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AtualizadoQui, 19 Out 2017 3pm

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Highlights em onco-ginecologia da ESMO 2017

EVA logo 300pxOs oncologistas Angélica Nogueira-Rodrigues e Eduardo Paulino, membros do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA/GBTG), comentam os destaques do Congresso anual da Sociedade Europeia de Oncologia (ESMO 2017) em tumores ginecológicos.


Novas estratégias em melanoma

Schmerling NET OKO oncologista Rafael Schmerling (foto), diretor científico do Grupo Brasileiro de Melanoma (GBM) e médico da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, analisa os resultados dos estudos em melanoma que foram destaque do programa científico da ESMO 2017. Os dados do estudo COMBI-AD mostraram que a combinação das terapias-alvo dabrafenib e trametinib duplica a sobrevida livre de recorrência no melanoma metastático estádio III em pacientes BRAF mutados. Em pacientes com melanoma ressecado estadio III/IV em alto risco de recorrência, o CHECKMATE 238 mostrou a superioridade do anti PD-1 nivolumabe em comparação com o ipilimumabe, atual padrão de cuidados.

MIRO: Esofagectomia minimamente invasiva

felipecoimbra NET OKApresentado na ESMO 2017, o estudo MIRO demonstrou que pacientes submetidos a esofagectomia minimamente invasiva apresentaram melhores resultados em comparação com a esofagectomia aberta no tratamento do câncer esofágico. Com seguimento mediano de 48,8 meses, os resultados maduros do estudo de fase III revelam que o menor trauma cirúrgico associado à abordagem laparoscópica não reduziu a segurança oncológica. O cirurgião oncológico Felipe Coimbra (foto), presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO), comenta os resultados.

CheckMate-214: nivo + ipi no carcinoma renal avançado ou metastático

SABINO REPORTAGEM LACOG GU NET OKApresentados no Simpósio Presidencial II da ESMO 2017, os resultados do estudo de fase III CheckMate-214 podem mudar o padrão de tratamento de primeira linha do carcinoma renal avançado ou metastático. O estudo avaliou a combinação dos inibidores de checkpoint nivolumabe e ipilimumabe em comparação com o inibidor de tirosina quinase do VEGFR sunitinibe, o atual padrão de cuidados neste cenário. “Pela primeira vez desde a era da terapia-alvo molecular um tratamento demonstrou ganho de sobrevida global em primeira linha no câncer renal metastático”, afirma Fernando Sabino (foto), oncologista clínico do Centro de Oncologia do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, e vice-chair do LACOG-GU.


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