16052022Seg
AtualizadoSeg, 16 Maio 2022 12pm

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Daichii Sankyo

Gastrointestinal

  • Estudo asiático mostra não-inferioridade entre 3 e 6 meses de adjuvância no câncer de colon

    O estudo de fase III ACHIEVE realizado no Japão foi um dos seis estudos prospectivos que exploraram se 3 meses de terapia adjuvante com fluorouracil, leucovorina e oxaliplatina (FOLFOX) ou capecitabina e oxaliplatina (CAPOX) é não inferior a 6 meses de tratamento em pacientes com câncer de cólon em estágio III curativamente ressecado. Agora,Yoshino et al. reportam análises finais de sobrevida e segurança, em artigo publicado online 5 de maio no Journal of Clinical Oncology (JCO).Os resultados de longo prazo mostram que, em pacientes asiáticos, encurtar a duração da terapia adjuvante de 6 para 3 meses não comprometeu a eficácia e reduziu a taxa de neuropatia periférica, demonstrando que CAPOX trimestral foi uma opção adequada.

  • Tumor de reto alto

    reuniao teletransmitida retoA BP – Beneficência Portuguesa de São Paulo, realiza no dia 12 de maio, às 19h (horário de Brasília), uma reunião teletransmitida para discutir o tema ‘Tumor de reto alto – excisão total ou parcial do mesorreto?’.

  • OPRA: Preservação de órgão em pacientes com câncer de reto tratados com terapia neoadjuvante total

    rodrigo perez 2021 bxResultados do estudo OPRA (Organ Preservation in Patients With Rectal Adenocarcinoma Treated With Total Neoadjuvant Therapy) publicados por Garcia-Aguilar e colegas no Journal of Clinical Oncology (JCO) demonstraram que a preservação do órgão é factível em metade dos pacientes com câncer de reto tratados com terapia neoadjuvante total, sem comprometer os resultados de sobrevida em comparação com controles históricos tratados com quimiorradioterapia, excisão total do mesorreto e quimioterapia pós-operatória. Quem analisa os resultados é o cirurgião colorretal Rodrigo Oliva Perez (foto), médico do Instituto Angelita e Joaquim Gama.

  • Tislelizumabe mostra benefício de sobrevida global como primeira linha no câncer de esôfago avançado

    Duilio Rocha 2020 ok 2Um novo agente experimental, o anti PD-1 tislelizumabe mostrou benefício de sobrevida global (SG) no tratamento de pacientes com carcinoma de células escamosas de esôfago (ESCC) irressecável, localmente avançado, recorrente ou metastático, sem tratamento prévio. É o que mostram os dados da análise interina do ensaio randomizado de Fase 3 (RATIONALE 306), confirmando que tislelizumabe mais quimioterapia atingiu o principal endpoint e melhorou significativamente a SG em comparação com a quimioterapia isolada nessa população de pacientes, independentemente da expressão de PD-L1. Quem analisa os resultados é o oncologista Duilio Rocha Filho (foto), chefe do Serviço de Oncologia Clínica do Hospital Universitário Walter Cantídio (UFC-CE) e membro do Conselho Científico do Grupo Brasileiro de Tumores Gastrointestinais (GTG).

  • Consenso define critérios em ensaios de câncer de pâncreas para doença ressecável ​​e borderline

    felipe coimbra 2020 bxAchados de revisão sistemática e um consenso internacional de especialistas embasam a Declaração de Consenso publicada por Pijnappel et al. no Jama Oncology, com medidas obrigatórias para ensaios clínicos envolvendo pacientes com câncer de pâncreas com doença ressecável ​​e borderline (COMM-PACT-RB). Este é um artigo interessante que discute a padronização dos desfechos obrigatórios e limites nos estudos prospectivos randomizados futuros para câncer de pâncreas ressecável e borderline",analisa o cirurgião oncológico Felipe Coimbra (foto), diretor do Departamento de Cirurgia Abdominal do AC Camargo Cancer Center.

  • Biomarcador mostra especificidade e sensibilidade no diagnóstico do câncer pancreático

    casali 2020 bxEstudo que teve como objetivo validar o desempenho clínico do teste IMMray PanCan-d no diagnóstico de lesões pancreáticas por biópsia líquida de plasma. O algoritmo desenvolvido considera as marcas genéticas e a dosagem de CA19.9 e o estudo mostrou que o teste tem alta especificidade e sensibilidade na detecção do adenocarcinoma ductal pancreático (PDAC) e análise dos subgrupos, inclusive nos indivíduos Lewis-nulos (le/le) que não podem expressar CA19-9, com excelente especificidade (99%) e sensibilidade (92%). “O estudo claramente mostra o momento atual da oncologia de precisão que se aproxima cada vez mais do diagnóstico precoce de lesões pancreáticas com técnicas pouco invasivas”, avalia José Claudio Casali da Rocha (foto), oncogeneticista do A.C.Camargo Cancer Center.

