27072021Ter
AtualizadoSeg, 26 Jul 2021 4pm

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Daichii Sankyo

Oncoginecologia

  • Ácido folínico de resgate na neoplasia trofoblástica gestacional de baixo risco

    braga 21 2Estudo publicado no periódico Gynecologic Oncology comparou os resultados de pacientes com neoplasia trofoblástica gestacional de baixo risco tratadas com metotrexato por 8 dias com dois regimes diferentes de ácido folínico. Antonio Braga (foto), Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade Federal Fluminense, é autor sênior do trabalho realizado em colaboração com a Harvard Medical School.

  • OMS atualiza recomendações para triagem e tratamento do câncer cervical

    jesus carvalho 21 bxMuitas mulheres em todo o mundo - principalmente as mais pobres - continuam a morrer de câncer cervical, um tumor que pode ser prevenido e tratado. O alerta foi reforçado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no último dia 6 de julho, com o lançamento de um novo guideline para triagem e tratamento do câncer cervical. Quem comenta as diretrizes atualizadas é Jesus Paula Carvalho (foto), coordenador da equipe de ginecologia do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP).

  • Neoplasia trofoblástica gestacional e o tratamento em pacientes de alto risco

    braga 21 2Antonio Braga (foto), pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade Federal Fluminense, é primeiro autor de estudo realizado em três centros de referência no tratamento de neoplasia trofoblástica gestacional (NTG) no Reino Unido, Brasil e Estados Unidos. “O objetivo desse estudo foi identificar fatores preditivos de resistência à terapia de agente único para tratamento da NTG para informar os médicos sobre quais pacientes com escore de risco da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO) de 5 ou 6 podem se beneficiar da quimioterapia multiagente inicial”, destacam os autores, em artigo publicado 25 de junho no Lancet Oncology.

  • Duração de tratamento com bevacizumabe na oncoginecologia

    OvarioEstudo cooperativo do AGO Study Group confirma que a duração do tratamento com bevacizumabe (BEV) de 15 meses continua sendo o padrão terapêutico em pacientes com câncer de ovário epitelial (CEO), câncer de trompas de falópio (CTF) ou câncer peritoneal primário (CPP). Os resultados apresentados no ASCO 2021 mostram que o tratamento mais longo com BEV por até 30 meses não melhorou a sobrevida global, nem a sobrevida livre de progressão nessa população de pacientes.

  • Estudo discute diferentes estratégias de seguimento em câncer de endométrio

    mariana scaranti bxEstudo multicêntrico italiano (TOTEM) apresentado na sessão de câncer ginecológico mostra que o uso rotineiro de exames de imagem e laboratoriais em pacientes tratadas para câncer de endométrio não tem impacto em sobrevida global ou em qualidade de vida. “Os resultados nos mostram que nem sempre um seguimento mais intensivo com múltiplos exames de imagem traz benefícios em termos de sobrevida para pacientes com câncer”, avalia Mariana Scaranti (foto), oncologista da DASA.

  • Painéis multigênicos no câncer de endométrio

    DNA 2017 NET OKNo câncer de endométrio, a deficiência das proteínas de reparo (MMRd) surgiu como importante marcador molecular para o tratamento com inibidores de checkpoint imune. MMRd é a marca registrada da síndrome de Lynch (SL), a causa hereditária mais comum de câncer do endométrio. Estudo selecionado para o programa do ASCO 2021 avaliou a testagem com painel multigênico (MGPT) para pacientes com câncer de endométrio como abordagem para identificar SL e simultaneamente variantes de linha germinativa acionáveis ​​em outros genes de suscetibilidade ao câncer (CSGs).

  • Quimioterapia adjuvante não oferece benefício de sobrevida para pacientes com câncer cervical localmente avançado

    angelica 21 1 bxA quimioterapia adjuvante administrada após o tratamento padrão de quimiorradioterapia não melhora a sobrevida de mulheres com câncer cervical localmente avançado e está associada a efeitos colaterais adicionais. É o que mostram os resultados de ensaio internacional de Fase III destacado no encontro anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO), com dados que mudam a prática clínica. A oncologista Angélica Nogueira-Rodrigues (foto), pesquisadora da UFMG e presidente do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA/GBTG), comenta os resultados.

