16052022Seg
AtualizadoSeg, 16 Maio 2022 12pm

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Daichii Sankyo

Cabeça e Pescoço

  • Coinfecção com vírus Epstein-Barr afeta a persistência do HPV oral

    luisa lina villa 2020 bxA bióloga Luisa Lina Villa (foto) é coautora de estudo selecionado para apresentação no Congresso Anual da American Association for Cancer Research (AACR 2022) que investigou se a liberação oral do vírus Epstein-Barr (EBV), um marcador de replicação viral ativa, poderia servir como um biomarcador para infecção oral persistente e oncogênica por HPV em homens.

  • Carcinoma da orofaringe associado a HPV, da epidemiologia à rotina clínica

    gilberto castroO carcinoma espinocelular da orofaringe (OPSCC, da sigla em inglês) positivo para o papilomavírus humano (HPV+) tem uma das incidências que mais aumentam em países de alta renda, quando comparado a qualquer outro tipo de câncer. Revisão publicada na Nature Review Clinical Oncologyapresenta um resumo da epidemiologia, biologia molecular e manejo clínico do câncer de orofaringe HPV+ em um esforço para destacar avanços importantes com impacto na rotina clínica. Quem analisa o trabalho é o oncologista Gilberto de Castro Junior (foto), professor da disciplina de oncologia da Faculdade de Medicina da USP e médico do ICESP e do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.

  • Irradiação eletiva do pescoço ipsilateral é não-inferior à irradiação total no câncer de nasofaringe inicial

    Robson Ferrigno NET OK 2Em pacientes com carcinoma de nasofaringe com doença N0-N1, estudo de não-inferioridade demonstrou que a irradiação eletiva da parte superior do pescoço não envolvido fornece controle regional semelhante e resulta em menor toxicidade comparada à irradiação padrão do pescoço inteiro. Robson Ferrigno (foto), coordenador dos Serviços de Radioterapia do Hospital BP Paulista, analisa os resultados, publicados na edição de abril do Lancet Oncology.

  • Radiogenômica: locus de suscetibilidade associado à mucosite induzida por radioterapia

    Hanriot Net OKEstudo de associação genômica de toxicidade induzida por radioterapia em pacientes com câncer de cabeça e pescoço (CCP) identificou um locus de suscetibilidade associado à mucosite. Os resultados estão em artigo de Schack et al., no British Journal of Cancer. “O crescente acesso ao perfil genômico e a redução progressiva do seu custo ao longo dos anos vem permitindo cada vez mais estudos neste sentido, avalia Rodrigo Hanriot (foto), coordenador do Serviço de Radioterapia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

  • Novo esquema de indução melhora resultados no câncer de nasofaringe

    Aline Chaves NET OKA quimioterapia com paclitaxel, cisplatina e capecitabina melhora a sobrevida livre de falhas em comparação com cisplatina e fluorouracil como tratamento de indução antes da quimiorradioterapia concomitante para pacientes com carcinoma de nasofaringe estágio IVA a IVB. É o que relatam Li et al. em artigo publicado online 24 de março no Jama Oncology.A oncologista Aline Lauda Chaves (foto), presidente do Grupo Brasileiro de Câncer de Cabeça e Pescoço (GBCP) e médica da DOM Oncologia, comenta os resultados.

  • 4º Simpósio Nacional do GBCP

    gbcp 22 bxCom o tema ‘Cuidado Total no Câncer de Cabeça e Pescoço: Dedicado, Integrado e Focado no Paciente’, o 4º Simpósio Anual do Grupo Brasileiro de Câncer de Cabeça e Pescoço (GBCP) acontece nos dias 18 e 19 de março, em formato online. O evento ocorre simultaneamente ao 2º Simpósio Multidisciplinar e ao 2º Fórum de Pacientes.

  • Quimiorradioterapia com cisplatina semanal no câncer de cabeça e pescoço

    cancer cabeca pescocoEm pacientes com carcinoma espinocelular de cabeça e pescoço localmente avançado de alto risco pós-operatório, a quimiorradioterapia com cisplatina semanal (40 mg/m2) produz eficácia comparável ao regime de cisplatina de 3 semanas? Estudo de não-inferioridade reportou resultados no Journal of Clinical Oncology, em artigo de Kiyota et al., mostrando que a quimiorradioterapia com cisplatina semanal pode ser uma opção de tratamento para esses pacientes, com perfil de toxicidade favorável.

