16052022Seg
AtualizadoSeg, 16 Maio 2022 3pm

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Daichii Sankyo

Oncoginecologia

  • Entendendo as inversões no nosso genoma

    Murad 2019 bxO oncologista André Murad (foto) explica o que são as inversões do genoma, ainda pouco compreendidas porque são de análise mais complexa do que outros tipos de variações gênicas. Confira, em mais um tópico da coluna ‘Drops de Genômica’.

  • Oncologista brasileira recebe o ASCO Merit Award 2022

    ana veneziani bxConquer Cancer Foundation, fundação da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO), anunciou os ganhadores do 2022 ASCO Annual Meeting Merit Awards. A oncologista brasileira Ana Carolina Veneziani, Clinical Research Fellow no Princess Margaret Cancer Center, está entre os premiados.

  • Fatores prognósticos no câncer do colo do útero localmente avançado com metástase linfonodal pélvica

    glauco pedroPedro Joffily Pinto (na foto, à esquerda), radio-oncologista do A.C.Camargo Cancer Center, é primeiro autor de estudo publicado no International Journal of Gynecologic Cancer que buscou avaliar o impacto prognóstico de variáveis ​​clínicas e patológicas e padrões de recorrência em pacientes com câncer do colo do útero localmente avançado com envolvimento linfonodal pélvico (estágio IIIC1 de acordo com o 2018 FIGO Staging System). O cirurgião oncológico Glauco Baiocchi é o autor sênior do trabalho.

  • LACC: histerectomia radical aberta vs minimamente invasiva no câncer cervical em estágio inicial

    reitan 2020 bxA histerectomia radical aberta demonstrou melhores resultados no tratamento do câncer do colo do útero em estágio inicial em comparação com a cirurgia minimamente invasiva. Os resultados da análise final do estudo LACC (Laparoscopic Approach to Cervical Cancer) foram apresentados por Pedro Ramirez, do MD Anderson Cancer Center, no encontro anual da Sociedade de Oncologia Ginecológica (SGO 2022). "A publicação confirmou os dados parciais publicados em 2018, mostrando a superioridade da técnica aberta sobre a minimamente invasiva", avalia Reitan Ribeiro (foto), , cirurgião oncológico do Hospital Erasto Gaertner e do Instituto de Oncologia do Paraná (IOP), e diretor científico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO).

  • 3º Simpósio sobre Câncer de Ovário

    simposio ovario 22 bxA 3º edição do Simpósio sobre Câncer de Ovário acontece entre os dias 20 e 22 de outubro em Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul.

  • Rucaparib mostra resultados no câncer de ovário

    andreia melo 2020 bxA oncologista Andreia Cristina de Melo (foto), chefe da Divisão de Pesquisa Clínica e Desenvolvimento Tecnológico do Instituto Nacional de Câncer (INCA), é coautora de estudo reportado no Lancet Oncology, com resultados que apoiam o uso do inibidor de PARP rucaparib (RUBRACA®) como nova opção no tratamento do câncer de ovário recidivado, em pacientes com mutação BRCA1ou BRCA2.

  • Ostomia protetora não reduz taxa de vazamento anastomótico

    Audrey NET OKQual o benefício das ostomias protetoras nas taxas de fístula ou deiscência de anastomose, re-operações urgentes e mortalidade decorrente de complicações de vazamento anastomótico na cirurgia do câncer de ovário? Estudo de revisão sistemática e meta-análise reportado por Santana et al. no Journal of Gynecogic Oncologmostra que a ostomia não oferece vantagens na cirurgia do câncer de ovário e deve ser limitada a casos muito selecionados. A cirurgiã oncológica Audrey Tsunoda (foto) comenta os resultados.

  • ASCO atualiza diretrizes para o tratamento de pacientes com câncer do colo do útero recorrente ou metastático

    pilar 2022 bxCom o objetivo de divulgar recomendações atualizadas para informar os profissionais de saúde sobre as melhores opções de tratamento disponíveis, a Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) revisou as recomendações para o manejo e cuidados de pacientes com câncer do colo do útero recorrente ou metastático. As diretrizes são estratificadas por recursos e foram publicadas 4 de março no JCO Global Oncology, em artigo de Chuang et al. Maria Del Pilar Estevez Diz (foto), oncologista Clínica do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, da Rede D’Or – Onco Star e do Hospital São Luiz do Itaim, analisa as recomendações.

  • Citorredução secundária no câncer de ovário sensível à platina tem impacto na sobrevida global

    OvarioMeta-análise realizada por pesquisadores sul-coreanos avaliou o impacto da cirurgia citorredutora secundária na sobrevida de pacientes com câncer de ovário recorrente sensível à platina. Os resultados foram publicados online 21 de fevereiro no Journal of Clinical Oncology (JCO).

  • Desigualdades no acesso: rastreamento do câncer do colo uterino

    jose eluf neto 22 bxJosé Eluf Neto (foto), da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, é autor sênior de estudo que destaca o acesso restrito à colposcopia no sistema público de saúde no Estado de São Paulo. “O cenário compromete a qualidade da triagem e a questão deve ser priorizada no planejamento dos serviços”, alertam os autores, em artigo publicado em janeiro no periódico Cadernos de Saúde Pública.

