03122020Qui
AtualizadoQua, 02 Dez 2020 8pm

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Daichii Sankyo

Mutação rara associada a melhor prognóstico no câncer de intestino

Colorretal_OK.jpgUma colaboração internacional entre a Universidade de Oxford e outras instituições europeias identificou uma correlação entre uma mutação rara em câncer do intestino e um melhor prognóstico, sugerindo que pacientes com a chamada mutação POLO (DNA polimerase epsilon) podem não exigir quimioterapia adjuvante.

O estudo mostrou que os tumores do intestino com mutações POLO apresentaram probabilidade substancialmente menor de reincidência em relação a outros tumores colorretais e que esta associação foi particularmente forte no subgrupo diagnosticado numa fase inicial, indicando que para esses pacientes os benefícios da quimioterapia foram relativamente modestos.
 
As mutações POLO são incomuns em câncer de intestino, ocorrendo apenas em 1-2% de todos os casos diagnosticados por ano na Europa e Estados Unidos.
 
"Já foi demonstrado que as mutações POLO identificam um subgrupo de cânceres de útero com excelente prognóstico e este estudo sugere que esta associação se estende também ao câncer de intestino”, disse David Church, um dos autores do estudo, membro da Divisão de Ciências Médicas da Universidade de Oxford. “Embora essas mutações sejam raras, elas têm o potencial de influenciar os cuidados de vários milhares de pacientes todos os anos na Europa e nos Estados Unidos”, sinalizou.
 
Novos trabalhos são necessários para confirmar esses resultados iniciais e avaliar sua possível aplicação clínica futura.
 


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