27072021Ter
AtualizadoSeg, 26 Jul 2021 4pm

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Daichii Sankyo

Cabeça e Pescoço

  • Perspectiva dos oncologistas sobre atendimento odontológico no tratamento do câncer de cabeça e pescoço

    daniel cohen 2021Artigo publicado no JCO Oncology Practice buscou entender as perspectivas de médicos envolvidos no tratamento do câncer em relação ao atendimento odontológico em pacientes com câncer de cabeça e pescoço, população com risco aumentado de complicações dentárias em longo prazo. Quem comenta é o estomatologista Daniel Cohen Goldemberg (foto), pesquisador do Instituto Nacional do Câncer (INCA).

  • Manutenção com capecitabina prolonga sobrevida livre de progressão no câncer de nasofaringe metastático

    thiago bueno de oliveira bxA terapia de manutenção com capecitabina prolonga a sobrevida livre de progressão de pacientes com carcinoma nasofaríngeo (NPC) metastático recém-diagnosticado, em comparação com os melhores cuidados de suporte (BSC). É o que apontam resultados de estudo chinês que integra o programa científico do ASCO 2021. O oncologista Thiago Bueno de Oliveira (foto), do A.C.Camargo Cancer Center, analisa os resultados.

  • JUPITER-02: imunoterapia no tratamento de primeira linha do carcinoma de nasofaringe avançado

    Aline Chaves NET OKSelecionado para apresentação em Sessão Plenária do ASCO 2021, o estudo JUPITER-021 (LBA2) demonstrou que a adição da imunoterapia toripalimab à quimioterapia padrão na primeira linha de tratamento do carcinoma nasofaríngeo recorrente ou metastático prolongou a sobrevida livre de progressão em comparação com placebo, com uma mediana de 11,7 vs 8 meses, respectivamente. A oncologista Aline Lauda Chaves (foto), presidente do Grupo Brasileiro de Câncer de Cabeça e Pescoço (GBCP) e médica da DOM Oncologia, comenta os resultados.

  • TPEx é opção eficaz e segura no câncer de cabeça e pescoço avançado

    Ensaio de Fase 2 que avaliou o regime de quimioterapia TPEx (docetaxel-platina-cetuximabe) em pacientes com carcinoma escamoso de cabeça e pescoço (HNSCC) recorrente ou metastático mostrou dados promissores, com sobrevida global mediana de 14,0 meses como primeira linha de tratamento. Agora, novo estudo publicado no Lancet Oncologycomparou o regime TPEx com o esquema EXTREME (fluorouracil-platina-cetuximabe), com resultados que podem mudar a prática e reforçam o benefício de TPEx no tratamento de primeira linha do HNSCC recorrente ou metastático, como um regime com melhor perfil de segurança nessa população de pacientes.

    Este ensaio multicêntrico, aberto, randomizado (GORTEC 2014-01 TPExtreme) contou com a participação de 68 centros na França, Espanha e Alemanha. Foram inscritos pacientes com carcinoma escamoso de cabeça e pescoço recorrente ou metastático confirmado histologicamente, com idade entre 18 e 70 anos, com bom status de desempenho (ECOG ≤1), clearence de creatinina ≥ 60 mL/min, não elegíveis para tratamento curativo e com pelo menos uma lesão mensurável (RECIST v 1.1).

  • Biópsia do linfonodo sentinela no câncer de cabeça e pescoço inicial

    leandro luongo matos 2021 bxQual a melhor técnica cirúrgica para o tratamento do carcinoma espinocelular da cavidade oral (OCSCC) em pacientes com doença inicial, com nódulos negativos? Estudo multicêntrico japonês que comparou o esvaziamento cervical eletivo (ND) tradicional versus dissecção nodal guiada por biópsia de linfonodo sentinela (SLNB) nessa população de pacientes reportou resultados no JCO. A análise de Hasegawa et al. mostra que a dissecção nodal guiada por SLNB não afetou a sobrevida, melhorou a funcionalidade dos pacientes e foi não-inferior ao atual padrão de tratamento. Quem analisa os resultados é o cirurgião Leandro Luongo de Matos (foto), professor livre docente e chefe do Grupo de Boca e Orofaringe da disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço da FMUSP.

  • FDA aprova novo regime de dose de cetuximabe

    approved NET OKA agência norte-americana Food and Drug Administration (FDA) aprovou um novo regime de dose de 500 mg/m2 IV de 120 minutos a cada duas semanas (Q2W) de cetuximabe (Erbitux®) para pacientes com câncer colorretal (CCR) ou carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço (CCECP) KRAS-selvagem que expressam EGFR.