  • Pancreatite e câncer de pâncreas, magnitude da associação e força das evidências

    pancreas 19 bxEstudos observacionais sugeriram risco aumentado de adenocarcinoma ductal pancreático (PDAC) em pacientes com pancreatite aguda e crônica (PC). A edição de março da Clinical and Translational Gastroenterology traz estudo de revisão sistemática e meta-análise que avaliou a magnitude dessa associação e as evidências epidemiológicas já reportadas. ” Há um risco aumentado de PDAC em pacientes com PC e as taxas de incidência aumentam com a duração da doença. Nossos resultados indicam que indivíduos com PC de longa data podem ser considerados para vigilância do PDAC”, destacam os autores.

  • Angelita Habr-Gama entre os cientistas mais influentes do mundo

    angelita gama semana 2019 bxA cirurgiã brasileira Angelita Habr-Gama (foto) foi reconhecida como uma das pesquisadoras mais influentes do mundo, de acordo com a recente atualização do rankingelaborado por especialistas da Universidade de Stanford que lista os 2% dos cientistas mais citados no período entre 1996-2020 (carreira) e também no ano de 2020.

  • Experiência global no câncer gastroesofágico EGFR amplificado

    gastroesofagica bxEstudo que procurou determinar os resultados dos inibidores do Receptor do Fator de Crescimento Epidérmico (EGFR) em pacientes com câncer gastroesofágico com EGFR amplificado relatou dados de uma população global de pacientes genomicamente selecionados. Os resultados foram publicados online 29 de março no Journal of Clinical Oncology(JCO), em artigo de Maron et al.

  • Gastrectomia ou preservação do estômago no câncer gástrico precoce?

    laercio gomes 2006Dados já reportados sugerem que a gastrectomia laparoscópica com navegação do linfonodo sentinela (LSNNS) pode melhorar a qualidade de vida e a nutrição pela preservação do estômago em sobreviventes de longo prazo de câncer gástrico. Agora, estudo randomizado que comparou LSNNS com gastrectomia laparoscópica padrão (LSG) mostrou que a LSNNS se equiparou à LSG em termos de sobrevida livre de doença em 3 anos, com margem de 5%, mas promoveu melhor qualidade de vida e nutrição a longo prazo. Os resultados estão em artigo de Kim et al. no Journal of Clinical Oncology (JCO). O cirurgião Laercio Gomes Lourenço (foto), professor associado de cirurgia na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), comenta os resultados.

  • Cirurgia no câncer de pâncreas limítrofe e localmente avançado

    felipe coimbra 2020 bxModelo preditivo de base populacional se propõe a identificar candidatos ideais para ressecção do tumor entre pacientes com câncer de pâncreas limítrofe e localmente avançado. Os resultados estão na edição de março da Pancreatologye podem apoiar a tomada de decisão. “É muito oportuna a tentativa de organizar critérios mais objetivos para seleção do paciente em cada etapa do tratamento”, avalia o cirurgião oncológico Felipe Coimbra (foto), diretor do Departamento de Cirurgia Abdominal do AC Camargo Cancer Center.

  • Sarcopenia e sobrevida global no adenocarcinoma ductal pancreático

    sarcopenia bxA sarcopenia é importante fator prognóstico para pacientes com câncer. Artigo de Emori et al. publicado em março no periódico Pancreatology descreve resultados de estudo que avaliou os efeitos da sarcopenia na sobrevida livre de progressão (SLP) e sobrevida global (SG) de pacientes com adenocarcinoma ductal pancreático (PDAC) submetidos a tratamento com gencitabina de primeira linha e nab-paclitaxel (GEM e nab-PTX). Os resultados reforçam evidências e mostram que sarcopenia é um indicador independente de mau prognóstico.