  • ESMO Virtual Plenary destaca imunoterapia no câncer cervical

    melo ramone damianAnálise interina apresentada na ESMO Virtual Plenary mostrou dados de cemiplimabe (Libtayo®) como a primeira imunoterapia a demonstrar ganho de sobrevida global no câncer cervical avançado na comparação com o padrão de quimioterapia, com benefícios que também se estendem à sobrevida livre de progressão e à taxa de resposta objetiva. Quem comenta é a oncologista Daniella Ramone (na foto, à direita), coautora do trabalho como investigadora principal do protocolo de pesquisa clínica realizado no Hospital de Câncer de Barretos (Hospital de Amor). O estudo contou ainda com a participação das oncologistas Andreia Melo (ao centro), do INCA, e Fernanda Damian (à esquerda), do Hospital São Lucas/PUCRS.

  • Regime ideal na primeira linha de tratamento de idosas vulneráveis com câncer de ovário

    angelica 21 1 bxQual é o regime de quimioterapia ideal para pacientes idosas vulneráveis com câncer de ovário? Estudo publicado no JAMA Oncology demonstrou que carboplatina como agente único foi menos viável e ativa em comparação com o regime convencional de carboplatina-paclitaxel a cada 3 semanas. “Apesar dos efeitos tóxicos relativamente altos em todos, um regime de doublet convencional (carboplatina e paclitaxel a cada 21 dias) deve ser oferecido a todas as pacientes idosas com câncer de ovário, independentemente da vulnerabilidade”, destaca a publicação. A oncologista Angélica Nogueira-Rodrigues (foto), professora e pesquisadora da UFMG, e presidente do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA/GBTG), comenta os resultados.

  • Olaparibe mostra análise de qualidade de vida no câncer de ovário 

    PILAR OFICIAL NET OKNo estudo SOLO1, de Fase III, o tratamento de manutenção com olaparibe mostrou benefício significativo de sobrevida livre de progressão na comparação com placebo em pacientes com câncer de ovário avançado recém-diagnosticado e mutação em BRCA após quimioterapia à base de platina. Agora, artigo de Friedlander etal, publicado 13 de abril na Lancet Oncologyapresenta análise de qualidade de vida relacionada à saúde (Health Related Quality of Life - HRQoL). Quem comenta os resultados é a oncologista Maria Del Pilar Estevez Diz (foto), Coordenadora da Oncologia Clínica do ICESP.

  • Pacientes com câncer de ovário têm risco aumentado de doença mental

    OvarioMulheres com diagnóstico de câncer de ovário foram três vezes mais propensas a apresentar ansiedade, depressão e outras desordens emocionais, de acordo com resultados apresentados durante encontro anual da AACR 2021, realizado de 10 a 15 de abril. Taxas mais altas de ansiedade e depressão foram associadas a maior risco de mortalidade.

  • Câncer cervical e risco genético

    Colo Utero NET OKDados inéditos sobre a predisposição genética ao câncer cervical foram publicados por Bowden et al. na edição de abril do Lancet Oncology. “Neste estudo, apresentamos os resultados da maior análise de associação genômica, considerando os fenótipos de câncer cervical em mais de 150. 314 mulheres de ascendência europeia e mais de 9 milhões de variantes genotipadas”, descrevem os autores. Este é o primeiro estudo a identificar com segurança variantes genéticas que podem estar associadas a um risco elevado de câncer cervical.

  • SOLO2: terapia de manutenção no câncer de ovário revidivado BRCAm

    elias abdo bxAnálise final do estudo SOLO2/ENGOT-Ov21 demonstrou que olaparibe (Lynparza®, Astrazeneca) proporcionou uma mediana de benefício de sobrevida global de 12,9 meses em comparação com placebo em pacientes com câncer de ovário recidivado sensível à platina e mutação BRCA1/2. Os resultados foram publicados no Lancet Oncology,em artigo que tem o oncologista Elias Abdo (foto), chefe do Serviço de Oncoginecologia Clínica do ICESP-HCFMUSP e Oncologia D`Or, como um dos autores.