  • FDG-PET e descalonamento de dose no câncer de orofaringe

    orofaringe 2021 bxEstudo de fase II identificou que os exames de FDG-PET de pacientes com câncer de orofaringe (OPC) positivo para p16 obtidos antes do tratamento de radioterapia e na metade do percurso terapêutico pode selecionar pacientes que podem se beneficiar do deescalonamento com uma dose mais baixa de radioterapia na segunda metade do tratamento, com menor toxicidade e sem comprometer o controle da doença. Os resultados então entre os destaques do programa científico do 2022 Multidisciplinary Head and Neck Cancers Symposium, realizado de 24 a 26 de fevereiro no Arizona, EUA.

  • Perspectiva epigenética dos tumores de cabeça e pescoço

    sheila inca 21Diego Camuzi, Pesquisador do Programa de Carcinogênese Molecular do Instituto Nacional do Câncer (INCA) é primeiro autor de artigo de revisão publicado na Cancers que explora como as alterações na metilação do DNA e na expressão de microRNA contribuem para o desenvolvimento e progressão do carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço (CCECP). A pesquisadora Sheila Coelho Soares-Lima (foto) é a autora sênior do trabalho.

  • Cirurgia transoral e IMRT adjuvante de baixa intensidade mostram resultados no câncer de orofaringe

    leandro luongo matos 2021 bxA quimiorradiação definitiva ou pós-operatória é curativa para o câncer de orofaringe associado ao papilomavírus humano (HPV+), mas induz toxicidade significativa. Estudo que avaliou a cirurgia transoral primária e a radioterapia pós-operatória em pacientes com câncer de orofaringe HPV+ de risco intermediário reportou os resultados no JCO*, em artigo do ECOG-ACRIN Cancer Research Group. " Apesar de ter sido desenvolvido em um contexto mais específicos da realidade americana, uma vez que se trata de pacientes, muitas vezes, com pequeno volume de doença e que foram submetidos a ressecção transoral robótica, fica de mensagem de que a diminuição de dose de radioterapia é factível e segura nesse grupo de pacientes", avalia Leandro Luongo de Matos (foto), professor livre docente e chefe do grupo de boca e orofaringe da disciplina de cirurgia de cabeça e pescoço da FMUSP.

  • Padrões de tratamento e resultados da terapia sistêmica paliativa em pacientes com carcinoma do ducto salivar e adenocarcinoma

    souza ferrarottoEstudo publicado na Cancer, periódico da American Cancer Society, buscou avaliar os dados de eficácia da terapia sistêmica em pacientes com carcinoma do ducto salivar (SDC) e adenocarcinoma (não especificado/adeno-NOS) tratados no MD Anderson Cancer Center entre 1990 e 2020. A oncologista Luana Sousa (na foto, à direita), clinical fellow na instituição, é primeira autora do trabalho; Renata Ferrarotto, professora associada e diretora de Pesquisa Clínica em Cabeça e Pescoço do MD Anderson, é a autora sênior.

  • Impacto da pandemia de COVID-19 em pacientes com câncer de cabeça e pescoço atendidos em um centro público de câncer

    angelica gilsonAngélica Nogueira-Rodrigues é autora sênior de estudo selecionado para apresentação em pôster no ESMO 2021 que analisa o impacto da pandemia de COVID-19 em pacientes com câncer de cabeça e pescoço tratados em um serviço público de Belo Horizonte, Minas Gerais. O oncologista Gilson Veloso é o primeiro autor do trabalho.

  • Quimioterapia de indução no câncer de cavidade oral avançado

    thiago bueno de oliveira bxThiago Bueno de Oliveira (foto), oncologista do A.C.Camargo Cancer Center, é primeiro autor de artigo de revisão publicado no periódico Current Oncology Reports que busca avaliar o papel da quimioterapia de indução em pacientes com câncer de cavidade oral localmente avançado. O trabalho discute perspectivas futuras, incluindo a incorporação de inibidores de checkpoint e biomarcadores para a seleção de pacientes.

  • Prevenção e tratamento da xerostomia no tratamento do câncer

    daniel cohen 2021Um painel multidisciplinar de especialistas avaliou a base de evidências (PubMed, EMBASE e Cochrane Library) para formular recomendações para a prevenção e tratamento da hipofunção das glândulas salivares e xerostomia induzidas por terapias não cirúrgicas no tratamento do câncer. As diretrizes atualizadas estão em artigo de Mercadante et al, no Journal of Clinical Oncology.Quem comenta o trabalho é o estomatologista Daniel Cohen Goldemberg (foto), pesquisador do Instituto Nacional do Câncer (INCA).

