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AtualizadoSex, 27 Nov 2020 1pm

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Daichii Sankyo

Banco de testículos se mantém aberto à participação brasileira

DIOGO BASTOS LACOG GU NEW NET OKCom o objetivo de conhecer mais de perto a epidemiologia do câncer de testículos no Brasil e acompanhar de forma prospectiva os resultados e desfechos clínicos de diferentes instituições, o primeiro banco de testículos criado de forma cooperativa se mantém aberto à participação dos centros brasileiros, públicos e privados. A iniciativa é do LACOG-GU, o grupo de geniturinário do LACOG (Latin American Cooperative Oncology Group), e tem como investigador principal o oncologista Diogo Bastos (foto), do ICESP.

“A criação e desenvolvimento de um banco de dados para captura de informações de pacientes com tumor germinativo de testículo vai permitir conhecer melhor as nossas características demográficas, mas, principalmente, vai nos possibilitar um olhar sobre os desfechos do tratamento oncológico nas diversas instituições brasileiras, que é na verdade nosso grande objetivo”, explica Bastos.

“Como esses pacientes estão sendo tratados no nosso País? Como estão nossas taxas de resposta? A partir desses dados queremos conhecer nossa realidade e estabelecer ações para a melhoria contínua”, resume Diogo.

Para contribuir com o Banco de Testículos, serviços públicos ou privados podem somar sua casuística de câncer testicular e utilizar a base de dados disponível para responder questões propostas pela própria instituição. “Basta cumprir as exigências regulatórias de avaliação ética e o protocolo de pesquisa passa a integrar o Banco de Testículos”, diz o especialista.

Diante do enorme valor da iniciativa, a aposta é que de Norte a Sul o Banco de Testículos possa contar com a participação maciça das mais diversas instituições envolvidas no cuidado com o paciente com tumor testicular. Além do ICESP, até agora já participam desse esforço cooperativo o Hospital Albert Einstein e o hospital da Beneficência Portuguesa de São Paulo e em breve estarão ativos os dados do Instituto do Câncer Mãe de Deus e PUC-RS, em Porto Alegre, do Hospital de Câncer de Barretos, Hospital Sírio-Libanês, Hospital São José e Centro Paulista de Oncologia, em São Paulo, além de duas participações expressivas no Norte e Nordeste, a Fundação Centro de Controle de Oncologia do Amazonas, em Manaus, e o Instituto de Ensino e Pesquisa Oncocentro, em Fortaleza.

Os serviços interessados em ingressar no Banco de Testículos e contribuir com a pesquisa brasileira podem contatar o escritório do LACOG, através do telefone (51) 3384-5334.

O câncer testicular é a neoplasia sólida mais curável, mas infelizmente tem o agravante de ser mais frequente na população jovem. Segundo o INCA, a incidência é de três a cinco casos para cada grupo de 100 mil indivíduos.


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