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AtualizadoQua, 05 Ago 2020 7pm

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Oncoginecologia

  • HIPEC, resistência à platina e sensibilidade aos inibidores da PARP no câncer de ovário

    thales graziela jul2020Vale a pena adicionar quimioterapia intraperitoneal hipertérmica (HIPEC) ao manejo do câncer epitelial de ovário (EOC) avançado na era dos inibidores da PARP (PARPi)? A questão é tema de artigo publicado no periódico Cancer Drug Resistence,que tem como autores os médicos Thales Paulo Batista*, cirurgião oncologista do Real Instituto de Cirurgia Oncológica, em Recife, e Graziela Zibetti Dal Molin, oncologista clínica na BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

  • Cirurgia bariátrica e risco de câncer mama, ovário e endométrio

    Nazario NET OKAfonso Celso Pinto Nazário (foto) é autor sênior de revisão sistemática e metanálise que avaliou o  impacto da cirurgia bariátrica no risco de desenvolver câncer de mama, ovário e câncer de endométrio em mulheres obesas. Os resultados foram publicados em junho na Surgery for Obesity and Related Diseases e mostram que a cirurgia bariátrica é um fator de proteção contra o câncer, reduzindo significativamente o risco dessas neoplasias.

  • Guideline ASTRO: radioterapia no câncer do colo do útero

    celia viegas bxPublicado na Practical Radiation Oncology, guideline da American Society for Radiation Oncology (ASTRO) revisa evidências sólidas e fornece graus de recomendação para o emprego de radioterapia em pacientes com câncer do colo do útero não metastático. “Através de uma força tarefa envolvendo expoentes da radioterapia de instituições renomadas dos EUA e Canadá, são descritas as indicações e as melhores práticas para radioterapia externa e braquiterapia nos cenários pós-operatório e definitivo. As recomendações também abordam a radioterapia em combinação com outros tratamentos, incluindo quimioterapia e cirurgia”, afirma Célia Viegas (foto), radio-oncologista do Instituto Nacional do Câncer (INCA) e da Clínica São Carlos Saúde Oncológica.

  • LACC: qualidade de vida em pacientes com câncer de colo de útero após histerectomia

    reitan 2020 bxO estudo randomizado de Fase III LACC demonstrou melhor sobrevida livre de doença e sobrevida global com a cirurgia aberta em comparação com a histerectomia laparoscópica em mulheres com câncer de colo do útero estágio inicial. Agora, os resultados do desfecho secundário de qualidade de vida foram publicados noLancet,em artigo com a participação do cirurgião oncológico Reitan Ribeiro (foto), médico do Hospital Erasto Gaertner e do Instituto de Oncologia do Paraná (IOP).

  • ASCO 2020: terapia de manutenção no câncer de ovário recidivado BRCA-mutado

    Destaque do programa científico do ASCO 2020, o SOLO2 demonstrou a eficácia de olaparibe no tratamento de manutenção em pacientes com câncer de ovário recidivado sensível à platina BRCA-mutado. Andrés Poveda, primeiro autor do estudo, é o convidado da TV Onconews, em vídeo com a participação do oncologista Elias Abdo Filho, coautor do trabalho. Assista com legendas em português.

  • Carcinoma endometrioide associado à cicatriz provocada por endometriose

    eduardo paulino 19 jpgO carcinoma decorrente de uma cicatriz da parede abdominal associada à endometriose é uma entidade rara e não há diretrizes de tratamento específicas. Eduardo Paulino (foto), Andreia Cristina de Melo e Vinícius Freire da Silva, do Departamento de Ginecologia Oncológica do Instituto Nacional do Câncer (INCA), relatam estudo de caso em artigo no American Journal of Case Report que revisa a literatura sobre diagnóstico, apresentação clínica, tratamento e prognóstico.

  • TV Onconews: anti-PD-L1 na neoplasia trofoblástica gestacional

    A oncologista Angélica Nogueira-Rodrigues recebe os ginecologistas Antônio Braga e Sue Yazaki Sun, da Associação Brasileira de Doença Trofoblástica Gestacional (ABDTG), para discutir perspectivas no tratamento da neoplasia trofoblástica gestacional. Em foco, o estudo de Fase II TROPHIMMUN, que avaliou o inibidor de checkpoint anti-PD-L1 avelumabe em pacientes com neoplasia trofoblástica gestacional resistente à mono-quimioterapia. Assista.

  • DESKTOP III: cirurgia citorredutora no câncer de ovário recidivado

    CIRURGIA NET OKA análise final do estudo randomizado de fase III AGO DESKTOP III / ENGOT - ov20 sugere benefício da cirurgia citorredutora secundária no câncer de ovário recidivado, em pacientes selecionados. Os resultados são destaque do panorama de tumores ginecológicos no ASCO 2020. (Abstract 6000)

  • SOC1/SGOG-OV2: cirurgia citorredutora secundária no câncer de ovário com recorrência tardia

    OvarioA cirurgia citorredutora secundária (SCR) resultou em um aumento significativo na sobrevida livre de progressão em pacientes selecionados com recorrência tardia de câncer de ovário. Os resultados são do estudo SOC1/SGOG-OV2 e foram selecionados para apresentação oral no ASCO 2020.

  • Imunoterapia na neoplasia trofoblástica gestacional

    gravidezO estudo de Fase II TROPHIMMUN demonstrou a eficácia do inibidor de checkpoint anti-PD-L1 avelumabe em pacientes com neoplasia trofoblástica gestacional resistente à mono-quimioterapia, com um perfil de segurança favorável em comparação com a quimioterapia (LBA6008).

