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AtualizadoSeg, 19 Abr 2021 9pm

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Daichii Sankyo

Oncoginecologia

  • Olaparibe mostra análise de qualidade de vida no câncer de ovário 

    OvarioNo estudo SOLO1 de Fase III, o tratamento de manutenção com olaparibe mostrou benefício significativo de sobrevida livre de progressão na comparação com placebo em pacientes com câncer de ovário avançado recém-diagnosticado e mutação BRCA após quimioterapia à base de platina. Agora, artigo de Friedlander et al. publicado 13 de abril no Lancet Oncology apresenta análise de qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS).

  • Pacientes com câncer de ovário têm risco aumentado de doença mental

    OvarioMulheres com diagnóstico de câncer de ovário foram três vezes mais propensas a apresentar ansiedade, depressão e outras desordens emocionais, de acordo com resultados apresentados durante encontro anual da AACR 2021, realizado de 10 a 15 de abril. Taxas mais altas de ansiedade e depressão foram associadas a maior risco de mortalidade.

  • Câncer cervical e risco genético

    Colo Utero NET OKDados inéditos sobre a predisposição genética ao câncer cervical foram publicados por Bowden et al. na edição de abril do Lancet Oncology. “Neste estudo, apresentamos os resultados da maior análise de associação genômica, considerando os fenótipos de câncer cervical em mais de 150. 314 mulheres de ascendência europeia e mais de 9 milhões de variantes genotipadas”, descrevem os autores. Este é o primeiro estudo a identificar com segurança variantes genéticas que podem estar associadas a um risco elevado de câncer cervical.

  • SOLO2: terapia de manutenção no câncer de ovário revidivado BRCAm

    elias abdo bxAnálise final do estudo SOLO2/ENGOT-Ov21 demonstrou que olaparibe (Lynparza®, Astrazeneca) proporcionou uma mediana de benefício de sobrevida global de 12,9 meses em comparação com placebo em pacientes com câncer de ovário recidivado sensível à platina e mutação BRCA1/2. Os resultados foram publicados no Lancet Oncology,em artigo que tem o oncologista Elias Abdo (foto), chefe do Serviço de Oncoginecologia Clínica do ICESP-HCFMUSP e Oncologia D`Or, como um dos autores.

  • HIPEC de curta duração no câncer de ovário avançado

    thales 21 bxThales Paulo Batista (foto), cirurgião oncológico do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP) e do Real Instituto de Cirurgia Oncológica, em Recife, é primeiro autor de estudo de Fase II selecionado para apresentação em pôster no encontro anual da Sociedade de Ginecologia Oncológica (SGO 2021). O estudo avaliou o papel da quimioterapia hipertérmica intraperitoneal (HIPEC) de curta duração no câncer de ovário avançado com grande volume de doença.

  • LESSER: histerectomia radical simples vs modificada no câncer cervical

    vandre carneiro bxO cirurgião oncológico Vandré Carneiro (foto), médico do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP) e do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), é primeiro autor de estudo brasileiro que buscou avaliar a segurança e eficácia da histerectomia simples no câncer cervical em estágio inicial. Os resultados foram apresentados no SGO 2021 Annual Meeting on Women’s Cancer pelo cirurgião Glauco Baiocchi, diretor do Departamento de Ginecologia Oncológica do A.C.Camargo Cancer Center.

  • Combinação mostra benefício de sobrevida no câncer endometrial avançado

    vicky makker bxEstudo de Fase III que avaliou a combinação de lenvatinibe (LEN) + pembrolizumabe (pembro) no câncer endometrial avançado foi um dos destaques do encontro anual da Sociedade de Ginecologia Oncológica (SGO 2021), em apresentação de Vicky Makker (foto), oncologista do Memorial Sloan Kettering Cancer Center. O estudo atingiu seus principais endpoints e LEN + pembro demonstrou benefício clínico e estatisticamente significativo de sobrevida livre de progressão (7,2 versus 3,8 meses; HR= 0.56, P < .0001) e sobrevida global (18,3meses vs 11,4 meses; HR = 0.63, P < .0001) em toda a população avaliada.

  • DIU hormonal no câncer endometrial inicial ou pré-câncer

    andreas obermair bxUm dispositivo intrauterino (DIU) que libera o hormônio levonorgestrel demonstrou eficácia no tratamento de pré-câncer de endométrio e doença em estágio inicial. Os resultados do estudo foram apresentados no SGO 2021 Annual Meeting on Women’s Cancer por Andreas Obermair (foto), professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Queensland, em Brisbane, Austrália, e primeiro autor do trabalho.

  • SOLO1: olaparibe de manutenção e benefício de SLP no câncer de ovário avançado BRCA-mutado

    william bradley bxEm mulheres com câncer de ovário avançado BRCA-mutado, a terapia de manutenção com olaparibe (Lynparza®, Astrazeneca) por dois anos após o tratamento primário aumenta significativamente a sobrevida livre de progressão em cinco anos. Os resultados do acompanhamento de longo prazo do estudo SOLO1 foram apresentados no encontro anual da Sociedade de Ginecologia Oncológica (SGO 2021) por William Bradley (foto), professor associado do Medical College of Wisconsin e primeiro autor do trabalho.

