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AtualizadoDom, 25 Fev 2018 1pm

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20º Destaques ONCO

destaques ONCO NET OKOs números são reveladores. São mais de 160 horas de evento, ao longo de 20 anos, com a participação de mais de 4 mil médicos envolvidos na linha de cuidados em câncer. “Uma iniciativa que perdura por 20 anos é porque agrega valor à oncologia e traz uma contribuição importante para a educação médica”, disse Thomas Gierse, gerente geral da Sanofy Genzyme, na abertura do 20º Destaques ONCO, realizado dia 24 de junho em São Paulo.

O encontro reuniu grandes nomes da oncologia brasileira para debater os estudos que foram destaque na ASCO 2017, em diferentes cenários e plataformas de tratamento. Jacques Tabacof abriu o programa científico com os highlights da hematologia, em mesa que teve como chair o oncologista Sergio Roithmann, do Hospital Moinhos de Vento. O painel reuniu também os destaques em câncer de cabeça e pescoço (Andrea Gadelha Paiva, AC Camargo Cancer Center), oncoginecologia (Daniela Freitas, Hospital Sírio-Libanês) e melanoma (Raphael Schmerling, Beneficência Portuguesa).

Avanços que são tendência na oncologia e expressam diferentes frentes de inovação foram tema da apresentação de Bernardo Garicochea, do Hospital Sírio-Libanês, em um universo que contempla das tecnologias CAR-T cell à biopsia líquida, com a promessa de reconfigurar o futuro do diagnóstico e tratamento do câncer.

Novo padrão

No panorama GI, o oncologista Roberto Gil comandou a mesa, com apresentações de Fabio Kater (Beneficência Portuguesa), Renata Dalpino (Hospital Alemão Oswaldo Cruz) e Rui Weschenfelder (Hospital Moinhos de Vento). Em pauta, as lições da 53ª ASCO, com novo padrão de tratamento no CCR adjuvante em pacientes de baixo risco; os dados do BILCOP com capecitabina na adjuvância do câncer biliar, além de novidades do grupo alemão com o estudo FLOT, que inaugura um novo padrão de tratamento na primeira linha do câncer gástrico.

Em mesa coordenada pelo oncologista Adriano Gonçalves, a uro-oncologia teve a análise de Fernando Maluf, oncologista da Beneficência Portuguesa e do Hospital Albert Einstein, que apresentou novas evidências na abordagem do câncer de próstata hormônio-sensível e, ao lado da perspectiva clínica, também refletiu sobre a toxicidade financeira, tema que esteve presente nesta edição da ASCO. No câncer de bexiga, a imuno-oncologia instituiu um novo paradigma e na abordagem dos tumores renais se mantém como a grande promessa, como apontou José Augusto Rinck Jr. (AC Camargo Cancer Center) em sua apresentação no 20º Destaques ONCO.

Daniel Gimenes e Carlos Barrios dividiram as apresentações sobre oncologia mamária, respectivamente no cenário adjuvante e metastático, em ano de poucos destaques no tratamento do câncer de mama.

Inovação

A oncologista Clarissa Mathias, do Núcleo de Oncologia da Bahia (NOB) e atual presidente do Grupo Brasileiro de Oncologia Torácica (GBOT), abriu o painel de câncer de pulmão com as novidades da ASCO no cenário adjuvante. No momento em que duas gerações de agentes terapêuticos se encontram no enfrentamento do câncer, Fernando Vidigal, do Cettro, falou sobre a combinação de terapias-alvo e terapias clássicas na oncologia torácica. O panorama da imuno-oncologia no câncer de pulmão foi tema da apresentação de Carolina Kawamura, da Beneficência Portuguesa, em um contexto que fortalece evidências e cada vez mais concentra as atenções no tratamento do câncer.

E para encerrar o encontro em grande estilo, o oncologista Antonio Carlos Buzaid sintetizou as principais lições da ASCO, no 20º Destaques ONCO.

Leia mais: Lições da ASCO 2017

 


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