  • BILCAP: capecitabina adjuvante em tumores do trato biliar

    Duilio Rocha 2020 ok 2O estudo BILCAP mostrou benefício da capecitabina como terapia adjuvante no câncer do trato biliar ressecado, estabelecendo a capecitabina como padrão de tratamento nesse cenário. Agora, dados de longo prazo e novas análises de subgrupos deste estudo de Fase 3 foram reportados online no Journal of Clinical Oncology (JCO). "O estudo BILCAP é um marco no tratamento do câncer de vias biliares. Apesar de na publicação original o desfecho primário de melhora da sobrevida global na população por intenção de tratar não ter sido atingido, o benefício encontrado na análise de sensibilidade pré-especificada foi suficiente para fazer da capecitabina o novo padrão de tratamento no carcinoma biliar operado", observa Duilio Rocha Filho (foto), chefe do Serviço de Oncologia Clínica do Hospital Universitário Walter Cantídio (UFC-CE) e membro do Conselho Científico do Grupo Brasileiro de Tumores Gastrointestinais (GTG).

  • Brotamento tumoral como biomarcador prognóstico no câncer de cólon

    augusto cangucu bxAnálise post-hoc do estudo IDEA-France indica que duas categorias de brotamento tumoral, as categorias B2 e B3, estão fortemente associadas à sobrevida livre de doença e sobrevida global no câncer de colon estágio III. Os resultados foram reportados online por Basile et al. no Annals of Oncology. Augusto Canguçu (foto), oncologista no Hospital Aliança e na Oncologia D'Or em Salvador, Bahia, comenta os resultados.

  • Ressonância magnética no reestadiamento após terapia neoadjuvante para câncer retal

    perez vailatiEstudo publicado no Diseases of the Colon & Rectum Journal buscou medir a acurácia da avaliação da margem de ressecção circunferencial por ressonância magnética após terapia neoadjuvante para câncer retal e identificar características associadas à acurácia. Os coloproctologistas Bruna Vailati e Rodrigo Perez analisam os resultados.

  • Risco de câncer colorretal e obesidade ao longo da vida

    OBESIDADE NET OKAté que ponto a exposição cumulativa ao longo da vida ao excesso de peso está associada ao risco de câncer colorretal (CCR)? Resultados de estudo caso-controle reportados no JAMA Oncology sugerem que a exposição cumulativa ao longo da vida ao excesso de peso pode ser responsável por um risco ainda maior de desenvolver CCR do que se pensava anteriormente.

  • Diretrizes da ASCO para o tratamento adjuvante do câncer de cólon estágio II

    anelisa coutinho 21 bxA Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) atualizou as recomendações para o tratamento adjuvante de pacientes com câncer de cólon estágio II ressecado. A revisão sistemática considerou vinte e um estudos observacionais e seis ensaios clínicos randomizados. Os resultados foram publicados na edição de março do Journal of Clinical Oncology (JCO). “Nessa revisão, a ASCO reforça a importância de reconhecer e categorizar os fatores de risco como guia para tomada de decisão", observa Anelisa Coutinho (foto), oncologista na clínica AMO e Diretora Científica do Grupo Brasileiro de Tumores Gastrointestinais (GTG).

  • Coleta inadequada de linfonodos impacta sobrevida no câncer retal

    cancer retoEstudo que avaliou o impacto da coleta de linfonodos na sobrevida de pacientes que receberam quimiorradiação neoadjuvante no câncer retal reportou resultados na Surgery, em artigo de Bliggenstorfer etal. Os resultados mostram que a coleta linfonodal inadequada pode impactar negativamente a sobrevida, apesar do status nodal negativo e de uma resposta patológica completa à terapia neoadjuvante.

  • International Bordeaux Colorectal Masterclass

    rodrigo perez 2021 bxO cirurgião Rodrigo Perez (foto) é um dos destaques do programa do International Bordeaux Colorectal Masterclass, realizado de 7 a 10 de março, na França, com a chancela do Conselho Europeu de Acreditação para Educação Médica Continuada.

  • Estado nutricional e risco cirúrgico no câncer de esôfago

    vinicius pretti bxPoucos estudos se concentraram no estado nutricional pré-operatório de pacientes com câncer de esôfago elegíveis para cirurgia inicial. Artigo de Noh et al. publicado na Nutrition and Cancer mostra que pacientes com mau estado nutricional no pré-operatório apresentaram maiores taxas de complicações pós-operatórias e baixa sobrevida global após cirurgia inicial para câncer de esôfago. Vinícius Basso Preti (foto), cirurgião oncológico e especialista em terapia nutricional do Hospital Erasto Gaertner e do Instituto de Oncologia do Paraná – IOP, comenta os resultados.

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