11122018Ter
AtualizadoSáb, 08 Dez 2018 11pm

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Carga mutacional e resposta à imunoterapia

murad2 esmo2018O oncologista André Murad comenta os resultados do B-F1rst, o primeiro estudo prospectivo a reforçar a hipótese de que tumores com alta carga mutacional têm maior chance de resposta e melhor sobrevida com o tratamento com imunoterápicos. O trabalho avaliou o papel da carga mutacional na resposta ao anti-PD-L1 atezolizumabe em pacientes com câncer de pulmão já refratários aos tratamentos convencionais. “O que se demonstrou é que os tumores com alta carga mutacional alta tiveram uma taxa de resposta superior, aproximadamente 28% de taxa de resposta, e aqueles com baixa carga mutacional tiveram uma resposta em torno de 4,4%. A sobrevida livre de progressão também foi maior no grupo com alta carga mutacional”, afirmou.


Quimiorradioterapia pós 18.FDG PET/CT no câncer de cabeça e pescoço

ULISSES ESMO POSTER NET OKEstudo do A.C.Camargo Cancer Center avalia o impacto da incorporação do estadiamento com 18.FDG-PET/CT , associado a nova avaliação por 18.FDG-PET/CT pós- quimioradioterapia (CRT) em pacientes com carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço localmente avançado, estádios III-IVA/B de acordo com a 7ª edição do AJCC, tratados na instituição. O trabalho foi apresentado pelo oncologista Ulisses Ribaldo Nicolau (foto) na sessão de pôster do Congresso ESMO 2018.

Destaques em tumores colorretais na ESMO 2018

dienstmann esmo2018O oncologista Rodrigo Dienstmann, do Vall d'Hebron Institute d' Oncologia, de Barcelona, discute em vídeo os destaques da programação científica do Congresso da ESMO em tumores colorretais. Entre os trabalhos comentados pelo especialista estão o TRIBE-02, que mostrou vantagem na sobrevida livre de progressão da combinação de folfoxiri e bevacizumabe no tratamento em primeira linha de pacientes selecionados com câncer colorretal metastático (CCRm); além do Checkmate-142, que confirmou o impacto da combinação de ipilimumabe (dose reduzida) mais nivolumabe em pacientes com CCRm e instabilidade de microssatélite. Assista.

Oncologia torácica, as lições da ESMO 2018

ramon califano esmo2018Na oncologia torácica, como entender o mecanismo de resistência a osimertinib e a progressão da doença? Que inovações podem ser encontradas nos TKIs-EGFR de terceira geração? E a perspectiva de neoadjuvância apontada pelo CTONG 1103? Essas e outras questões estão na análise dos oncologistas Ramon Andrade de Mello, do Hospital Estadual de Bauru e membro do comitê educacional da ESMO, e Raffaele Califano, oncologista do The Christie Hospital, em Manchester, e membro do comitê científico da ESMO. Assista, com legendas em português.


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