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AtualizadoSeg, 21 Ago 2017 12am

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ASCO GI: poucas surpresas

ON9_CAPA_PG4TO7_LOGO_GTG_VERTICAL_NET_OK.jpgGabriel Prolla, presidente do Grupo Brasileiro de Tumores Gastrointestinais (GTG), escreve sobre a ASCO GI 2016, que aconteceu entre os dias 21 e 23 de janeiro em San Francisco, Califórnia. Para o especialista, foi um ano sem surpresas para a prática clínica. "Alguns estudos de fase III foram apresentados na edição deste ano, mas vários deles não demonstraram diferenças entre os braços experimentais e o braço controle", argumenta. Prolla também aponta estudos menores ou de fase II, "que não alteram a prática clínica de rotina, mas que são promissores".


ASCO GI: Netter -1

Intestino_Medio_NET_OK.jpgO Netter-1 é um estudo de fase 2 destinado a pacientes com diagnóstico de tumores neuroendócrinos de intestino médio que progrediram em vigência do tratamento com análogo de somatostatina. Fabio Kater, médico do Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes, comenta os resultados.

ASCO GI: custo e acesso na assistência oncológica

dr_gilberto_Bx.jpgO oncologista Gilberto Lopes (foto), diretor médico do Grupo Oncoclínicas, assina artigo em defesa de um modelo mais sustentável para permitir o acesso a cuidados de prevenção e controle do câncer e da hepatite em países pobres e em desenvolvimento. O artigo foi publicado no periódico do 2016 Gastrointestinal Cancers Symposium, na edição inaugural do congresso da ASCO GI.

ASCO GI: inibidores de PD-1 em tumores do trato digestivo

FabioKater_NET_OK_2.jpgFabio Kater (foto), médico do Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes, comenta os estudos que avaliaram a terapia anti PD-1 em diferentes tipos de câncer do trato digestivo. O CHECKMATE 032 apresentou resultados encorajadores do uso do nivolumabe em pacientes com câncer gástrico ou de junção gastroesofágica avançado ou metastático, enquanto o estudo KEYNOTE 028 avaliou o pembrolizumabe em câncer de esôfago com expressão de PD-L1.

Seleção molecular em câncer colorretal

Carmen_Allegra_2_NET_OK.jpgA Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) atualizou as linhas de recomendação para testes nas mutações no gene RAS1, incorporando evidências recentes. “A atualização vai permitir melhorar os testes para selecionar as opções de tratamento mais adequadas aos pacientes”, defendeu Carmen J. Allegra, chefe da Divisão de Hematologia e Oncologia da Universidade de Saúde da Florida, em artigo que circulou no 2016 Gastrointestinal Cancers Symposium.


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