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AtualizadoTer, 19 Fev 2019 10pm

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Quimioterapia neoadjuvante vs cirurgia upfront no câncer de pâncreas

Pancreas 2 NET OKEstudo de fase II/III apresentado no ASCO GI 2019 demonstrou benefícios significativos da quimioterapia neoadjuvante (gencitabina e a combinação oral de fluoropirimidina de tegafur/gimeracil/oteracil),  com ganho de sobrevida global em comparação com cirurgia upfront no tratamento de pacientes com adenocarcinoma ductal pancreático ressecável confirmado histologicamente.


Tumores colorretais no ASCO GI 2019

virgilio souza silva ascogi2019O oncologista Virgílio Souza e Silva, do A.C.Camargo Cancer Center, comenta os estudos em tumores colorretais que concentraram as atenções no ASCO GI 2019, realizado em San Francisco de 17 e 19 de janeiro. Entre os destaques estão o fase II CCTG CO.26, que avaliou a combinação de durvalumabe e tremelimumabe versus os melhores cuidados de suporte em pacientes com câncer colorretal avançado refratário; o estudo multicêntrico COLOPEC, mostrando que a HIPEC adjuvante com oxaliplatina não melhorou a sobrevida livre de metástases peritoneais em pacientes com câncer de cólon T4 ou perfurado; além do trabalho que demonstrou o papel das células tumorais circulantes (CTCs) no rastreamento do câncer colorretal. Assista.

Trecc: retratamento da terapia anti-EGFR no câncer colorretal metastático

Amanda ACCamargo NET OKEstudo brasileiro selecionado para a sessão de pôster do ASCO GI 2019 buscou avaliar a eficácia do retratamento anti-EGFR (TRECC) no câncer colorretal metastático. Os resultados sugerem que a estratégia pode ser considerada em pacientes selecionados. Os dados foram apresentados no sábado, 19 de janeiro, por Amanda Karani (foto), residente do A.C.Camargo Cancer Center.

Terapia anti-HER2, anti-PD-1 e quimioterapia no adenocarcinoma esofagogástrico HER2+

Duilio NET OKEstudo de fase II apresentado no ASCO GI 2019 avaliou a eficácia e segurança do tratamento em primeira linha do adenocarcinoma esofagogástrico metastático HER2-positivo com a combinação de pembrolizumabe, trastuzumabe, capecitabina e oxaliplatina. “Apesar de ser um estudo pequeno e sem impacto imediato na prática clínica, os dados são muito provocadores”, avalia o oncologista Duílio Reis da Rocha Filho (foto), chefe do serviço de oncologia clínica do Hospital Universitário Walter Cantídio, da Universidade Federal do Ceará, e consultor científico do Grupo Brasileiro de Tumores Gastrointestinais (GTG).

HIPEC adjuvante no câncer de cólon com alto risco de metástases peritoneais

Thales Cirurgia NET OKQuimioterapia intraperitoneal hipertermia (HIPEC) adjuvante com oxaliplatina parece não melhorar a sobrevivência livre de metástases peritoneais, segundo dados preliminares do estudo multicêntrico holandês COLOPEC1, apresentados em sessão oral sábado, 19 de janeiro, durante o ASCO GI 2019. “Estes resultados negativos se alinham aos inesperados achados dos estudos franceses PROPHYLOCHIP2 (NTC01226394) e PRODIGE 73 (NCT00769405) apresentados na ASCO 2018, que em conjunto têm servido para desfavorecer a utilização de HIPEC no cenário do câncer colorretal”, observou Thales P. Batista (foto), cirurgião oncológico do Real Instituto de Cirurgia Oncológica (RICO/RHP) e membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO).


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