24102017Ter
AtualizadoQui, 19 Out 2017 3pm

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Coberturas Especiais


MIRO: Esofagectomia minimamente invasiva

felipecoimbra NET OKApresentado na ESMO 2017, o estudo MIRO demonstrou que pacientes submetidos a esofagectomia minimamente invasiva apresentaram melhores resultados em comparação com a esofagectomia aberta no tratamento do câncer esofágico. Com seguimento mediano de 48,8 meses, os resultados maduros do estudo de fase III revelam que o menor trauma cirúrgico associado à abordagem laparoscópica não reduziu a segurança oncológica. O cirurgião oncológico Felipe Coimbra (foto), presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO), comenta os resultados.

Novas estratégias em melanoma

Schmerling NET OKO oncologista Rafael Schmerling (foto), diretor científico do Grupo Brasileiro de Melanoma (GBM) e médico da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, analisa os resultados dos estudos em melanoma que foram destaque do programa científico da ESMO 2017. Os dados do estudo COMBI-AD mostraram que a combinação das terapias-alvo dabrafenib e trametinib duplica a sobrevida livre de recorrência no melanoma metastático estádio III em pacientes BRAF mutados. Em pacientes com melanoma ressecado estadio III/IV em alto risco de recorrência, o CHECKMATE 238 mostrou a superioridade do anti PD-1 nivolumabe em comparação com o ipilimumabe, atual padrão de cuidados.

CheckMate-214: nivo + ipi no carcinoma renal avançado ou metastático

SABINO REPORTAGEM LACOG GU NET OKApresentados no Simpósio Presidencial II da ESMO 2017, os resultados do estudo de fase III CheckMate-214 podem mudar o padrão de tratamento de primeira linha do carcinoma renal avançado ou metastático. O estudo avaliou a combinação dos inibidores de checkpoint nivolumabe e ipilimumabe em comparação com o inibidor de tirosina quinase do VEGFR sunitinibe, o atual padrão de cuidados neste cenário. “Pela primeira vez desde a era da terapia-alvo molecular um tratamento demonstrou ganho de sobrevida global em primeira linha no câncer renal metastático”, afirma Fernando Sabino (foto), oncologista clínico do Centro de Oncologia do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, e vice-chair do LACOG-GU.

Abiraterona ou docetaxel no câncer de próstata avançado hormônio sensível: estudo head-to-head

VINICIUS CARRERA LACOG GU NET OK

Vinícius Carrera (foto), secretário do LACOG-GU e oncologista da Clínica AMO, comenta a apresentação dos dados de dois braços randomizados do estudo STAMPEDE na ESMO 2017. O estudo apresentado em destaque neste congresso avaliou, de forma randomizada, pacientes com câncer de próstata hormônio-sensível de alto risco tratados com deprivação androgênica de longo prazo (e radioterapia em alguns pacientes, M0) com adição de abiraterona ou docetaxel.

Presença brasileira na ESMO 2017

BARRIOS NET OKNomes de referência da oncologia brasileira marcaram presença no programa científico da ESMO 2017. O oncologista Carlos Barrios (foto), do Instituto do Câncer Mãe de Deus e da PUC do Rio Grande do Sul, é co-autor do estudo global de fase III ExteNET, que avaliou neratinibe após trastuzumabe em mulheres com câncer de mama HER2 e mostrou em Madri resultados de seguimento de 5,2 anos (Abstract 1490)1.

KEYNOTE-028: pembrolizumabe em TNEs pancreáticos ou carcinoides

GTG VERTICAL NET OKOs resultados das coortes de tumores carcinoides e pNET do estudo multicoorte de fase 1b KEYNOTE-028 (NCT02054806), que avaliou o segurança e eficácia do pembrolizumabe em pacientes com tumores sólidos avançados PD-L1-positivos, foram apresentados na ESMO 2017, em Madri. A oncologista Rachel Riechelmann, diretora científica do Grupo Brasileiro de Tumores Gastrointestinais (GTG) e diretora do Departamento de Oncologia do A.C.Camargo Cancer Center, comenta o estudo.

ESMO debate biossimilares na oncologia

biossimilaresA nova onda dos biossimilares na oncologia foi tema de seção especial na ESMO 2017. O objetivo foi estimular a confiança do prescritor, em um contexto que vê crescer a preocupação com o acesso aos tratamentos de câncer e a sustentabilidade dos modelos de saúde.

IFCT-0302: seguimento de pacientes com câncer de pulmão completamente ressecado

RIAD NET OKApresentado na ESMO 2017, o estudo IFCT-0302 não demonstrou diferença na sobrevida global entre pacientes com câncer de pulmão não pequenas células completamente ressecadas que receberam tomografia computadorizada (TC) como parte de seu seguimento e aqueles que não realizaram o exame. O cirurgião torácico Riad Younes (foto), Diretor Geral do Centro de Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, comenta os resultados do estudo.


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