  • Tendências na incidência do câncer de tireoide em 25 países

    adalberto ok bxEstudo de base populacional realizado por pesquisadores da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC) apresenta um panorama da incidência de câncer de tireoide por subtipo histológico, em uma análise que envolve 25 países. O trabalho liderado pelo brasileiro Adalberto Miranda-Filho (foto) em parceria com colegas do Centro di Riferimento Oncologico di Aviano (Italy) e da Organização Mundial da Saúde foi publicado no Lancet Diabetes & Endocrinology. "Este é o primeiro estudo a fornecer uma avaliação global da epidemiologia dos principais subtipos histológicos do câncer de tireoide", destacam os autores.

  • Ferramenta calcula impacto da COVID-19 na mortalidade por câncer de cabeça e pescoço

    leandro luongo matos 2021 bxO cirurgião de cabeça e pescoço Leandro Matos (foto), do ICESP, é primeiro autor de estudo multicêntrico que propõe uma ferramenta online capaz de prever o risco de morte de pacientes com câncer de cabeça e pescoço devido à pandemia da COVID-19. A calculadora de impacto do câncer COVID-19 (COCIC) também pode contribuir para desenvolver estratégias de mitigação após o pico da pandemia, com base em um modelo matemático. “O impacto da pandemia de COVID-19 em pacientes com câncer é inevitável, mas é possível minimizá-lo com um esforço medido pelo modelo proposto”, destacam os autores do trabalho publicado na Cancer Causes & Control.

  • Risco individual e rastreamento do câncer oral

    daniel cohen 2019 bxReanálise do Kerala Oral Cancer Screening mostrou que o rastreamento baseado no risco individual é eficaz e trouxe redução de 27% na mortalidade por câncer oral, alcançando 29% (HR = 0,71) em usuários de tabaco e/ou álcool. Os resultados expressam a prova de princípio da eficiência dessa estratégia de screening e foram publicados 15 de janeiro por Cheung et al. no Journal of Clinical Oncology (JCO). Quem comenta é o estomatologista Daniel Cohen (foto), pesquisador do Instituto Nacional do Câncer (INCA).

  • TOP 10 Cabeça e pescoço

    top 10 cp bxPromovido pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o evento TOP 10 Cabeça e Pescoço acontece dia 28 de novembro, em formato online.

  • Brócolis e efeitos da quimioterapia no câncer de cabeça e pescoço

    brocolis NET OKUm fitoquímico do brócolis, o sulforafano (SF) tem recebido atenção considerável por suas propriedades anticâncer. Estudo publicado no British Journal of Cancer mostrou que sulforafano aumentou os efeitos da quimioterapia com cisplatina (CIS) e 5-fluorouracil (5-FU) no carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço. “Adicionar 3,50 µM de SF quase dobrou o efeito de CIS e multiplicou por 10 vezes o efeito de 5-FU, especialmente em doses mais baixas de quimioterapia. Uma concentração de 3,50 µM de SF no corpo humano pode ser alcançada simplesmente comendo brócolis fresco”, descrevem os autores.

  • P16 e HPV como determinantes prognósticos no câncer de orofaringe

    Aline Chaves NET OKA imunocoloração de p16INK4a (p16) é a técnica mais amplamente utilizada em ambientes clínicos para determinar a causa e o prognóstico relacionado ao HPV como biomarcador no câncer de orofaringe (OPC, da sigla em inglês). Estudo apresentado em sessão oral no ESMO 2020 Virtual Congress mostra resultados do consórcio internacional que avaliou a proporção de HPV e p16+ em diferentes coortes. A oncologista Aline Lauda Chaves (foto), presidente do Grupo Brasileiro de Câncer de Cabeça e Pescoço (GBCP) e médica do DOM Oncologia, comenta o trabalho.

  • Lições do de-escalonamento de dose no câncer de cabeça e pescoço HPV positivo

    Aline Chaves NET OKResultados dos três primeiros estudos randomizados de de-escalonamento de dose em pacientes com câncer de orofaringe HPV-positivo mostraram claro prejuízo na sobrevida quando a cisplatina foi omitida ou substituída. A partir desses resultados, o Grupo Internacional de Câncer de Cabeça e Pescoço publicou recomendações para futuros estudos nessa população de pacientes. A oncologista Aline Lauda Chaves (foto), presidente do Grupo Brasileiro de Câncer de Cabeça e Pescoço (GBCP) e médica da clínica DOM Oncologia, analisa o trabalho.

