30112020Seg
AtualizadoSeg, 30 Nov 2020 1am

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Daichii Sankyo

Prevenção é aposta para diagnóstico precoce

ON13_PG11_PREVEN____O_NET_OK_PORTAL.jpgValorizar a promoção da saúde é uma nova lógica que faz a diferença. Central de regulação de São Paulo já agendou quase 30 mil consultas para estratégias de vigilância em câncer colorretal, de mama e colo do útero.

Organizar o fluxo de navegação do paciente no SUS desde a porta de entrada é fundamental para reduzir o número de diagnósticos de câncer em estágios avançados. Mas o que faz a diferença na funcionalidade de qualquer sistema de regulação é definir e padronizar protocolos de rastreamento com diretrizes para o diagnóstico precoce.

Na prática, é um novo paradigma. Significa abandonar as lógicas do modelo biomédico atual, centrado na doença, para valorizar a prevenção e promoção da saúde.

O primeiro teste de rastreio do câncer foi desenvolvido ainda no início dos anos 40, quando George Papanicolaou forneceu um método para identificar tanto células pré-cancerosas quanto o câncer cervical maligno. Desde então, vários métodos foram concebidos como estratégias de detecção precoce para diferentes tipos de câncer.

Para auxiliar na adoção de políticas de saúde, a Organização Mundial de Saúde publicou no final dos anos 60 um conjunto de critérios para orientar as decisões sobre a possibilidade de introduzir o rastreio de base populacional (Wilson & Jungner, 1968).

No Brasil, diferentes experiências estão em curso. Em São Paulo, o Comitê de Oncologia formado pela Rede Hebe Camargo definiu protocolos de rastreamento para os tumores mais prevalentes na população (colorretal, mama e colo do útero). Os protocolos estabelecem os critérios das estratégias de vigilância e a operacionalização fica a cargo da Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde (CROSS).

A plataforma informa às Secretarias Municipais de Saúde a oferta de exames, consultas e procedimentos em número variável e identifica a agenda do paciente, assim como o seu histórico, para evitar a sobreposição de consultas ou exames. Entre 2014 e junho de 2016 foram agendadas 22.936 consultas através da CROSS, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.
 
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