  • EMPOWER-Cervical 1: cemiplimabe no câncer de colo de útero recorrente

    andreia melo 2020 bxEm pacientes com câncer de colo de útero recorrente após quimioterapia de primeira linha contendo platina, o anticorpo anti-PD-1 cemiplimabe conferiu sobrevida significativamente maior em comparação com a quimioterapia de agente único de escolha do investigador. Os resultados do estudo de Fase III EMPOWER-Cervical 1 foram publicados na New England Journal of Medicine (NEJM), em artigo com a participação da oncologista Andreia Melo (foto), chefe da Divisão de Pesquisa Clínica e Desenvolvimento Tecnológico do Instituto Nacional de Câncer (INCA) e Diretora de Pesquisa do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA/GBTG).

  • EVITA: características das pacientes diagnosticadas com câncer do colo do útero no Brasil

    angelica 21 1 bxAngélica Nogueira-Rodrigues (foto), pesquisadora da UFMG e vice-presidente do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA/GBTG), é primeira autora de estudo publicado no International Journal of Gynecological Cancer que descreve as características sociodemográficas, clinicopatológicas e a qualidade de vida de pacientes com câncer do colo do útero ao diagnóstico no Brasil.

  • Lenvatinibe mais pembrolizumabe no câncer de endométrio avançado

    Gineco NET OKEm publicação ahead of print na New England Journal of Medicine (NEJM), Makker V et al. apresentam resultados de estudo randomizado de Fase 3 que avaliou lenvatinibe mais pembrolizumabe em pacientes com câncer de endométrio avançado. O estudo atingiu seu principal endpoint e mostrou que a combinação trouxe benefício de sobrevida global e sobrevida livre de progressão nessa população de pacientes.

  • Novo padrão no carcinossarcoma ginecológico

    andreia melo 2020 bxPublicado no Journal of Clinical Oncology (JCO), estudo randomizado de fase III (NCT00954174) de pesquisadores do NRG Oncology Group mostrou que a quimioterapia com paclitaxel e carboplatina não foi inferior ao regime paclitaxel e ifosfamida no tratamento de pacientes com carcinossarcoma uterino. “Os resultados confirmam que a combinação de paclitaxel e carboplatina é um esquema posológico conveniente e seguro e deve ser a terapia padrão para pacientes com carcinossarcomas ginecológicos”, afirma a oncologista Andreia Melo (foto), chefe da Divisão de Pesquisa Clínica do Instituto Nacional do Câncer (INCA) e Diretora de Pesquisa do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA/GBTG).

  • Novo fator prognóstico no câncer endometrial

    diocesio 21Artigo que é parte da tese de doutorado do oncologista Diocésio Alves Pinto de Andrade (foto) destaca uma assinatura genética de quatro genes associada à recorrência do câncer de endométrio de risco baixo e intermediário. O trabalho tem como último autor o cirurgião Ricardo dos Reis, do Departamento de Ginecologia Oncológica do Hospital de Câncer de Barretos.

  • SOLO1 mostra resultados de longo prazo de olaparibe no câncer de ovário avançado

    elias abdo bxAnálise primária do ensaio SOLO1 / GOG 3004 mostrou que o inibidor da PARP olaparibe melhorou significativamente a sobrevida livre de progressão comparado ao placebo em pacientes com câncer de ovário avançado com mutação BRCA. Agora, análise post-hoc atualizada apresenta os dados de sobrevida livre de progressão do SOLO1, após 5 anos de acompanhamento, em artigo de Susana Banerjee e colegas, no Lancet Oncology. "A atualização do estudo SOLO 1 demonstra que o benefício derivado da terapia de manutenção de 2 anos com olaparibe nessa população de pacientes foi sustentado além do final do tratamento, estendendo a sobrevida livre de progressão mediana para os últimos 4 a 5 anos", observa o oncologista Elias Abdo (foto), chefe do Serviço de Oncoginecologia Clínica do ICESP-HCFMUSP e médico da Oncologia D`Or.

  • Microendoscopia na prevenção do câncer cervical

    Colo Utero NET OKO Hospital de Câncer de Barretos está aberto ao recrutamento de pacientes para estudo que pretende inscrever 1060 participantes com o objetivo de desenvolver e validar um colposcópio móvel multimodal de baixo custo para programas globais de prevenção do câncer cervical.

  • IX Simpósio de Ginecologia Oncológica

    gineco 2021 bxCom a participação de 8 convidados internacionais, o IX Simpósio Internacional Multidisciplinar de Ginecologia Oncológica acontece nos dias 12 e 13 de novembro, em formato online.

  • Resultados perinatais da primeira gravidez após quimioterapia para neoplasia trofoblástica gestacional

    braga madi 2021Revisão sistemática de estudos observacionais e meta-análise publicada no American Journal of Obstetrics and Gynecology (AJOG) buscou avaliar os resultados perinatais da primeira gestação após remissão da neoplasia trofoblástica gestacional, bem como o impacto do tempo entre o final da quimioterapia e a gravidez subsequente. Antonio Braga (na foto, à direita), Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade Federal Fluminense, é coautor do trabalho que tem o ginecologista José Mauro Madi como primeiro autor.

  • FDA concede revisão prioritária para cemiplimabe no câncer cervical avançado

    gineco bxA agência norte-americana Food and Drug Administration (FDA) concedeu revisão prioritária ao anti PD-1 cemiplimabe (Libtayo®, Sanofi) para o tratamento de pacientes com câncer cervical recorrente ou metastático, cuja doença progrediu durante ou após a quimioterapia. A decisão foi baseada nos resultados do estudo de Fase III EMPOWER-Cervical 1, que em análise interina apresentada na ESMO Virtual Plenary demonstrou ganho de sobrevida global na comparação com o padrão de quimioterapia, com benefícios que também se estendem à sobrevida livre de progressão e à taxa de resposta objetiva.

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