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AtualizadoTer, 07 Abr 2020 3pm

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ESMO 2019

Perspectivas no câncer gastrointestinal

ghassam abou alfa colangio esmo19 bxEm ano de poucas novidades no panorama GI, promessas no tratamento do colangiocarcinoma foram destaque no programa científico. Os dados apresentados na ESMO 2019 por Ghassan Abou-Alfa (foto), do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, mostraram pela primeira vez que uma terapia-alvo direcionada à mutação do isocitrato desidrogenase 1 (IDH1) pode melhorar os resultados de pacientes com colangiocarcinoma avançado.

 

O colangiocarcinoma avançado é um subtipo de câncer do ducto biliar com comportamento agressivo e mau prognóstico, que apesar da baixa incidência ainda representa uma necessidade médica não atendida. 

Nos tumores esôfago-gástricos, o congresso europeu trouxe novos dados que consolidam a importância da estratégia perioperatória também no cenário asiático (estudos PRODIGE e RESOLVE), além de nova análise do KEYNOTE-062 com o anti PD-1 pembrolizumabe em pacientes com instabilidade de microssatélites.

Em tumores colorretais, o estudo IDEA-FRANCE mostrou que a biópsia líquida tem papel prognóstico e potencial para orientar o tratamento. O ctDNA plasmático pós-cirúrgico foi capaz de prever a recidiva de metástases em mediana de 10 meses antes da recorrência ser visível em exames radiológicos (taxa de risco 11.33; p = 0.0001), abrindo uma nova perspectiva para a oncologia de precisão em pacientes com câncer colorretal localizado.

Na sessão oral de Tumores Neuroendócrinos, a ESMO 2019 destacou o estudo de Fase III SANET-ep, que avaliou o agente surufatinib em TNE avançado e atingiu seu principal endpoint de sobrevida livre de progressão.

 

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