23012021Sáb
AtualizadoSex, 22 Jan 2021 4pm

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Daichii Sankyo

Anvisa aprova novas combinações e tratamentos

approved NET OKA Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou o uso combinado do anti PD-1 nivolumabe (Opdivo) e do anti CTLA-4 ipilimumabe (Yervoy) para o tratamento de pacientes com melanoma avançado irressecável ou metastático. Na oncohematologia, a Agência aprovou o uso de ibrutinibe como primeira linha de tratamento de pacientes com Leucemia Linfocítica Crônica (LLC).

A decisão da Anvisa é baseada nos resultados do estudo randomizado de fase III Checkmate-067, que mostram que a terapia inicial com nivolumabe sozinho ou em combinação com ipilimumabe é significativamente mais eficaz que ipilimumabe em monoterapia no tratamento de pacientes com melanoma metastático.

Em um follow up mínimo de 36 meses, a sobrevida foi de 58% para os pacientes que receberam nivo + ipi contra 52% para o braço tratado exclusivamente com o anti PD-1 e 34% para os que receberam ipilimumabe. O regime de nivo +ipi demonstrou 58% de taxa de resposta objetiva.

“Esta combinação de imunoterapia pode resultar em respostas duráveis, podendo levar a cura em uma parcela de pacientes, até mesmo com metástases cerebrais”, diz Antonio Carlos Buzaid, Diretor Médico Geral do Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes da BP, a Beneficência Portuguesa de São Paulo e membro do Comitê Gestor do Centro de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein.

Ibrutinibe na primeira linha de LLC

A aprovação de ibrutinibe como primeira linha de tratamento de pacientes com Leucemia Linfocítica Crônica (LLC) é baseada no estudo RESONATE, que comparou ibrutinibe com clorambucil e mostrou ganho estatisticamente significativo de sobrevida livre de progressão. Após seguimento pela mediana de 30 meses, 84% dos pacientes que receberam ibrutinibe continuavam sem progressão da doença versus 28% dos pacientes no braço clorambucil.

O estudo concluiu que o tratamento com ibrutinibe como agente único foi superior ao clorambucil em termos de sobrevida livre de progressão, sobrevida global, taxa de resposta global, sobrevida livre de eventos e melhora hematológica, com redução de 84% no risco de morte, e um perfil de segurança aceitável.


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