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AtualizadoTer, 20 Nov 2018 1am

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Atualização em linfomas cutâneos

perini baiocchi hemo2018Guilherme Perini, médico hematologista do Hospital Albert Einstein e da Beneficência Portuguesa de São Paulo; e Otávio Baiocchi, professor associado da Unifesp e chefe de hematologia do Americas Centro de Oncologia Integrado, em São Paulo, discutem em vídeo sobre linfoma cutâneo, tema de sessão do programa educacional do Congresso HEMO 2018. “O linfoma cutâneo talvez seja o linfoma mais difícil de diagnosticar. Não temos esse dado aqui, mas nos Estados Unidos um paciente com micose fungoide ou linfoma primário de pele demora, em média, de dois a quatro anos para fazer o diagnóstico. Então, talvez a primeira mensagem importante seja repita a biopsia, converse com o seu patologista. Não existe lesão típica de linfoma de pele, ele pode se manifestar por vários tipos de lesões”, explica. Os especialistas também abordam o CD30, um marcador possível de ser um alvo terapêutico nos linfomas cutâneos. Assista.


Tratamento da mielofibrose de risco intermediário e de alto risco

laura renato hemo2018O JUMP, um estudo de acesso expandido de fase 3b para pacientes com mielofibrose sem acesso ao ruxolitinibe fora do contexto de um estudo clínico, é o tema do diálogo entre os hematologistas Laura Fogliatto, médica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre e chefe do Serviço de Hematologia da Santa Casa de Porto Alegre; e Renato Sampaio Tavares, professor assistente da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás e chefe do Serviço de Hematologia do Hospital das Clínicas da UFG. “Um total de 104 pacientes brasileiros foram incluídos, de diversos centros. Pudemos observar a melhora na qualidade de vida dos pacientes, verificada em questionários realizado pré e durante o tratamento”, afirmou Laura. Os médicos falaram à TV Onconews durante o Congresso HEMO 2018. Confira.

LLC: Doença residual mínima e resposta terapêutica

francesc boschEm vídeo, o hematologista Francesc Bosch, professor de Hematologia e Chefe do Departamento de Hematologia do Hospital Universitário Vall d'Hebron, em Barcelona, discute a avaliação da doença residual mínima como evolução no monitoramento da resposta na leucemia linfocítica crônica. O especialista também abordou o bloqueio da BCL-2 como terapia-alvo e a evolução da avaliação de resposta terapêutica. Assista.

Hot topics em transplante de medula óssea

nelson hamerschlak hemo2018O que o hematologista geral, não transplantador, precisa saber sobre transplante de medula óssea? O assunto foi discutido em uma mesa-redonda no HEMO 2018 e é tema de vídeo do hematologista Nelson Hamerschlak, coordenador do programa de hematologia e transplante do Hospital Israelita Albert Einstein e atual presidente da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO). “Nós destacamos três temas fundamentais. Primeiro, em quais situações clínicas o transplante é indicado ou contraindicado; segundo, as complicações, em especial a doença do enxerto vs hospedeiro; e o terceiro aspecto discutido foi a terapia celular como complemento ou substituição ao transplante”, explica Hamerschlak. Confira.

Avanços no tratamento do mieloma múltiplo

maiolino hemo2018Ângelo Maiolino, Professor de hematologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenador de hematologia do Americas Centro de Oncologia Integrado, fala em vídeo sobre o cenário do tratamento do mieloma múltiplo. O especialista observa que nos últimos cinco anos, dentre todas as patologias oncológicas e onco-hematológicas, o mieloma múltiplo foi a doença com o maior número de novos medicamentos aprovados. “No Brasil, com as recentes aprovações, também teremos a oportunidade de utilizar esses medicamentos”, diz. O vídeo foi gravado durante o HEMO 2018, realizado entre os dias 31 de outubro e 03 de novembro, em São Paulo. Assista.

Tratamento de infecções no paciente com mieloma

marcia garnica hemo2018A infectologista Marcia Garnica, médica da Unidade de Transplante de Medula Óssea do Complexo Hospitalar de Niteroi e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, fala em vídeo sobre infecção no contexto do paciente com mieloma múltiplo. “É muito importante, no momento do diagnostico do mieloma, ou até antes, um paciente MGUS ou mieloma smoldering, que muitas vezes não tem a indicação do tratamento formal do mieloma, a gente já pensar que esse paciente tem um risco muito alto de desenvolver uma infecção”, afirma. Confira o vídeo, gravado durante o Congresso HEMO 2018, em São Paulo.

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