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AtualizadoQui, 17 Jun 2021 6pm

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Daichii Sankyo

ICE3: crioablação no câncer de mama de baixo risco

frassonA crioablação pode ser uma alternativa à cirurgia para câncer de mama inicial com características de baixo risco, em mulheres com mais de 60 anos. É o que sugere o resultado de três anos de seguimento do primeiro ensaio clínico (ICE3) de braço único que avaliou a crioablação apenas, não seguida de cirurgia, apresentado na reunião anual da ASBrS, realizada de 28 de abril a 2 de maio. Antônio Frasson (foto), mastologista do Hospital Israelita Albert Einstein, comenta os resultados.


Publicação do INCA reúne principais agentes cancerígenos ambientais e ocupacionais

capa câncer ambiental incaCom o objetivo de auxiliar profissionais de saúde a identificar os principais agentes químicos, físicos e biológicos presentes no ambiente geral e ocupacional que contribuem para o desenvolvimento de câncer, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) lançou o livro “Ambiente, Trabalho e Câncer: Aspectos Epidemiológicos, Toxicológicos e Regulatórios.

Biópsia do linfonodo sentinela no câncer de cabeça e pescoço inicial

leandro luongo matos 2021 bxQual a melhor técnica cirúrgica para o tratamento do carcinoma espinocelular da cavidade oral (OCSCC) em pacientes com doença inicial, com nódulos negativos? Estudo multicêntrico japonês que comparou o esvaziamento cervical eletivo (ND) tradicional versus dissecção nodal guiada por biópsia de linfonodo sentinela (SLNB) nessa população de pacientes reportou resultados no JCO. A análise de Hasegawa et al. mostra que a dissecção nodal guiada por SLNB não afetou a sobrevida, melhorou a funcionalidade dos pacientes e foi não-inferior ao atual padrão de tratamento. Quem analisa os resultados é o cirurgião Leandro Luongo de Matos (foto), professor livre docente e chefe do Grupo de Boca e Orofaringe da disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço da FMUSP.

Destaques do programa científico do ASCO 2021

ASCO events bxA 57ª reunião anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO), o maior encontro da oncologia mundial, acontece entre os dias 04 e 08 de junho, em formato virtual. Com o tema ‘Equidade: Todos os Pacientes. Todo dia. Em todos os lugares’, a proposta é identificar maneiras de garantir que todos os pacientes tenham acesso e se beneficiem de cuidados oncológicos de alta qualidade. A edição deste ano conta com 4,9 mil abstracts, metade aceito para apresentação durante a conferência, e outros 2,4 mil trabalhos selecionados para publicação online.

Vacina contra covid em pacientes com câncer – resultados da Pfizer – BioNTech mostram importância da dose de reforço

vacina covid 19 bxLetícia Monin e colegas reportaram no Lancet Oncology dados da análise interina de segurança e imunogenicidade da vacina BNT162b2 (Pfizer – BioNTech) em pacientes com câncer, o primeiro relatório sobre segurança e imunogenicidade de uma vacina contra COVID-19 em populações imunocomprometidas.  “Uma dose da vacina BNT162b2 produziu pouca eficácia. A imunogenicidade aumentou significativamente em pacientes com tumores sólidos 2 semanas após o reforço da vacina 21 dias depois da primeira dose. Esses dados apoiam a priorização de pacientes com câncer para uma segunda dose precoce (dia 21) da vacina BNT162b2”, analisam.

ELIOT: Recorrência em longo prazo e resultados de sobrevida no câncer de mama inicial

No estudo randomizado de Fase 3 ELIOT, a irradiação acelerada parcial da mama (APBI) com radioterapia intraoperatória foi associada a uma taxa maior de recorrência da mama ipsilateral (IBTR) em comparação com a irradiação de toda a mama (WBI) em pacientes com câncer de mama em estágio inicial. Agora, estudo publicado no Lancet Oncology examinou a recorrência planejada de longo prazo e os resultados de sobrevida do ensaio ELIOT. O mastologista Silvio Bromberg (foto), médico do Hospital Israelita Albert Einstein e da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, discute os resultados do trabalho, em mais um PODCAST Onconews. Ouça.

