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AtualizadoQui, 17 Jun 2021 6pm

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Daichii Sankyo

Bio-Manguinhos/Fiocruz passa a fornecer rituximabe a pacientes do SUS

biossimilaresIndicado para o tratamento de linfomas não-Hodgkin (linfoma de grandes células B e linfoma folicular) e artrite reumatoide, o rituximabe biossimilar agora é oferecido ao Sistema Único de Saúde (SUS) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), através do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz). O fornecimento ocorre a partir da Política de Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) e acordo de transferência de tecnologia assinado com a Sandoz, detentora da tecnologia, e a Bionovis.

O anticorpo monoclonal é o único biossimilar nas PDPs aprovadas pelo Ministério da Saúde que atende tanto os pacientes hematológicos quanto os reumatológicos do SUS. A parceria cobre o tratamento de 11.800 pacientes (8.800 em hematologia e 3.000 em reumatologia).

Em 2020, o Instituto inicia a linha de oncológicos em seu portfólio, que também se fortalece na área da reumatologia, e consolida o papel de Bio-Manguinhos/Fiocruz na redução da dependência produtiva e tecnológica externa, potencializando a sustentabilidade econômico-financeira do Sistema Único de Saúde e garantindo o fornecimento aos pacientes brasileiros.

O rituximabe é o primeiro biossimilar aprovado no Brasil para todas as indicações do biológico de referência. O instituto já possui em seu portfólio o etanercepte, indicado no tratamento de pacientes adultos com doenças autoimunes, como artrite reumatoide, artrite psoriásica e espondilite anquilosante; e a somatropina, usada no tratamento de pacientes portadores de hipopituitarismo (deficiência do hormônio do crescimento humano) e síndrome de Turner (doença genética que causa baixa estatura em mulheres).

“A incorporação do rituximabe biossimilar promoverá o acesso à população, de forma gratuita no SUS, ao tratamento de doenças graves com a mesma qualidade, eficácia e segurança de moléculas de referência”, afirma Mauricio Zuma, diretor de Bio-Manguinhos/Fiocruz.

São esperados 12.030 novos casos de linfoma não Hodgkin em 2020, conforme estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Destes, estima-se que cerca de 30% correspondem ao linfoma difuso de grandes células, ou seja, aproximadamente 3.600 novos casos.


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