inibidores da PARP (PARPi)? A questão é tema de artigo publicado no periódico Cancer Drug Resistence,que tem como autores os médicos Thales Paulo Batista*, cirurgião oncologista do Real Instituto de Cirurgia Oncológica, em Recife, e Graziela Zibetti Dal Molin, oncologista clínica na BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

  • Cirurgia bariátrica e risco de câncer mama, ovário e endométrio

    Nazario NET OKAfonso Celso Pinto Nazário (foto) é autor sênior de revisão sistemática e metanálise que avaliou o  impacto da cirurgia bariátrica no risco de desenvolver câncer de mama, ovário e câncer de endométrio em mulheres obesas. Os resultados foram publicados em junho na Surgery for Obesity and Related Diseases e mostram que a cirurgia bariátrica é um fator de proteção contra o câncer, reduzindo significativamente o risco dessas neoplasias.

  • Guideline ASTRO: radioterapia no câncer do colo do útero

    celia viegas bxPublicado na Practical Radiation Oncology, guideline da American Society for Radiation Oncology (ASTRO) revisa evidências sólidas e fornece graus de recomendação para o emprego de radioterapia em pacientes com câncer do colo do útero não metastático. “Através de uma força tarefa envolvendo expoentes da radioterapia de instituições renomadas dos EUA e Canadá, são descritas as indicações e as melhores práticas para radioterapia externa e braquiterapia nos cenários pós-operatório e definitivo. As recomendações também abordam a radioterapia em combinação com outros tratamentos, incluindo quimioterapia e cirurgia”, afirma Célia Viegas (foto), radio-oncologista do Instituto Nacional do Câncer (INCA) e da Clínica São Carlos Saúde Oncológica.

  • LACC: qualidade de vida em pacientes com câncer de colo de útero após histerectomia

    reitan 2020 bxO estudo randomizado de Fase III LACC demonstrou melhor sobrevida livre de doença e sobrevida global com a cirurgia aberta em comparação com a histerectomia laparoscópica em mulheres com câncer de colo do útero estágio inicial. Agora, os resultados do desfecho secundário de qualidade de vida foram publicados noLancet,em artigo com a participação do cirurgião oncológico Reitan Ribeiro (foto), médico do Hospital Erasto Gaertner e do Instituto de Oncologia do Paraná (IOP).

  • ASCO 2020: terapia de manutenção no câncer de ovário recidivado BRCA-mutado

    Destaque do programa científico do ASCO 2020, o SOLO2 demonstrou a eficácia de olaparibe no tratamento de manutenção em pacientes com câncer de ovário recidivado sensível à platina BRCA-mutado. Andrés Poveda, primeiro autor do estudo, é o convidado da TV Onconews, em vídeo com a participação do oncologista Elias Abdo Filho, coautor do trabalho. Assista com legendas em português.

  • Carcinoma endometrioide associado à cicatriz provocada por endometriose

    eduardo paulino 19 jpgO carcinoma decorrente de uma cicatriz da parede abdominal associada à endometriose é uma entidade rara e não há diretrizes de tratamento específicas. Eduardo Paulino (foto), Andreia Cristina de Melo e Vinícius Freire da Silva, do Departamento de Ginecologia Oncológica do Instituto Nacional do Câncer (INCA), relatam estudo de caso em artigo no American Journal of Case Report que revisa a literatura sobre diagnóstico, apresentação clínica, tratamento e prognóstico.

  • TV Onconews: anti-PD-L1 na neoplasia trofoblástica gestacional

    A oncologista Angélica Nogueira-Rodrigues recebe os ginecologistas Antônio Braga e Sue Yazaki Sun, da Associação Brasileira de Doença Trofoblástica Gestacional (ABDTG), para discutir perspectivas no tratamento da neoplasia trofoblástica gestacional. Em foco, o estudo de Fase II TROPHIMMUN, que avaliou o inibidor de checkpoint anti-PD-L1 avelumabe em pacientes com neoplasia trofoblástica gestacional resistente à mono-quimioterapia. Assista.

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