  • Nova dose de IMRT melhora disfagia no câncer de orofaringe

    daniel 200 foto2 bxA maioria dos tumores oro e hipofaríngeos recém diagnosticados são tratados com quimiorradioterapia com intenção curativa, mas às custas de efeitos adversos com grande impacto na qualidade de vida. Este estudo da Cancer Research UK avaliou como o uso de dose ótima da radioterapia IMRT (Do-IMRT) pode reduzir a dose de RT nas estruturas relacionadas à disfagia/ aspiração, melhorando a função da deglutição comparada à dose padrão (S-IMRT). O radio-oncologista Daniel Przybysz* (foto), membro do Comitê de Radioterapia Avançada da International Association for the Study of Lung Cancer, comenta os resultados.

  • Entendendo o gene RET e suas alterações

    drops genomica retEm mais um tópico da coluna ‘Drops de Genômica’, o oncologista André Murad, diretor científico do Grupo Brasileiro de Oncologia de Precisão (GBOP) e diretor clínico da Personal - Oncologia de Precisão e Personalizada, aborda o gene RET e suas alterações.

  • Guideline ASCO: diagnóstico e manejo do carcinoma espinocelular de primário desconhecido na cabeça e pescoço

    Aline Chaves NET OKA Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) publicou um guideline com recomendações para o diagnóstico e tratamento do carcinoma espinocelular de primário desconhecido na cabeça e pescoço (do inglês, SCCUP). O Painel de Especialistas realizou uma pesquisa dos trabalhos publicados entre 2008 e 2019. Os resultados de interesse incluíram sobrevida, controle local e regional da doença e qualidade de vida. As diretrizes foram publicadas no Journal of Clinical Oncology (JCO). Quem comenta é a oncologista Aline Lauda Chaves (foto), presidente do Grupo Brasileiro de Câncer de Cabeça e Pescoço (GBCP).

  • Diretrizes de tratamento do câncer de cabeça e pescoço durante a pandemia

    Aline Chaves NET OKO Grupo Brasileiro de Câncer de Cabeça e Pescoço (GBCP) liderou uma iniciativa mundial para adequar os tratamentos dos pacientes com carcinoma epidermoide de cabeça e pescoço (CECCP) durante a pandemia do COVID-19. A discussão gerou um editorial publicado online no periódico Oral Oncology. A oncologista Aline Chaves (foto), presidente do GBCP e primeira autora do artigo comenta as recomendações.

  • Tabagismo e padrão de recorrência no câncer de orofaringe HPV-positivo

    rafael cicco bxO cirurgião Rafael De Cicco (foto), chefe do Departamento de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Instituto de Câncer Doutor Arnaldo Vieira de Carvalho, é primeiro autor de estudo retrospectivo com 215 pacientes de câncer de orofaringe HPV-positivo. Os resultados foram publicados na Head and Neck e mostram que o tabagismo foi o único fator prognóstico independente para sobrevida livre de doença na população estudada.

  • Guideline ASCO: manejo do pescoço no carcinoma oral de células escamosas e de orofaringe

    gbcp logo atualizada NET OKA Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) publicou um guideline com recomendações para o manejo do pescoço em pacientes com carcinoma oral de células escamosas e de orofaringe. O Painel de Especialistas realizou uma pesquisa dos trabalhos publicados entre 1990 e 2018 e identificou 124 estudos relevantes para informar a base de evidências para a diretriz. O documento foi publicado na edição de julho do Journal of Clinical Oncology (JCO). Thiago Bueno de Oliveira e Thiago Celestino Chulam, médicos do A.C.Camargo Cancer Center e membros do Grupo Brasileiro de Câncer de Cabeça e Pescoço (GBCP) comentam as diretrizes.

  • Tempo de soroconversão do anticorpo HPV16 antes do câncer de orofaringe

    gbcp logo atualizada NET OKEstudo publicado na Annals of Oncology demonstrou que os anticorpos contra o papilomavírus humano tipo 16 (HPV16) se desenvolvem entre seis e 40 anos antes do diagnóstico clínico de câncer de orofaringe, e sua presença aumenta significativamente o risco da doença. “Este estudo abre as portas para uma abordagem precoce dos pacientes infectados pelo HPV de alto risco, tendo em vista que o surgimento de anticorpos se dá anos antes do aparecimento do tumor”, afirma a oncologista Aline Chaves, presidente do Grupo Brasileiro de Câncer de Cabeça e Pescoço (GBCP).

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