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AtualizadoSeg, 29 Nov 2021 7pm

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Qualidade de vida após o câncer de mama, desafios e perspectivas 

thiago vidal bxThiago Vidal Brito (foto), médico do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC - São Camilo Oncologia ), é o investigador principal de estudo aberto a recrutamento de pacientes, com o objetivo de avaliar a qualidade de vida de mulheres que sobreviveram ao câncer de mama. O estudo espera identificar possíveis repercussões da doença e de seus tratamentos à qualidade de vida após 1 ano (12 meses) e 2 anos (24 meses) do tratamento primário.

A expectativa é incluir 105 mulheres, de 20 a 60 anos, previamente tratadas com cirurgia com ou sem quimioterapia adjuvante para doença estágio clínico I, II e III.

"Nos últimos anos, o tratamento das pacientes com câncer de mama evoluiu de forma importante, possibilitando um número cada vez maior de pacientes curadas e maior sobrevida. Entretanto, temos observado que muitas dessas mulheres apresentam problemas para ajustar a própria vida após este longo tratamento e acabam por experimentar diversos problemas físicos e psicossociais como depressão, ansiedade, distúrbios do sono e medo de recorrência, o que acarreta uma piora na qualidade de vida”, observa Brito.

“Nosso objetivo é identificar os principais problemas vividos por essas mulheres no curto/médio prazo após término do tratamento curativo, entender por quanto tempo estas questões persistem, e assim definir melhores estratégias para o cuidado das nossas pacientes a fim de garantir melhor qualidade de vida", esclarece.

O estudo está registrado na ClinicalTrials.gov: NCT04834570

Referência: Breast Cancer Survivors: Main Physical and Psychosocial Problems After Completion of Treatment

 


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