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AtualizadoQui, 19 Out 2017 3pm

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Destaques de San Antonio

Buzaid_Portal.jpgO oncologista Antonio Carlos Buzaid (foto), diretor-geral do Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes, da Beneficência Portuguesa de São Paulo, e membro do Comitê Gestor do Centro de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein, comentou alguns dos estudos que estiveram entre os highlights da edição deste ano.

 

Inibidor de aromatase neoadjuvante no câncer de mama HR+, HER2+

Mama_News_1_OK.jpgA adição de um inibidor da aromatase ao tratamento neoadjuvante com docetaxel, carboplatina, trastuzumabe (herceptin) e pertuzumabe (perjeta) não teve impacto na porcentagem de pacientes com câncer de mama HER2+, HR+ que tiveram uma resposta patológica completa (pCR). Os dados do estudo de fase III NRG Oncology/NSABP B-52 foram apresentados no 2016 San Antonio Breast Cancer Symposium.

Sintomas da menopausa e adesão ao tamoxifeno

Entre as mulheres inscritas no International Breast Cancer Intervention Study I (IBIS-I), aquelas que apresentavam sintomas da menopausa como náuseas, vômitos e dores de cabeça, eram significativamente menos propensas a aderir ao tratamento com tamoxifeno. Os dados foram apresentados no 2016 San Antonio Breast Cancer Symposium.

Ibandronato e terapia hormonal no câncer de mama na pós-menopausa

Mama_RaioX_Ilustra.jpgApresentados no 2016 San Antonio Breast Cancer Symposium, os resultados do estudo randomizado de fase III TEAM IIB mostraram que as mulheres na pós-menopausa com câncer de mama inicial HR+ que receberam o bisfosfonato ibandronato (Boniva) além da terapia hormonal adjuvante não melhoraram os resultados de sobrevida livre de doença (SLD).

Inibidores de aromatase e função endotelial

Mulheres na pós-menopausa com câncer de mama que tomaram inibidores de aromatase demonstraram disfunção endotelial, um preditor de doença cardiovascular. Os resultados do estudo foram apresentados no 2016 San Antonio Breast Cancer Symposium.

BELLE-3: Inibidor de PI3K no câncer de mama avançado HR+

Mama_News_1_NET_OK.jpgO inibidor do PI3K buparlisib em combinação com a terapia endócrina melhorou os resultados para pacientes com câncer  de mama avançado HR+ após o tratamento com everolimus mais exemestano. Os resultados do estudo de fase III BELLE-3 foram apresentados pelo oncologista Angelo Di Leo, do Ospedale Misericordia e Dolce, no San Antonio Breast Cancer Symposium.

Abemaciclib neoadjuvante no câncer de mama inicial

Mama_NET_OK.jpgDados do estudo de fase II neoMONARCH1 apresentados no 2016 San Antonio Breast Cancer Symposium mostram que o tratamento neoadjuvante com a terapia investigacional abemaciclib, isolada ou em combinação com o inibidor da aromatase anastrozol, reduziu os níveis do marcador de proliferação celular Ki67 em células de câncer de mama HER2-, HR+, em comparação com o anastrozol isolado.

Sequenciamento genômico do câncer de mama resistente ao tratamento

DNA_SBACS_NET_OK.jpgEstudo apresentado no 2016 San Antonio Breast Cancer Symposium mostrou que o sequenciamento genômico do câncer de mama metastático receptor de estrogênio (ER) positivo resistente ao tratamento revelou múltiplas alterações genômicas e moleculares que não estavam presentes nas amostras de tumor inicial. A descoberta tem implicações na escolha da próxima terapia, elegibilidade de estudos clínicos e novos alvos de drogas.

Terapia prolongada com letrozol no câncer de mama inicial HR+

BALANCO_MAMA_bx.jpgDados do estudo NSABP B-42 (NRG Oncology) apresentados no San Antonio Breast Cancer Symposium, que acontece entre os dias 6 e 10 de dezembro, indicam que cinco anos adicionais de terapia hormonal com letrozol após cinco anos de inibidor de aromatase adjuvante não trazem benefícios na sobrevida livre de doença (SLD) ou sobrevida global (SG) em mulheres na pós-menopausa com câncer de mama receptor hormonal positivo (HR+) em estágio inicial.

Veliparib melhora resposta no câncer de mama BRCA-mutado

Mama_News_1_NET_OK.jpgA adição do inibidor de PARP experimental veliparib à carboplatina e paclitaxel melhorou a taxa de resposta objetiva sem aumentar os eventos adversos em pacientes com câncer de mama localmente recorrente ou metastático com mutações BRCA1 ou BRCA2. Os dados do estudo clínico de fase II foram apresentados quarta-feira, 7 de dezembro, no 2016 San Antonio Breast Cancer Symposium.

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