  • HIPEC de curta duração no câncer de ovário avançado

    thales 21 bxThales Paulo Batista (foto), cirurgião oncológico do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP) e do Real Instituto de Cirurgia Oncológica, em Recife, é primeiro autor de estudo de Fase II selecionado para apresentação em pôster no encontro anual da Sociedade de Ginecologia Oncológica (SGO 2021). O estudo avaliou o papel da quimioterapia hipertérmica intraperitoneal (HIPEC) de curta duração no câncer de ovário avançado com grande volume de doença.

  • LESSER: histerectomia radical simples vs modificada no câncer cervical

    vandre carneiro bxO cirurgião oncológico Vandré Carneiro (foto), médico do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP) e do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), é primeiro autor de estudo brasileiro que buscou avaliar a segurança e eficácia da histerectomia simples no câncer cervical em estágio inicial. Os resultados foram apresentados no SGO 2021 Annual Meeting on Women’s Cancer pelo cirurgião Glauco Baiocchi, diretor do Departamento de Ginecologia Oncológica do A.C.Camargo Cancer Center.

  • Combinação mostra benefício de sobrevida no câncer endometrial avançado

    vicky makker bxEstudo de Fase III que avaliou a combinação de lenvatinibe (LEN) + pembrolizumabe (pembro) no câncer endometrial avançado foi um dos destaques do encontro anual da Sociedade de Ginecologia Oncológica (SGO 2021), em apresentação de Vicky Makker (foto), oncologista do Memorial Sloan Kettering Cancer Center. O estudo atingiu seus principais endpoints e LEN + pembro demonstrou benefício clínico e estatisticamente significativo de sobrevida livre de progressão (7,2 versus 3,8 meses; HR= 0.56, P < .0001) e sobrevida global (18,3meses vs 11,4 meses; HR = 0.63, P < .0001) em toda a população avaliada.

  • DIU hormonal no câncer endometrial inicial ou pré-câncer

    andreas obermair bxUm dispositivo intrauterino (DIU) que libera o hormônio levonorgestrel demonstrou eficácia no tratamento de pré-câncer de endométrio e doença em estágio inicial. Os resultados do estudo foram apresentados no SGO 2021 Annual Meeting on Women’s Cancer por Andreas Obermair (foto), professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Queensland, em Brisbane, Austrália, e primeiro autor do trabalho.

  • SOLO1: olaparibe de manutenção e benefício de SLP no câncer de ovário avançado BRCA-mutado

    william bradley bxEm mulheres com câncer de ovário avançado BRCA-mutado, a terapia de manutenção com olaparibe (Lynparza®, Astrazeneca) por dois anos após o tratamento primário aumenta significativamente a sobrevida livre de progressão em cinco anos. Os resultados do acompanhamento de longo prazo do estudo SOLO1 foram apresentados no encontro anual da Sociedade de Ginecologia Oncológica (SGO 2021) por William Bradley (foto), professor associado do Medical College of Wisconsin e primeiro autor do trabalho.

  • ARIEL4: rucaparibe mostra resultados no câncer de ovário com mutação BRCA

    andreia melo 2020 bxO estudo randomizado de Fase III ARIEL4 demonstrou ganho em sobrevida livre de progressão com rucaparibe em pacientes com câncer de ovário recidivado avançado com mutação no gene BRCA que receberam duas ou mais linhas anteriores de quimioterapia. Os resultados foram apresentados em sessão plenária do SGO 2021 Annual Meeting on Women’s Cancer. A oncologista Andréia de Melo (foto), do Instituto Nacional de Câncer - INCA, é coautora do trabalho.

  • Rastreio de metástases pulmonares na neoplasia trofoblástica gestacional

    braga 21 bxAntonio Braga (foto), professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Fluminense (UFF), é primeiro autor de editorial do British Journal of Cancer (BJC) que discute o rastreio inicial de metástases pulmonares na neoplasia trofoblástica gestacional (NTG), no esteio dos resultados publicados por Parker et al. “A TC de tórax não influencia o resultado geral do tratamento ou o tempo para remissão. Assim, endossamos a recomendação da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO) de que o rastreamento de metástases na NTG deve ser feito com radiografia de tórax”, reforça o editorial.

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