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AtualizadoQui, 26 Maio 2022 7pm

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Daichii Sankyo

Mutirão antitabagismo

no_vector_sinal_proibido_fumar_NET_OK.jpgA Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT) promoverá amanhã, 28 de maio, um mutirão de atendimento gratuito à população, com testes e explicações sobre os prejuízos causados pelo cigarro. A ação acontece no Espaço Cultural Conjunto Nacional, das 8h às 16h, e conta com a colaboração de mais de 100 profissionais.

Durante a iniciativa será lançada a campanha “Escolha Viver. Apague o cigarro da sua vida”, que começa amanhã e continua através do site www.pulmonar.org.br e pela página do facebook ‘Escolha Viver’.

Entre os serviços oferecidos à população estão a Calculadora do Vício, que permitirá aos participantes calcular o valor total do dinheiro desperdiçado em cigarro desde o início de seu vício, medições do monóxido de carbono inalado e de dependência do tabaco, espirometrias para medir a função pulmonar dos participantes com sintomas de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

“Nossa expectativa é de conseguir avaliar 300 a 400 pessoas, alertando para os perigos do cigarro e da necessidade de abandonar o vício”, explica o presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia, Oliver Nascimento.

Mutirão antitabagismo
Data: 28 de maio de 2014
Horário: 8h às 16h
Local: Avenida Paulista, 2073 – Piso Térreo – Jardim Paulista, São Paulo – SP

Lei antifumo traz economia para os cofres públicos

A lei antifumo completou dia 7 de maio cinco anos no Estado de São Paulo comemorando importantes avanços no combate ao tabagismo. Somente da cidade de São Paulo, por exemplo, o consumo de tabaco foi reduzido pela metade já no primeiro ano da lei. Uma pesquisa realizada pelo IBGE e pelo o Ministério da Saúde em 2008, mostrou que mais de 24% dos trabalhadores brasileiros estavam expostos à fumaça de produtos derivados do tabaco. Com a proibição, os níveis de monóxidos de carbono foram reduzidos em 73%.

Hoje, a proibição é federal, atingindo os 191 milhões de brasileiros, entre eles os não fumantes, fumantes passivos e os 15% de fumantes da população. Esta lei, no entanto, apesar de ter sido sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em dezembro de 2010, proibindo não apenas o fumo nos estabelecimentos, mas também as propagandas sem advertência em pontos de venda, a lei ainda não foi regulamentada. Sem a regulamentação, não há como os estados que não contam com leis próprias aplicarem multas e fiscalizações.

Um estudo feito pela Aliança de Controle do Tabagismo (ACT), referente a 15 doenças relacionadas ao tabaco, mostrou que o problema afeta diretamente os cofres públicos. Segundo o estudo, o custo para o sistema de saúde chega a aproximadamente r$ 21 bilhões de reais. “A lei acabou beneficiando também os fumantes, pois foi observado aumento na procura por tratamento e consequente redução do fumo”, afirma Mônica Andrei, vice-diretora da aliança de controle do tabagismo (ACT). Apesar disso, o presidente da SPPT alerta que ainda falta melhorar a oferta de tratamento. “Quem quer parar de fumar nem sempre encontra opções para realizar essa tarefa árdua. Não há medicamentos para todos”, lamenta.
 


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