  • ARIEL4: rucaparibe mostra resultados no câncer de ovário com mutação BRCA

    andreia melo 2020 bxO estudo randomizado de Fase III ARIEL4 demonstrou ganho em sobrevida livre de progressão com rucaparibe em pacientes com câncer de ovário recidivado avançado com mutação no gene BRCA que receberam duas ou mais linhas anteriores de quimioterapia. Os resultados foram apresentados em sessão plenária do SGO 2021 Annual Meeting on Women’s Cancer. A oncologista Andréia de Melo (foto), do Instituto Nacional de Câncer - INCA, é coautora do trabalho.

  • Rastreio de metástases pulmonares na neoplasia trofoblástica gestacional

    braga 21 bxAntonio Braga (foto), professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Fluminense (UFF), é primeiro autor de editorial do British Journal of Cancer (BJC) que discute o rastreio inicial de metástases pulmonares na neoplasia trofoblástica gestacional (NTG), no esteio dos resultados publicados por Parker et al. “A TC de tórax não influencia o resultado geral do tratamento ou o tempo para remissão. Assim, endossamos a recomendação da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO) de que o rastreamento de metástases na NTG deve ser feito com radiografia de tórax”, reforça o editorial.

  • SGO 2021

    sgo 2 bxRealizado em formato virtual, a Reunião Anual da Sociedade de Oncologia Ginecológica (SGO) 2021 traz os principais avanços no cuidado dos tumores ginecológicos. O evento acontece entre os dias 19 e 25 de março.

  • Prevenção e tratamento da recorrência do câncer de endométrio

    angelica nogueira 2020 bxEstudo publicado na Cancer Epidemiology Biomarkers and Prevention sugere que terapias-alvo endócrinas e uma avaliação de biomarcadores nas vias de sinalização de hormônios e insulina podem ser úteis na prevenção e no tratamento da recorrência do câncer de endométrio. Quem comenta os resultados do trabalho é a oncologista Angélica Nogueira-Rodrigues (foto), presidente do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA/GBTG).

  • Anvisa aprova niraparibe no tratamento do câncer de ovário

    approved NET OKA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso de niraparibe (Zejula™, GSK)  como tratamento de manutenção no câncer de ovário, com  indicação para pacientes recém-diagnosticadas e naquelas com recorrência da doença após resposta completa ou parcial à quimioterapia baseada em platina.

  • Quimioterapia neoadjuvante em gestantes com câncer cervical

    cristiano padua 2020 ok bxRevisão multicêntrica retrospectiva conduzida em 12 instituições de seis países latino-americanos buscou descrever os resultados oncológicos e obstétricos em pacientes com diagnóstico de câncer do colo do útero durante a gravidez que tiveram um parto bem-sucedido após quimioterapia neoadjuvante. O oncologista Cristiano de Souza Pádua (foto), do Hospital de Câncer de Barretos, é coautor do trabalho publicado no International Journal of Gynecological Cancer.

  • Transposição uterina para cânceres ginecológicos

    glauco foto bxO cirurgião oncológico Glauco Baiocchi (foto), diretor do Departamento de Ginecologia Oncológica do A.C.Camargo Cancer Center, é primeiro autor de estudo que buscou avaliar os resultados de curto prazo de pacientes submetidas à transposição uterina após traquelectomia para câncer cervical ou antes da quimiorradiação para câncer vaginal. Os resultados foram publicados no International Journal of Gynecological Cancer.

  • Tratamento adjuvante pós histerectomia no câncer cervical

    PILAR OFICIAL NET OKQuando comparada com a radioterapia isolada, a quimiorradioterapia sequencial ou simultânea melhora a sobrevida livre de doença (SLD) em pacientes com câncer cervical em estágio inicial após histerectomia radical? Artigo de Huang et al. no Jama Network revisita estudo randomizado de Fase III (STARS) que compara os dois esquemas e seus principais resultados. A oncologista Maria Del Pilar Estevez Diz (foto), Coordenadora da Oncologia Clínica do ICESP e médica da Rede D’Or, analisa os resultados.

  • Oncoginecologia consolida conceitos

    gineco bxSem grandes novidades, o ano foi de consolidação de conceitos. Dois grandes estudos de Fase III que avaliaram monoterapia com olaparibe em pacientes com câncer de ovário com mutação BRCA (SOLO1 e SOLO2) reforçaram evidências de eficácia e segurança deste inibidor de PARP, inclusive em pacientes com câncer peritoneal primário e / ou das trompas de falópio. O ano também consolidou evidências do impacto da vacina contra HPV na redução do risco de câncer do colo do útero invasivo.

  • Múltiplas linhas de tratamento no ovário seroso de alto grau, o que prediz resposta?

    gineco bxArtigo de Kessous et al. no Internal Journal of Cancer (ahead of print) avaliou o efeito da resposta de cada linha de tratamento no resultado do paciente com câncer de ovário de alto grau.

  • Impacto das mutações BRCA1/2 na eficácia da cirurgia citorredutora secundária

    OvarioEstudo publicado no Annals of Surgical Oncologybuscou avaliar o impacto da cirurgia citorredutora secundária no câncer de ovário recorrente de acordo com o status BRCA1/2. O oncologista Alexandre André da Costa, médico do A.C.Camargo Cancer Center, é primeiro autor do trabalho.

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