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AtualizadoQui, 11 Ago 2022 5pm

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Daichii Sankyo

ASCO publica orientação sobre alocação de recursos limitados durante a pandemia de COVID-19

coronavirus bxA Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) divulgou um conjunto de recomendações para apoiar a comunidade oncológica a tomar decisões sobre a alocação de recursos escassos de saúde durante a pandemia de COVID-19. O objetivo é garantir que as perspectivas de pacientes com câncer e oncologistas sejam incluídas em todas essas decisões. As recomendações foram desenvolvidas pelo Comitê de Ética da ASCO, aprovadas pelo Conselho de Administração e aceitas após revisão por pares para publicação futura no Journal of Clinical Oncology.

As recomendações são uma resposta aos relatórios dos membros da Sociedade de que o tratamento do câncer está sendo afetado pela pandemia. Em algumas áreas geográficas, a expectativa é que a crise em curso exija mais recursos - incluindo ventiladores, leitos de cuidados intensivos e medicamentos - do que os sistemas de saúde podem fornecer, e as instituições precisarão desenvolver políticas de decisão de alocação conforme fornecem cuidado a um número crescente de pacientes. A iniciativa da ASCO incentiva o desenvolvimento de políticas justas e equitativas no sistema de saúde para alocação de recursos, especialmente fontes de cuidados críticos, e busca promover o envolvimento de oncologistas na implementação dessas políticas para garantir que as necessidades dos pacientes com câncer e suas equipes de atendimento sejam levadas em consideração no desenvolvimento de políticas institucionais.

"Como as instituições de saúde tomam decisões difíceis sobre onde e como implantar seus recursos durante a crise do COVID-19, elas devem garantir que as abordagens de alocação não neguem incondicionalmente o acesso dos pacientes com câncer aos recursos", disse Howard A. Burris III, presidente da ASCO. “Um diagnóstico de câncer por si só não deve impedir o paciente de ter uma chance justa de acessar recursos com potencial de salvar vidas, mesmo em uma crise de saúde pública”, acrescentou.

Entre as recomendações estão o desenvolvimento de uma política justa e consistente de priorização e alocação de recursos, onde as decisões devem ser tomadas em nível institucional; alocação de recursos baseada na maximização dos benefícios à saúde; trabalho conjunto entre oncologistas e instituições sobre a melhor forma de utilizar recursos escassos para atendimento e apoio a pacientes com câncer; comunicação de planos e decisões de alocação aos pacientes com compaixão e honestidade, com o devido apoio oferecido aos oncologistas pelas instituições; engajamento em discussões prévias de planejamento de cuidados com seus pacientes, documentando cuidadosamente as preferências dos pacientes em relação aos objetivos do cuidado, principalmente aos cuidados em fim de vida.

Para acessar a íntegra das recomendações, clique aqui.

 


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