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AtualizadoDom, 19 Mai 2019 10pm

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Coberturas Especiais

Eficácia da lenalidomida em indivíduos de alto risco para o mieloma múltiplo

MAIOLINO NET OKO ensaio clínico randomizado de fase II/III E3A061 demonstrou que lenalidomida (Revlimid) reduziu significativamente o risco de mieloma múltiplo smoldering (SMM) de progredir em indivíduos com risco moderado ou alto. Os resultados serão apresentados no congresso da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO 2019), em Chicago. Ângelo Maiolino (foto), professor de hematologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenador de hematologia do Americas Centro de Oncologia Integrado, no Rio de Janeiro, comenta o trabalho. 


MATCH: alterações moleculares acionáveis em tumores pediátricos

DNA 2017 NET OKNo início do estudo NCI-COG Pediatric MATCH, em 2017, os pesquisadores acreditavam que o sequenciamento do tumor em crianças, adolescentes e jovens adultos com câncer refratário ao tratamento identificaria alterações moleculares relacionadas a uma terapia-alvo em 10% dos participantes do estudo. Agora, uma análise interina1 com mais de 400 pacientes revelou uma taxa de correspondência significativamente maior, com 24% dos participantes elegíveis para tratamento com pelo menos um medicamento testado no estudo. A primeira atualização do trabalho será apresentada no ASCO 2019, em Chicago.

ASCO 2019: entrectinib apresenta resultados iniciais

Murad 2018 NET OKEntrectinib, uma nova terapia-alvo que inibe as vias proteicas relacionadas a mutações nos genes NTRK1/2/3, ROS1 e ALK, demonstrou resultados promissores em pacientes com idades entre 4,9 meses e 20 anos e tumores raros do sistema nervoso central, neuroblastoma ou outros tumores sólidos. Os dados do estudo de fase I/IB STARTRK-NG serão apresentados no ASCO 2019. Quem comenta os resultados é o oncologista André Murad (foto), coordenador da disciplina de oncologia da Faculdade de Medicina da UFMG e diretor-científico do GBOP- Grupo Brasileiro de Oncologia de Precisão.

Dieta com baixo teor de gordura e risco de morte por câncer de mama na pós-menopausa

Foto Dr Buzaid NET OKO ensaio clínico Women’s Health Initiative (WHI) avaliou a modificação alimentar em quase 49 mil mulheres na pós-menopausa sem antecedentes de câncer de mama e demonstrou que aquelas que seguiram uma dieta balanceada e com baixo teor de gordura apresentaram 21% menos risco de morte por câncer de mama na comparação com o grupo controle, sob dieta normal.1 Este é o primeiro grande estudo clínico randomizado a mostrar que a dieta pode reduzir o risco de morte por câncer de mama. O trabalho será apresentado na ASCO 2019. O oncologista Antonio Carlos Buzaid (foto), diretor médico geral do Centro de Oncologia da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, e membro do comitê gestor do Centro de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein, comenta os resultados.

ASCO 2019: quimio em baixas doses em idosos com câncer gastroesofágico

André Junqueira IDEA PC NET OK NEWSA quimioterapia em baixas doses com oxaliplatina e capecitabina oferece benefícios de sobrevida livre de progressão comparáveis à dose mais alta do tratamento em pacientes idosos e frágeis com câncer gastroesofágico avançado, com menos efeitos colaterais. Os resultados são do estudo de fase III GO21 e serão apresentados no congresso anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO), em Chicago. “O estudo amplia o conhecimento sobre tratamentos oncológicos da parcela da população mais acometida pelo câncer: os maiores de 60 anos”, observa o geriatra e paliativista André Filipe Junqueira dos Santos (foto), vice-presidente da Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP) e coordenador do Serviço de Cuidados Paliativos da Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP-USP).

ASCO 2019: destaques do encontro anual

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Mais de 32 mil profissionais envolvidos com os cuidados em câncer estarão reunidos na 55ª reunião anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO), o maior encontro da oncologia mundial, que acontece entre os dias 31 de maio e 4 de junho no centro de convenções McCormick Place, em Chicago. Com o tema 'Caring for Every Patient, Learning From Every Patient’, a edição deste ano conta com mais de 2,4 mil abstracts aceitos para apresentação durante a conferência, e outros 3,2 mil abstracts selecionados para publicação online.

Passado, presente e futuro da imuno-oncologia

richard pazdur bxOs modernos inibidores de checkpoint imune deram a tônica da sessão moderada por Richard Pazdur (foto), Diretor do Centro de Excelência em Oncologia do FDA, em um dos pontos altos do encontro anual da American Association for Cancer Research. No Major Simposium intitulado "PD-1 Pandemonium", Pazdur destacou a importância de um novo paradigma representado pela geração de agentes anti PD-1/PD-L1, mas criticou a falta de cooperação no ambiente de pesquisa clínica.

Inibição de HDAC pode combater a resistência ao anti-PD-1 em pacientes com melanoma

sullivan ryan bxA combinação do inibidor experimental da histona deacetilase (HDAC) entinostat com o anti-PD-1 pembrolizumabe demonstrou respostas clínicas em pacientes com melanoma que progrediram ao tratamento prévio com anti-PD-1. Os dados são do estudo de fase Ib/II ENCORE 601 e foram apresentados por Ryan Sullivan (foto), professor assistente de hematologia e oncologia no Massachusetts General Hospital Cancer Center no AACR 2019, em Atlanta.

Análise da incidência e mortalidade do câncer de próstata no mundo

Prostata 2018 NET OKA incidência de câncer de próstata e as taxas de mortalidade estão diminuindo ou estabilizando na maior parte do mundo, com os Estados Unidos registrando a maior queda na incidência. O Brasil, no entanto, apresentou uma das maiores taxas de incidência da doença nos últimos 5 anos entre os países avaliados. Os dados foram apresentados no AACR 2019, em Atlanta, Estados Unidos.

Combinação de viroterapia e radioterapia em pacientes vulneráveis com câncer de esôfago

fujiwara toshiyoshi bxO adenovírus oncolítico experimental telomelisina (OBP-301) em combinação com radioterapia foi seguro e mostrou eficácia clínica precoce em pacientes vulneráveis com câncer de esôfago, de acordo com os resultados de um estudo clínico de fase I apresentado na AACR 2019. Os dados foram apresentados por Toshiyoshi Fujiwara (foto), professor e presidente o departamento de Cirurgia Gastroenterológica da Escola de Medicina da Universidade de Okayama.


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