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AtualizadoQua, 08 Jul 2020 6pm

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Ultra hipofracionamento de radioterapia em câncer de mama – uma nova tendência?

Robson Ferrigno NET OK 1Publicado recentemente no Lancet, o estudo inglês FAST-Forward mostrou resultados semelhantes entre 5 e 15 aplicações de radioterapia adjuvante no câncer de mama após cirurgia conservadora ou mastectomia. Quem comenta é o médico especialista em radioterapia Robson Ferrigno (foto), coordenador dos Serviços de radioterapia dos Hospitais BP Paulista e BP Mirante.


Vieses em estudos comparativos de cirurgias oncológicas por acesso minimamente invasivo versus aberto

durval pedro francisco cirurgia bxOs cirurgiões oncológicos Durval Renato Wohnrath, Pedro Ricardo Fernandes e Francisco Américo Fernandes Neto discutem os vieses em estudos comparativos de cirurgias oncológicas abdominais por acessos minimamente invasivos x abertos.

Radioterapia no Brasil

Robson Ferrigno NET OK 2O Ministério da Saúde publicou recentemente o primeiro Censo de Radioterapia no Brasil. O objetivo da pesquisa foi avaliar a capacidade técnico terapêutica dos equipamentos instalados e a infraestrutura das salas de tratamento. O radio-oncologista Robson Ferrigno (foto), ex-presidente da Sociedade Brasileira de Radioterapia (SBRT) e coordenador dos serviços de radio-oncologia da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, comenta os resultados do trabalho e discute possíveis soluções para os problemas encontrados. Confira.

Câncer em sobreviventes

ON30 PG4 OBSERVATORIO LIZ bxEstudo de coorte com mais de 200 mil sobreviventes avaliou o risco de neoplasias subsequentes para 16 tipos de câncer em adolescentes e adultos jovens. Os resultados foram publicados no Lancet Oncology. Quem discute os desafios do acompanhamento dessa população é Liz Almeida (foto), médica epidemiologista e chefe da Divisão de Pesquisa Populacional do INCA.

Doença cardiovascular em sobreviventes de câncer de mama na pós-menopausa

ARIANE SABCS18 NET OKQuais os fatores de risco para doença cardiovascular em sobreviventes de câncer de mama na pós-menopausa? Estudo de pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (UNESP) publicado no periódico Menopause1 buscou responder essa questão e demonstrou que a incidência de síndrome metabólica, placa ateromatosa, diabetes, hipertrigliceridemia e circunferência abdominal aumentada foi significativamente maior em mulheres tratadas para câncer de mama em comparação com mulheres pós-menopausadas sem a doença. Quem comenta o trabalho é a cardio-oncologista Ariane Vieira Scarlatelli Macedo (foto), do Centro Paulista de Oncologia/Grupo Oncoclínicas.


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