Pesquisa do Icesp avalia linfadenectomia estendida no câncer de próstata de alto risco

jean lestingi ok bxO urologista Jean Lestingi (foto), do ICESP, é primeiro autor de estudo brasileiro reportado na European Urology, que discute o papel da linfadenectomia pélvica estendida (EPLND) no tratamento cirúrgico de pacientes com câncer de próstata (CaP), com o objetivo de determinar se EPLND tem melhores resultados oncológicos do que PLND limitado (LPLND).” O que fica de take home message é que a linfadenectomia pélvica atualmente é o padrão ouro no estadiamento linfonodal no câncer de próstata e deve continuar fazendo parte do tratamento cirúrgico dos pacientes com maior risco de invasão linfonodal”, destaca Lestingi, ressaltando que este foi o primeiro estudo randomizado que comparou a linfadenectomia estendida vs. limitada em pacientes com câncer de próstata de risco intermediário e alto submetidos a tratamento cirúrgico.

Cronoterapia com temozolomida em pacientes com glioblastoma

camilla yamada lacog BXEstudo liderado por pesquisadores da Universidade de Washington traz evidências preliminares do benefício de sobrevida global conforme o período de administração de temozolamida em pacientes com glioblastoma. Camilla Yamada (foto), oncologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, comenta os resultados do trabalho publicado na Neuro-Oncology Advances.

Manejo dos efeitos colaterais da hormonioterapia adjuvante no câncer de mama

maria alice franzoi bxA oncologista Maria Alice Franzoi (foto), fellow do Institut Jules Bordet, Bélgica, é primeira autora de revisão publicada no Lancet Oncology que apresenta um resumo abrangente dos dados de eficácia e segurança das intervenções disponíveis (estratégias farmacológicas hormonais e não hormonais, abordagens não farmacológicas e medicina complementar e alternativa) para controlar os efeitos colaterais associados à hormonioterapia adjuvante em pacientes com câncer de mama.

SMARCA4 e alterações genômicas SWI/SNF no CPCNP

Joao Alessi dana farber bxO oncologista brasileiro João Victor Alessi (foto), pesquisador do Dana-Farber Cancer Institute, é primeiro autor de estudo que buscou avaliar se SMARCA4 e outras alterações do complexo de remodelação da cromatina SWI/SNF (SWitch/Sacarose não fermentável) são fatores prognósticos independentes ou associados a resultados clínicos para inibidores de checkpoint imune no câncer de pulmão de células não pequenas. Os resultados foram publicados no Journal of Thoracic Oncologic (JTO).

Impacto da mutação EGFR no CPCNP após radiocirurgia para metástases cerebrais

fabio moraes 2020 bxPacientes com câncer de pulmão de células não pequenas (CPCNP) com mutação de EGFR (EGFRm) estão particularmente em alto risco de desenvolver metástases cerebrais (BrM). Além de inibidores de tirosina quinase (TKI) anti-EGFR, a radiocirurgia tem um papel importante no gerenciamento nessa população de pacientes. Agora, estudo publicado no International Lung Cancer buscou avaliar a incidência de falha local (LF) e toxicidade em pacientes tratados com radiocirurgia. O médico especialista em radio-oncologia Fabio Ynoe de Moraes (foto), professor assistente no Departamento de Oncologia na Queen’s University, Canadá, é o primeiro autor do trabalho.

Assistência oncológica durante a pandemia da COVID-19 no Brasil

edvane tamara veronica 2021Estudo brasileiro selecionado para apresentação oral na conferência anual da Oncology Nursing Society (ONS Congress 2021) avaliou os planos de manutenção da assistência oncológica em instituições públicas e privadas durante o período a pandemia de COVID-19. As enfermeiras oncológicas Edvane B. L. De Domenico, Veronica Torel de Moura e Tamara Otsuru Teixeira são as autoras do trabalho.

1 em cada 6 pacientes tem predisposição hereditária ao câncer colorretal

pedro uson bxEstudo publicado na Clinical Gastroenterology and Hepatology por pesquisadores da Mayo Clinic corrobora evidências da predisposição hereditária ao câncer colorretal e mostra que um em cada seis pacientes tem uma mutação genética associada ao desenvolvimento do câncer colorretal. Os pesquisadores destacam, ainda, que 60% desses casos não teriam sido detectados com abordagens baseadas nas diretrizes atuais. O oncologista brasileiro Pedro Uson Junior (foto), pesquisador fellow na Mayo Clinic, é o primeiro autor do trabalho.