  • Biopsia do linfonodo sentinela no câncer cervical em estágio inicial

    cervical 2020 bxA biópsia do linfonodo sentinela isolada é oncologicamente segura no câncer cervical em estágio inicial. Os dados foram apresentados na sessão oral de tumores ginecológicos do ASCO 2020.

  • Cediranibe em combinação com olaparibe no câncer de ovário recorrente platino-sensível

    Gineco NET OKEstudo de Fase II demonstrou a eficácia da combinação de cediranibe e olaparibe na sobrevida livre de progressão em pacientes com câncer de ovário de alto grau sensível à platina em comparação com olaparibe isolado. No ASCO 2020, os resultados de estudo randomizado, aberto, de Fase III, demonstraram atividade semelhante da combinação com o padrão de cuidados (SOC), sem atingir o endpoint primário de melhora da sobrevida livre de progressão.

  • Estudo brasileiro destaca vulnerabilidade social no câncer do colo do útero

    jurema telles 2 bx okA ocorrência do câncer do colo de útero deve ser entendida não apenas como um indicador oncológico, mas essencialmente como um indicador de vulnerabilidade social e de necessidades de cuidados de saúde. O alerta vem de estudo do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira que integra o 2020 ASCO Virtual Scientific Program (Abstract #: e13628). A oncologista Jurema Telles O. Lima (foto) é a primeira autora do trabalho.

  • Impacto econômico do câncer no Brasil

    mariana cancela cymk bxMarianna de Camargo Cancela (foto), do INCA, é primeira autora de estudo selecionado para o 2020 ASCO Virtual Scientific Program, com dados que dimensionam parte dos custos indiretos da mortalidade prematura por câncer no Brasil, representando 0,2% do PIB brasileiro em 2016.

  • Unidades móveis na triagem do câncer do colo do útero

    rachel cossetti bxEstratégias simples, como a implementação de uma unidade móvel de triagem, tem impacto no rastreamento do câncer do colo do útero, facilitando o acesso ao teste e recomendações de tratamento. É o que mostra estudo de pesquisadores da Universidade Federal do Maranhão, que integra o programa científico do ASCO Virtual Scientific Program (Abstract #:1558). A oncologista Rachel Cossetti (foto) é a primeira autora do trabalho.

  • Novas perspectivas na oncoginecologia

    elias abdo bxEm entrevista exclusiva, o oncologista Elias Abdo (foto), chefe do serviço de oncologia ginecológica do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) e médico da Oncologia D`Or, discute temas que vão da importância da prevenção e diagnóstico precoce à revalorização da pesquisa científica. O especialista também destaca alguns dos estudos em ginecologia oncológica que devem concentrar as atenções no congresso da ASCO esse ano, edição que conta com sua participação como coautor do estudo de Fase III SOLO2,  avaliando o inibidor da PARP olaparibe no tratamento de manutenção em pacientes com câncer de ovário recidivado sensível à platina BRCA-mutado.

  • Experiência institucional no tratamento do câncer de endométrio

    jesus carvalho 2020 bxEstudo publicado no periódico PLOS ONE analisou as características clínico-patológicas, fatores prognósticos e resultados de pacientes com câncer de endométrio tratadas e acompanhadas por um período de 10 anos no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP). O ginecologista Jesus Paula Carvalho (foto), Professor da FMUSP e chefe da Equipe de Ginecologia do ICESP, é o autor sênior do trabalho que tem a ginecologista Cristina Anton como primeira autora.

  • Terapia de manutenção no câncer de ovário recidivado BRCA-mutado

    angelica nogueira 2020 bxCom participação do oncologista Elias Abdo, chefe do Serviço de Oncoginecologia Clínica do ICESP-HCFMUSP, o estudo randomizado de Fase III SOLO2 (ENGOT ov-21; NCT01874353) demonstrou que o tratamento de manutenção com olaparibe (Lynparza®, Astrazeneca) aumentou a sobrevida global em 12,9 meses em comparação com placebo em pacientes com câncer de ovário recidivado sensível à platina BRCA-mutado. Os resultados apresentados em sessão oral no ASCO 2020 representam os primeiros dados de sobrevida global de um inibidor da PARP nesse grupo de pacientes. A oncologista Angélica Nogueira-Rodrigues (foto), presidente do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA/GBTG), comenta os resultados.

  • Comparação da incisão cirúrgica no câncer de vulva

    jesus carvalhoA dissecção dos linfonodos inguino-femurais desempenha papel fundamental no tratamento do câncer vulvar. No entanto, o procedimento está associado a altas taxas de complicações, incluindo infecção, linfocistos / linfedema e deiscência da ferida. Artigo publicado em maio no International Journal of Gynecologic Cancer discute taxas de complicações e contagem de linfonodos comparando duas incisões diferentes na cirurgia do câncer vulvar. O ginecologista Jesus Paula Carvalho (foto), Professor da FMUSP e chefe da Equipe de Ginecologia do ICESP, analisa os resultados do trabalho e relata a experiência da instituição.

  • SOLO3 mostra resultados no câncer de ovário recidivado resistente à platina

    paulo moraPaulo Mora (foto), do Instituto COI, é co-autor de artigo de Penson, R T et Al., que reporta os resultados do estudo de fase III SOLO3, mostrando que a taxa de resposta objetiva foi significativamente maior com olaparibe do que com quimioterapia no câncer de ovário recidivado sensível à platina, em pacientes com mutação BRCA. Depois da publicação online em fevereiro, o artigo integra a edição de abril do Journal of Clinical Oncology (JCO).

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