  • Vacinação contra HPV e risco de câncer de orofaringe

    eliana wendland bxResultados de novo estudo de pesquisadores da Johns Hopkins, publicado 2 de setembro no JAMA Oncology, mostram que o maior número de casos de câncer de orofaringe até 2045 vai ocorrer entre indivíduos mais velhos e que não foram vacinados. “O impacto da vacinação será sentido a longo prazo, daí a importância da prevenção e diagnóstico precoce, especialmente em uma geração que não se beneficiou do acesso à vacina contra o HPV”, analisou Eliana Wendland (foto), epidemiologista do Hospital Moinhos de Vento e professora da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.

  • Cirurgia de cabeça e pescoço

    cabeca pescoco bxCom a participação de mais de 30 convidados internacionais, o XXVIII Congresso Brasileiro de Cirurgia de Cabeça e Pescoço acontece entre os dias 02 e 04 de setembro, em formato online.

  • Perspectiva dos oncologistas sobre atendimento odontológico no tratamento do câncer de cabeça e pescoço

    daniel cohen 2021Artigo publicado no JCO Oncology Practice buscou entender as perspectivas de médicos envolvidos no tratamento do câncer em relação ao atendimento odontológico em pacientes com câncer de cabeça e pescoço, população com risco aumentado de complicações dentárias em longo prazo. Quem comenta é o estomatologista Daniel Cohen Goldemberg (foto), pesquisador do Instituto Nacional do Câncer (INCA).

  • Manutenção com capecitabina prolonga sobrevida livre de progressão no câncer de nasofaringe metastático

    thiago bueno de oliveira bxA terapia de manutenção com capecitabina prolonga a sobrevida livre de progressão de pacientes com carcinoma nasofaríngeo (NPC) metastático recém-diagnosticado, em comparação com os melhores cuidados de suporte (BSC). É o que apontam resultados de estudo chinês que integra o programa científico do ASCO 2021. O oncologista Thiago Bueno de Oliveira (foto), do A.C.Camargo Cancer Center, analisa os resultados.

  • JUPITER-02: imunoterapia no tratamento de primeira linha do carcinoma de nasofaringe avançado

    Aline Chaves NET OKSelecionado para apresentação em Sessão Plenária do ASCO 2021, o estudo JUPITER-021 (LBA2) demonstrou que a adição da imunoterapia toripalimab à quimioterapia padrão na primeira linha de tratamento do carcinoma nasofaríngeo recorrente ou metastático prolongou a sobrevida livre de progressão em comparação com placebo, com uma mediana de 11,7 vs 8 meses, respectivamente. A oncologista Aline Lauda Chaves (foto), presidente do Grupo Brasileiro de Câncer de Cabeça e Pescoço (GBCP) e médica da DOM Oncologia, comenta os resultados.

  • TPEx é opção eficaz e segura no câncer de cabeça e pescoço avançado

    Ensaio de Fase 2 que avaliou o regime de quimioterapia TPEx (docetaxel-platina-cetuximabe) em pacientes com carcinoma escamoso de cabeça e pescoço (HNSCC) recorrente ou metastático mostrou dados promissores, com sobrevida global mediana de 14,0 meses como primeira linha de tratamento. Agora, novo estudo publicado no Lancet Oncologycomparou o regime TPEx com o esquema EXTREME (fluorouracil-platina-cetuximabe), com resultados que podem mudar a prática e reforçam o benefício de TPEx no tratamento de primeira linha do HNSCC recorrente ou metastático, como um regime com melhor perfil de segurança nessa população de pacientes.

    Este ensaio multicêntrico, aberto, randomizado (GORTEC 2014-01 TPExtreme) contou com a participação de 68 centros na França, Espanha e Alemanha. Foram inscritos pacientes com carcinoma escamoso de cabeça e pescoço recorrente ou metastático confirmado histologicamente, com idade entre 18 e 70 anos, com bom status de desempenho (ECOG ≤1), clearence de creatinina ≥ 60 mL/min, não elegíveis para tratamento curativo e com pelo menos uma lesão mensurável (RECIST v 1.1).

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