ESMO revisa escala de benefício clínico e aponta viés na pesquisa em câncer

roitberg ok bxA Sociedade Europeia de Oncologia Médica (ESMO) adota uma ferramenta validada para avaliar o benefício clínico de medicamentos contra o câncer em ensaios clínicos, a chamada escala da magnitude do benefício clínico (ESMO – MCBS). Artigo com participação do oncologista Felipe Roitberg (foto), publicado no ESMO Open, revisou os critérios da escala ESMO-MCBS e mostra sete deficiências em identificar viés, especialmente relacionadas ao braço- controle, problemas de crossover, critérios de não-inferioridade, tratamento pós-progressão abaixo do padrão, dados de subgrupos post hoc com base em biomarcadores, censura informativa e viés de publicação em dados de qualidade de vida.

ASCENT: sacituzumabe govitecan no câncer de mama triplo-negativo metastático

Bardia bxEm pacientes com câncer de mama triplo-negativo metastático, o anticorpo droga-conjugado sacituzumabe govitecano (Trodelvy®, Immunomedics, Inc.) quase dobrou a sobrevida global em comparação com a quimioterapia de agente único. Os resultados do Fase III ASCENT foram publicados no New England Journal of Medicine (NEJM), em artigo que tem o oncologista Aditya Bardia (foto), diretor de medicina de precisão do Massachusetts General Cancer Center, como primeiro autor.

Imunoterapia mostra resultados de 5 anos em pacientes com alta expressão de PD-L1

carlos henrique teixeira bxArtigo de Reck et al. no Journal of Clinical Oncology reporta resultados de 5 anos de acompanhamento do ensaio de Fase III (KEYNOTE-024) que avaliou pembrolizumabe como primeira linha de tratamento em pacientes com câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC) sem alterações acionáveis (EGFR ou ALK) e com tumores com expressão de PD-L1 ≥ 50%. O oncologista Carlos Teixeira (foto), coordenador da oncologia torácica do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, analisa os resultados.

Uso de aspirina e risco de câncer colorretal em idosos

alexandre palladino inca bxO uso regular de aspirina está associado à redução do risco de câncer colorretal em idosos com 70 anos ou mais, mas apenas se administrado por 5 ou mais anos antes dessa idade. Os resultados de análise combinada de dois estudos de coorte com um total de 94.540 participantes foram publicados no Jama Oncology. “Os dados desta análise trazem a oportunidade de prevenção com uma droga barata, que também tem o potencial de reduzir o risco de eventos cardiovasculares dos pacientes”, avalia o oncologista Alexandre Palladino (foto), chefe da oncologia clínica do Hospital do Câncer I, do Instituto Nacional do Câncer (INCA).

Critérios de elegibilidade para estudos de vigilância ativa em pacientes com carcinoma ductal in situ

Os critérios de elegibilidade para estudos de vigilância ativa no carcinoma ductal in situ (DCIS) identificam pacientes com baixo risco para carcinoma invasivo? Estudo publicado no Annals of Surgical Oncology buscou determinar as taxas de upgrade de DCIS em biópsia por agulha para carcinoma invasivo nessa população de pacientes. O trabalho é tema de mais um PODCAST ONCONEWS, com análise do mastologista Silvio Bromberg (foto), médico do Centro de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Ouça.

FDA analisa revisão prioritária de enfortumabe vedotin no câncer urotelial avançado

BexigaA agência norte-americana Food and Drug Administration dos EUA aprovou dois pedidos de licença biológica suplementar (sBLA) para enfortumab vedotin-ejfv (Padcev®, Seagen e Astellas) no câncer urotelial localmente avançado ou metastático como parte do programa piloto Real-Time Oncology Review (RTOR). A data para a Revisão Prioritária é prevista para 17 de agosto de 2021, em análise que está a cargo do Projeto Orbis, uma iniciativa do Centro de Excelência em Oncologia da FDA.

Tislelizumab + quimioterapia na primeira linha do câncer de pulmão de células não pequenas não-escamoso

Pulm o DEZ NET OKNa primeira linha de tratamento do câncer de pulmão de células não pequenas não escamoso, a adição de tislelizumab à quimioterapia resultou em melhora significativa da sobrevida livre de progressão e da taxa de resposta objetiva em comparação com a quimioterapia isolada, com perfil de segurança manejável. Os resultados do estudo randomizado de Fase III foram publicados no Jama Oncology.


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